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United x Ajax, quinta, 18h, ao vivo na ESPN
The Book Is On The Table
- 19h20
- 14Feb
No Antunadas desta semana, você vai curtir os melhores hits dos esportes americanos, rever as maiores viradas nos últimos segundos da história da NBA e conhecer os vencedores das camisas de Eli Manning e Tom Brady. Foram mais de 1000 frases enviadas ao Facebook oficial da ESPN Brasil!
Então se divirta com mais uma edição do programa que é produzido por você, fã de esporte!
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Clique no player para ver a 13ª edição do programa!
- 22h11
- 12Feb
"Paulo, vem logo! Você vai perder! Ah, putz filho, você não viu. Foi tão bonito."
Isso é o que mais me lembro do dia 27 de janeiro de 1991. Meu pai me chamando, e eu fazendo alguma outra coisa e não podendo assistir à versão mais bonita do Hino nacional dos Estados Unidos já cantada. O país estava em guerra e fervia com patriotismo.
Whitney Houston estava no auge.
Um dos maiores Super Bowls da história estava prestes a começar, e eu perdi uma das partes mais bonitas do espetáculo.
Pequenas bandeiras tremulavam nas mãos de perto de 70 mil pessoas presentes no antigo Tampa Stadium. Fanáticos dos Bills e Giants deixaram sua torcida de lado pra prestigiar a dona de uma voz impecável. Whitney Houston subia no palco tão cheia de vida, tão forte, tão contagiante. Naquela época, Whitney Houston não era aplaudida quando cantava, ela era ovacionada, e nesse dia não foi diferente.
Eu não vi aquele momento ao vivo, mas já acessei o youtube inúmeras vezes para assistir. Eu não canso.
Gostaria de compartilhar esse momento tão bonito com quem ainda não viu. O mundo perdeu uma lenda ultra-talentosa. É uma pena ela ter jogado tudo fora nas drogas; infelizmente a fama não é sempre uma coisa boa.
Espero que gostem e comentem.
Quem cantou a versão do hino que você mais curtiu? Quando que foi?
- 19h35
- 11Feb
Com a NHL sendo transmitida novamente pelos canais ESPN, cresceu bastante o interesse pelo esporte. Com isso, aparecem as discussões sobre os mais variados temas. Entre eles a briga
Eu não sou o maior expert no assunto, mas me apaixonei pelo hockey desde o primeiro dia. Passei a acompanhar, narrar e a gostar bastante. Então, resolvi divagar sobre o assunto aqui. Cabe a você concordar, discordar. Só não vale palavrão. De resto, divirtam-se.
Claro, também, que poderia escrever um milhão de linhas e não direi tudo que existe a respeito das brigas. Então, vai apenas uma pequena opinião e explicação.
As brigas existem desde o século 19, quando o hockey cresceu em popularidade. Do meu conhecimento, não existe nenhuma regra escrita especificamente para a briga, a não ser os cinco minutos de major penalty para os brigões. O que existe é o código de conduta dos brigões. Existem as regras não escritas.
Eu também acho estranho em um esporte, do nada, dois ou mais “jogadores” tirarem as luvas, jogarem os tacos no gelo e partirem para as vias de fato. Mas com um pouquinho de conhecimento e boa vontade a gente começa a entender.
Para começar, os jogadores são a favor.
Não são todos os atletas que brigam. Existe no hockey o “enforce”, que nada mais é do que responder com violência e agressividade a uma jogada mais dura e/ou desleal. Ninguém briga por nada. As brigas têm o seu motivo. Existem os brigões em cada time. Como teoricamente brigar machuca, os melhores dificilmente partem para a pancadaria.
Não quero aqui defender nem dizer se é certo ou errado. Quero que todos entendam que a briga faz parte do hockey. Ninguém é obrigado a concordar com a violência.
Mas aí vai outro fato. A violência gratuita também não é aceita pela NHL. Hits e checks ilegais são punidos severamente pela liga. Além de ficarem 3,4,5 jogos sem jogar, ficam também sem receber por esses jogos.
