ESPN
- Sugestão da Redação:
- /premiofutebolnomundo
- /eurocopa
- /chelsea
- /libertadores
- Youtube
- Orkut
Na TV
Coritiba x Vitória, 21 horas, na ESPN
- 17h25
- 03Feb
Atual campeã, Inglaterra não deve brigar pelo bi; veja análise completa do Six Nations
por ESPN.com.br
Campeã do último Six Nations, a Inglaterra deve ficar de fora da briga pelo título em 2012. A análise é do comentarista dos canais ESPN, Antonio Martoni. A seleção inglesa ficou com a taça no ano passado, mas foi muito mal na Copa do Mundo e enfrentará um processo natural de renovação, já pensando no Mundial de 2015, que disputará em casa.
Apostando em novos talentos, a Inglaterra vai ao Six Nations desfalcada de Jonny Wilkinson, segundo maior pontuador da história do Six Nations. O astro inglês anunciou a sua aposentadoria da seleção em dezembro do ano passado.
Com a Inglaterra se renovando, a briga pelo título deve ficar entre as outras três seleções mais fortes da Europa: França, Irlanda e Gales. Os franceses vêm embalados pelo vice-campeonato na última Copa do Mundo, enquanto os galeses apostam também na juventude, que já surpreendeu no último Mundial. Já os irlandeses contam com a força tenta premiar mais uma vez uma das melhores gerações da história do país e terão Ronan O’Gara, maior pontuador do Six Nations, em campo.
Veja abaixo as análises de Antonio Martoni do Six Nations:

Finalizar, marcar tries e vencer com segurança. Situações que a fanática torcida escocesa há tempos não consegue obter. Extremamente eficaz na defesa, com forwards fortes e jogadores de linha com velocidade, a equipe tem um padrão de jogo consistente e de boa qualidade. Esbarra, porém, na improvisação, no passe final e no drible decisivo para vencer seus jogos.
A estiagem de títulos tem tudo para continuar nessa temporada. A grandeza do rugby escocês tem esbarrado nos últimos anos na incompetência de seu ataque. A classificação do Edimburgh para as quartas-de-final da Heineken Cup (feito conquistado após muitas temporadas) pode ser um primeiro indicio de novos ares. De qualquer forma, a equipe entra na competição como azarão. Tem tudo para brigar com a Itália para fugir da última colocação.
Status: entre 5° e 6° colocação

Embora tenha chegado ao vice-campeonato mundial de uma forma até inesperada, a França de 2010 não transmitia a confiança necessária. Conseguiu as proezas de perder para Itália no Six Nations e para a limitada seleção de Tonga, na maior surpresa da Copa do Mundo. Ou seja, foi um time totalmente inconsistente.
A única certeza após o vice-campeonato mundial era que o treinador Marc Livremont teria que sair. Seu irado temperamento colocou os jogadores contra a comissão técnica e feridas foram abertas. Phillipe Saint-André, 42 anos, ex-ponta e capitão dos Le Bleus nos anos 1990, foi o nome indicado para assumir o comando. Com boa experiência e muito respeito entre os atletas, tem tudo para resgatar o que de melhor tem o rugby francês.
O fato é que talento não falta na equipe. Com a chegada da nova comissão técnica, espera-se que volte ao equilíbrio necessário. Caso isso ocorra, é fortíssima candidata ao título deste ano. Mas se continuar oscilando, dificilmente conseguirá uma grande campanha.
A França joga três vezes em casa e visita a Escócia e o País de Gales. Tudo aponta para este jogo contra os galeses, na última rodada, como uma verdadeira final, já que são as duas equipes que chegam com maior cotação para este ano. Para isso, porém. Os franceses terão que passar pelas complicadas partidas em casa contra Irlanda, que tem uma boa equipe e quer apagar a imagem ruim que deixou no ultimo Mundial, e Inglaterra, que historicamente costuma ir muito bem Paris.
Status: briga pelo título

Indisciplina, baixo rendimento, velhos jogadores e comissão técnica claudicante. Isso foi o que a Inglaterra mostrou no ultimo Mundial. A desclassificação nas quartas-de-final contra a França apenas ratificou a péssima campanha. O rugby inglês vai viver uma nova comissão técnica, novos jogadores e um novo momento a partir desde Six Nations. A safra atual de jovens é excelente, mas é apenas o inicio do trabalho, que visa montar uma nova equipe, já pensando na Copa do Mundo de 2015, que será disputada em solo inglês.
A Inglaterra aposta neste Six Nations em Stuart Lancaster, técnico das categorias de base desde 2008. O escocês de 42 anos nunca dirigiu uma equipe da Premiership e é uma solução temporária para a seleção. Sua permanência no cargo será decidida pelos resultados obtidos, principalmente nesta competição.
A Inglaterra joga neste Six Nations contra Gales e Irlanda em casa e enfrenta a Escócia, a temível França e a Itália fora. A tabela pode até ser considerada boa, mas formar uma nova equipe em um torneio tão difícil é extremamente arriscado. Já na primeira rodada, contra a Escócia, teremos uma noção do que poderá render esta nova equipe. A tendência natural é de muitos ajustes, que só serão possíveis com o tempo. A probabilidade maior é que fique em uma zona de classificação intermediária.
Status: entre 3° e 4° posição