Enfim, são apenas alguns argumentos para que possamos entender um pouco melhor porque acontecem as brigas. Em resumo, elas não são aleatórias. Podem ser espontâneas ou premeditadas. Nem todos brigam. As brigas são também punidas.
Para completar: a ESPN e a ESPN HD transmitem dois jogos nessa semana. Segunda-feira, a partir das 22h30, tem San Jose x Washington e na quinta tem Chicago x New York Rangers. Comigo e o Thiago Simões. Com briga ou sem briga, estaremos lá.
Eu não sou o maior expert no assunto, mas me apaixonei pelo hockey desde o primeiro dia. Passei a acompanhar, narrar e a gostar bastante. Então, resolvi divagar sobre o assunto aqui. Cabe a você concordar, discordar. Só não vale palavrão. De resto, divirtam-se.
Claro, também, que poderia escrever um milhão de linhas e não direi tudo que existe a respeito das brigas. Então, vai apenas uma pequena opinião e explicação.
As brigas existem desde o século 19, quando o hockey cresceu em popularidade. Do meu conhecimento, não existe nenhuma regra escrita especificamente para a briga, a não ser os cinco minutos de major penalty para os brigões. O que existe é o código de conduta dos brigões. Existem as regras não escritas.
Eu também acho estranho em um esporte, do nada, dois ou mais “jogadores” tirarem as luvas, jogarem os tacos no gelo e partirem para as vias de fato. Mas com um pouquinho de conhecimento e boa vontade a gente começa a entender.
Para começar, os jogadores são a favor.

Briga
Não são todos os atletas que brigam. Existe no hockey o “enforce”, que nada mais é do que responder com violência e agressividade a uma jogada mais dura e/ou desleal. Ninguém briga por nada. As brigas têm o seu motivo. Existem os brigões em cada time. Como teoricamente brigar machuca, os melhores dificilmente partem para a pancadaria.
Não quero aqui defender nem dizer se é certo ou errado. Quero que todos entendam que a briga faz parte do hockey. Ninguém é obrigado a concordar com a violência.
Mas aí vai outro fato. A violência gratuita também não é aceita pela NHL. Hits e checks ilegais são punidos severamente pela liga. Além de ficarem 3,4,5 jogos sem jogar, ficam também sem receber por esses jogos.
Enfim, são apenas alguns argumentos para que possamos entender um pouco melhor porque acontecem as brigas. Em resumo, elas não são aleatórias. Podem ser espontâneas ou premeditadas. Nem todos brigam. As brigas são também punidas.
Para completar: a ESPN e a ESPN HD transmitem dois jogos nessa semana. Segunda-feira, a partir das 22h30, tem San Jose x Washington e na quinta tem Chicago x New York Rangers. Comigo e o Thiago Simões. Com briga ou sem briga, estaremos lá.
- 22h55
- 09Feb
Hoje estive em Ibiúna, lá no CT da Yakult. Aliás, vale a dica. Sensacional a estrutura la no CT. Vários campos, alojamentos. Muito legal mesmo.
Enfim, lá estão técnicos da Major League Baseball, que fazem uma clínica para cerca de 40 garotos, que sonham em um dia jogar na MLB.
Enfim número 2. Conversei bastante com o Paulo Orlando. Pra quem não conhece, o Paulo vai ser o primeiro brasileiro a jogar na MLB. Ele assinou com o Kansas City Royals. Dia 19 ele embarca para o Arizona e vai fazer o Spring Training.
O papo foi bom e longo. Mas garanto que foi bom. Confira ai o bate papo completo com o Paulo Orlando, left fielder no KC Royals. Não por acaso, gravamos no campo esquerdo.
Enfim, lá estão técnicos da Major League Baseball, que fazem uma clínica para cerca de 40 garotos, que sonham em um dia jogar na MLB.
Enfim número 2. Conversei bastante com o Paulo Orlando. Pra quem não conhece, o Paulo vai ser o primeiro brasileiro a jogar na MLB. Ele assinou com o Kansas City Royals. Dia 19 ele embarca para o Arizona e vai fazer o Spring Training.
O papo foi bom e longo. Mas garanto que foi bom. Confira ai o bate papo completo com o Paulo Orlando, left fielder no KC Royals. Não por acaso, gravamos no campo esquerdo.
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Clique no player e assista à 1ª parte!
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- 21h37
- 09Feb
Você já parou pra pensar quais são os maiores salários nos esportes americanos? Conhece os baixinhos que fizeram história na NBA? Então assista à 12ª edição do Antunadas para descobrir essas e outras curiosidades.
No programa, Paulo Antunes também comenta o momento em que a modelo Gisele Bündchen se estressou, após a derrota do New England Patriots no Super Bowl e o mico que uma apresentadora americana pagou, após perder uma aposta, desfilando de biquíni no frio nova iorquino.
Também nesta edição, o Antunadas vai sortear uma camisa oficial do New England Patriots e outra do New York Giants, vice e campeão do Super Bowl XLVI. Assista ao programa e descubra como levar para casa os uniformes!
Você poderá ganhar uma camisa do Tom Brady ou do Eli Manning no Antunadas! Para isso, basta responder de forma criativa nos tópicos do concurso no Facebook da ESPN, o Mundo ESPN, umas dessas perguntas:
Camisa do Tom Brady:
‘Além da camisa de Tom Brady, o que mais você usaria ou faria para convencer Gisele Bundchen a jantar com você?’
Camisa do Eli Manning:
‘Em um jantar em casa com o pai e o irmão, o que será que Eli Manning terá dito aos quarterbacks de menos sucesso da família?’
Você poderá enviar as suas respostas até segunda, dia 12/03, às 10h. O anúncio do vencedor será feito no próximo Antunadas, que estará disponível no ESPN.com.br na próxima terça, 14 de fevereiro.
CLIQUE AQUI para enviar a sua resposta no Facebook da ESPN!
FACEBOOK.COM/MUNDOESPN
No programa, Paulo Antunes também comenta o momento em que a modelo Gisele Bündchen se estressou, após a derrota do New England Patriots no Super Bowl e o mico que uma apresentadora americana pagou, após perder uma aposta, desfilando de biquíni no frio nova iorquino.
Também nesta edição, o Antunadas vai sortear uma camisa oficial do New England Patriots e outra do New York Giants, vice e campeão do Super Bowl XLVI. Assista ao programa e descubra como levar para casa os uniformes!
Clique no player e assista à 12ª edição do 'Antunadas'!
Regulamento:Você poderá ganhar uma camisa do Tom Brady ou do Eli Manning no Antunadas! Para isso, basta responder de forma criativa nos tópicos do concurso no Facebook da ESPN, o Mundo ESPN, umas dessas perguntas:
Camisa do Tom Brady:
‘Além da camisa de Tom Brady, o que mais você usaria ou faria para convencer Gisele Bundchen a jantar com você?’
Camisa do Eli Manning:
‘Em um jantar em casa com o pai e o irmão, o que será que Eli Manning terá dito aos quarterbacks de menos sucesso da família?’
Você poderá enviar as suas respostas até segunda, dia 12/03, às 10h. O anúncio do vencedor será feito no próximo Antunadas, que estará disponível no ESPN.com.br na próxima terça, 14 de fevereiro.
CLIQUE AQUI para enviar a sua resposta no Facebook da ESPN!
FACEBOOK.COM/MUNDOESPN
Após quatro dias de muito trabalho, o Super Bowl XLVI realizado neste domingo, em Indianápolis, fechou com chave-de-ouro mais uma inesquecível temporada da NFL.
Inesquecível também será a cobertura desta grande decisão feita pela equipe dos canais ESPN e do ESPN.com.br. Para mim, um momento pessoal muito bacana. Veja algumas imagens deste dia incrível!