O sonho do título mundial para essa brilhante geração irlandesa chegou ao fim. Mas a equipe ainda tem muita vitalidade e talento para brigar novamente pelo Six Nations. Munster, Leinster e Ulster estão nas quartas-de-final da Heineken Cup, evidenciando quanta qualidade tem o rugby local. O sistema de jogo da Irlanda hoje em dia parece um pouco lento. Apesar de continuar a ter ótimas unidades de linha e scrum, parece que perdeu um pouco o fator potencia. Mesmo assim continua fortíssima.
Após a frustração de cair contra Gales nas quartas-de-final da Copa do Mundo, a seleção Irlandesa quer provar que pode ainda buscar mais um título de Six Nations. Alguns novos nomes surgem, as estrelas começam a ceder espaços... Pode-se até dizer que esta é uma das últimas vezes que poderemos ver em forma a geração de ouro do país. As duas primeiras rodadas dirão qual Irlanda estará em ação. Se passar por Gales e França, coloca uma das mãos na taça. Caso contrário, ficará na zona intermediária.
Status: briga pelo título

A Itália paga o preço por estar em um torneio dos mais difíceis do mundo. Desde 2000, quando iniciou sua participação, jamais conseguiu grandes resultados e sempre que vence, é considerado uma surpresa. A Federação Italiana opta já há muitos anos por importar jogadores. Esse método levou o país ao primeiro escalão europeu, mas se mostra insuficiente para buscar sonhos mais altos. Conta com um grande scrum, mas padece de qualidade na linha e defensivamente ainda é muito lenta.
A chegada do técnico Brunel dá uma esperança à equipe. É indiscutivelmente um mestre na arte de montar grandes equipes. O time tem bons jogadores e uma mudança de ares talvez faça bem. De qualquer modo, ainda entra na competição tentando não ficar na lanterna.
Status: entre 5° e 6° colocação

Força, preparo-físico invejável, equipe muito veloz e boa técnica da escola galesa de rugby. Esses foram os ingredientes que fizeram de Gales a grata surpresa da última Copa do Mundo. A equipe acabou na quarta colocação, mas poderia até ter feito a final. Junto com a campeã Nova Zelândia, apresentou o rugby mais moderno e vistoso da competição. Um conjunto de forwards soberano em suas bolas, uma linha com rara intuição para finalizar, uma das mais velozes e potentes defesas do mundo na atualidade. É assim que País de Gales se apresenta no momento.
Warren Gatland, o experiente treinador neozelandês, estava com as malas prontas antes do Mundial, mas o sensacional desempenho mostrou para muitos que, de fato, é um grande mestre na arte de descobrir talentos. Além disso, é um estrategista incomparável.
Algumas contusões de jogadores importantes podem atrapalhar os planos de Gales em chegar ao título. Em teoria, a última partida contra a outra candidatíssima ao título, a França, é em Cardiff, o que lhe dá certo favoritismo. Mas para chegar nessa partida em condições de brigar pela taça, terá que enfrentar e vencer dois gigantes fora de casa: Inglaterra e Irlanda. A juventude do elenco ainda pode atrapalhar as pretensões. Por outro lado, essa mesma juventude encantou o mundo no ano passado com potência, técnica, alegria e jogando um rugby inesquecível.
Status: briga pelo título.
Apostando em novos talentos, a Inglaterra vai ao Six Nations desfalcada de Jonny Wilkinson, segundo maior pontuador da história do Six Nations. O astro inglês anunciou a sua aposentadoria da seleção em dezembro do ano passado.
Leia Mais
Com a Inglaterra se renovando, a briga pelo título deve ficar entre as outras três seleções mais fortes da Europa: França, Irlanda e Gales. Os franceses vêm embalados pelo vice-campeonato na última Copa do Mundo, enquanto os galeses apostam também na juventude, que já surpreendeu no último Mundial. Já os irlandeses contam com a força tenta premiar mais uma vez uma das melhores gerações da história do país e terão Ronan O’Gara, maior pontuador do Six Nations, em campo.
Veja abaixo as análises de Antonio Martoni do Six Nations:

Finalizar, marcar tries e vencer com segurança. Situações que a fanática torcida escocesa há tempos não consegue obter. Extremamente eficaz na defesa, com forwards fortes e jogadores de linha com velocidade, a equipe tem um padrão de jogo consistente e de boa qualidade. Esbarra, porém, na improvisação, no passe final e no drible decisivo para vencer seus jogos.
A estiagem de títulos tem tudo para continuar nessa temporada. A grandeza do rugby escocês tem esbarrado nos últimos anos na incompetência de seu ataque. A classificação do Edimburgh para as quartas-de-final da Heineken Cup (feito conquistado após muitas temporadas) pode ser um primeiro indicio de novos ares. De qualquer forma, a equipe entra na competição como azarão. Tem tudo para brigar com a Itália para fugir da última colocação.
Status: entre 5° e 6° colocação