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- 05h52
- 06Feb
Como vocês devem se lembrar, eu cantei a célebre música "New York, New York", de Frank Sinatra, como pagamento de uma aposta após os Yankees derrotatem os Phillies na final da Major League Baseball de 2009.
O incrível Super Bowl XLVI de Indianápolis, vencido pelo New York Giants, me empolgou na cabine de transmissão da ESPN Brasil dentro do Lucas Oil Stadium. Pois é, sobe o som...
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Clique no player para assistir ao vídeo!
"O Super Bowl é a Copa do Mundo do futebol americano, assim como a prova 500 milhas de Indianápolis é o Super Bowl da Fórmula Indy".
A frase não é minha, mas do piloto brasileiro Hélio Castroneves, que concedeu uma entrevista exclusiva direto de Indianápolis, palco da grande final da NFL entre New York Giants e New England Patriots neste domingo.
Castroneves falou sobre as semelhanças entre Fórmula Indy e o futebol americano, apontou que ambos precisam de muita estratégia, e bateu um papo sobre alguns jogadores da liga, como Victor Cruz, que comemora cada touchdown dançando salsa.
Único a vencer as '500 milhas' duas vezes justamente nas duas primeiras tentativas, o brasileiro foi categórico: “Se você tiver que escolher uma corrida para ganhar na sua vida, é a de Indianápolis. É incrível. São três horas e meia de corrida, tudo pode acontecer, o prêmio é imenso e tem muita história cercada”.
Veja, abaixo, a entrevista na íntegra!
A frase não é minha, mas do piloto brasileiro Hélio Castroneves, que concedeu uma entrevista exclusiva direto de Indianápolis, palco da grande final da NFL entre New York Giants e New England Patriots neste domingo.
Castroneves falou sobre as semelhanças entre Fórmula Indy e o futebol americano, apontou que ambos precisam de muita estratégia, e bateu um papo sobre alguns jogadores da liga, como Victor Cruz, que comemora cada touchdown dançando salsa.
Único a vencer as '500 milhas' duas vezes justamente nas duas primeiras tentativas, o brasileiro foi categórico: “Se você tiver que escolher uma corrida para ganhar na sua vida, é a de Indianápolis. É incrível. São três horas e meia de corrida, tudo pode acontecer, o prêmio é imenso e tem muita história cercada”.
Veja, abaixo, a entrevista na íntegra!
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Assista, direto de Indianápolis, a entrevista de Hélio Castroneves!
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Clique no player e assista à 2ª parte da entrevista exclusiva!
Sábado, véspera da grande decisão da temporada 2011/2012 da NFL. Dia de muito trabalho, cansativo, mas certamente de enorme produtividade. O vídeo abaixo vai levar você, fã do esporte, para dentro do campo do Super Bowl XLVI. Além disso, você irá conhecer a nossa cabine de transmissão, e dar um alô para Hélio Castroneves. Divirtam-se!
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- 14h50
- 04Feb
Curt Schilling sabe bem o que significa a rivalidade entre as cidades de Boston e Nova York. O ex-arremessador defendeu os Red Sox nos últimos anos de sua carreira na Major League Baseball – a liga profissional de beisebol norte-americana – e declarou que torcerá para os Patriots, representantes de Boston, no Super Bowl XLVI de domingo, contra o New York Giants.
"A rivalidade é algo muito intenso, ainda mais entre os fãs e na mídia, mas há muito respeito mútuo dentro de campo entre os times. O importante, porém, é ganhar", afirmou Schilling.
O e-jogador foi MVP da World Series de 2001 pelo Arizona Diamondbacks contra o New York Yankees. E em 2004, já com a camisa do Boston Red Sox, ele foi responsável pela maior virada da história da MLB, na final da Liga Americana contra os Yankees. Nova York vencia a série por 3 a 0, mas os Red Sox viraram, com direito a Schilling, no jogo 6 do confronto, tendo uma das melhores partidas da carreira com o tornozelo completamente lesionado e sangrando. Boston ganharia o título da World Serie na ocasião depois de 86 anos.
"É diferente jogar em Boston, é algo que acrescenta, o que não sei se é exatamente positivo, mas para mim foi bom. Eu gostava da empolgação extra da mídia, do empurrão extra, porque a mídia é como uma extensão dos fãs, e os jornalistas não têm vergonha de contar como se sentem. Eu sempre gostei da responsabilidade a mais que a pressão da mídia nos deu", completou.
Por ter feito história com a camisa dos Red Sox e ter identificação com a cidade de Boston, Curt Schilling garantiu que torcerá para os Patriots neste Super Bowl. "Estou torcendo para os Patriots. Eu conheci o treinador e o Tom Brady ao longo dos anos e me tornei um fã. Gosto de pessoas que são boas no que fazem e também acho que Eli tem feito um grande trabalho nas últimas semanas. Será um ótimo jogo, o que eu acho mais importante".
"Tem toda a situação de Eli ser irmão de Peyton, e o fato de os Patriots serem grandes rivais do time de Peyton (Colts), e o fato de a família Manning estar toda em Nova York. Então, há muitas histórias envolvidas nessa final, e isso é bom para o jogo. O futebol tem crescido cada vez mais nos Estados Unidos, mundialmente, e essas franquias tem muitas histórias", finalizou.
"A rivalidade é algo muito intenso, ainda mais entre os fãs e na mídia, mas há muito respeito mútuo dentro de campo entre os times. O importante, porém, é ganhar", afirmou Schilling.
O e-jogador foi MVP da World Series de 2001 pelo Arizona Diamondbacks contra o New York Yankees. E em 2004, já com a camisa do Boston Red Sox, ele foi responsável pela maior virada da história da MLB, na final da Liga Americana contra os Yankees. Nova York vencia a série por 3 a 0, mas os Red Sox viraram, com direito a Schilling, no jogo 6 do confronto, tendo uma das melhores partidas da carreira com o tornozelo completamente lesionado e sangrando. Boston ganharia o título da World Serie na ocasião depois de 86 anos.
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Veja entrevista exclusiva com Schilling!
"A rivalidade Boston e New York é por causa da história, uma história que está relacionada a muitos anos e de muitas maneiras diferentes. Agora, você começa a ver essa rivalidade intensa também entre Giants e Patriots, o que é bom, ótimo. As duas cidades não se gostam, mas há muito respeito dentro de campo em todos os esportes", disse o ex-pitcher. "É diferente jogar em Boston, é algo que acrescenta, o que não sei se é exatamente positivo, mas para mim foi bom. Eu gostava da empolgação extra da mídia, do empurrão extra, porque a mídia é como uma extensão dos fãs, e os jornalistas não têm vergonha de contar como se sentem. Eu sempre gostei da responsabilidade a mais que a pressão da mídia nos deu", completou.
Por ter feito história com a camisa dos Red Sox e ter identificação com a cidade de Boston, Curt Schilling garantiu que torcerá para os Patriots neste Super Bowl. "Estou torcendo para os Patriots. Eu conheci o treinador e o Tom Brady ao longo dos anos e me tornei um fã. Gosto de pessoas que são boas no que fazem e também acho que Eli tem feito um grande trabalho nas últimas semanas. Será um ótimo jogo, o que eu acho mais importante".
"Tem toda a situação de Eli ser irmão de Peyton, e o fato de os Patriots serem grandes rivais do time de Peyton (Colts), e o fato de a família Manning estar toda em Nova York. Então, há muitas histórias envolvidas nessa final, e isso é bom para o jogo. O futebol tem crescido cada vez mais nos Estados Unidos, mundialmente, e essas franquias tem muitas histórias", finalizou.
Aqui no 'Blog do The Book Is On The Table' você fica sabendo de todas as novidades sobre a NFL, a MLB e a NBA, além de poder participar das transmissões dos esportes americanos. Quem escreve: Everaldo Marques, Paulo Antunes, Márcio Papi e Tuca Moraes.
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