Embora tenha chegado ao vice-campeonato mundial de uma forma até inesperada, a França de 2010 não transmitia a confiança necessária. Conseguiu as proezas de perder para Itália no Six Nations e para a limitada seleção de Tonga, na maior surpresa da Copa do Mundo. Ou seja, foi um time totalmente inconsistente.
A única certeza após o vice-campeonato mundial era que o treinador Marc Livremont teria que sair. Seu irado temperamento colocou os jogadores contra a comissão técnica e feridas foram abertas. Phillipe Saint-André, 42 anos, ex-ponta e capitão dos Le Bleus nos anos 1990, foi o nome indicado para assumir o comando. Com boa experiência e muito respeito entre os atletas, tem tudo para resgatar o que de melhor tem o rugby francês.
O fato é que talento não falta na equipe. Com a chegada da nova comissão técnica, espera-se que volte ao equilíbrio necessário. Caso isso ocorra, é fortíssima candidata ao título deste ano. Mas se continuar oscilando, dificilmente conseguirá uma grande campanha.
A França joga três vezes em casa e visita a Escócia e o País de Gales. Tudo aponta para este jogo contra os galeses, na última rodada, como uma verdadeira final, já que são as duas equipes que chegam com maior cotação para este ano. Para isso, porém. Os franceses terão que passar pelas complicadas partidas em casa contra Irlanda, que tem uma boa equipe e quer apagar a imagem ruim que deixou no ultimo Mundial, e Inglaterra, que historicamente costuma ir muito bem Paris.
Status: briga pelo título

Indisciplina, baixo rendimento, velhos jogadores e comissão técnica claudicante. Isso foi o que a Inglaterra mostrou no ultimo Mundial. A desclassificação nas quartas-de-final contra a França apenas ratificou a péssima campanha. O rugby inglês vai viver uma nova comissão técnica, novos jogadores e um novo momento a partir desde Six Nations. A safra atual de jovens é excelente, mas é apenas o inicio do trabalho, que visa montar uma nova equipe, já pensando na Copa do Mundo de 2015, que será disputada em solo inglês.
A Inglaterra aposta neste Six Nations em Stuart Lancaster, técnico das categorias de base desde 2008. O escocês de 42 anos nunca dirigiu uma equipe da Premiership e é uma solução temporária para a seleção. Sua permanência no cargo será decidida pelos resultados obtidos, principalmente nesta competição.
A Inglaterra joga neste Six Nations contra Gales e Irlanda em casa e enfrenta a Escócia, a temível França e a Itália fora. A tabela pode até ser considerada boa, mas formar uma nova equipe em um torneio tão difícil é extremamente arriscado. Já na primeira rodada, contra a Escócia, teremos uma noção do que poderá render esta nova equipe. A tendência natural é de muitos ajustes, que só serão possíveis com o tempo. A probabilidade maior é que fique em uma zona de classificação intermediária.
Status: entre 3° e 4° posição

O sonho do título mundial para essa brilhante geração irlandesa chegou ao fim. Mas a equipe ainda tem muita vitalidade e talento para brigar novamente pelo Six Nations. Munster, Leinster e Ulster estão nas quartas-de-final da Heineken Cup, evidenciando quanta qualidade tem o rugby local. O sistema de jogo da Irlanda hoje em dia parece um pouco lento. Apesar de continuar a ter ótimas unidades de linha e scrum, parece que perdeu um pouco o fator potencia. Mesmo assim continua fortíssima.
Após a frustração de cair contra Gales nas quartas-de-final da Copa do Mundo, a seleção Irlandesa quer provar que pode ainda buscar mais um título de Six Nations. Alguns novos nomes surgem, as estrelas começam a ceder espaços... Pode-se até dizer que esta é uma das últimas vezes que poderemos ver em forma a geração de ouro do país. As duas primeiras rodadas dirão qual Irlanda estará em ação. Se passar por Gales e França, coloca uma das mãos na taça. Caso contrário, ficará na zona intermediária.
Status: briga pelo título

A Itália paga o preço por estar em um torneio dos mais difíceis do mundo. Desde 2000, quando iniciou sua participação, jamais conseguiu grandes resultados e sempre que vence, é considerado uma surpresa. A Federação Italiana opta já há muitos anos por importar jogadores. Esse método levou o país ao primeiro escalão europeu, mas se mostra insuficiente para buscar sonhos mais altos. Conta com um grande scrum, mas padece de qualidade na linha e defensivamente ainda é muito lenta.
A chegada do técnico Brunel dá uma esperança à equipe. É indiscutivelmente um mestre na arte de montar grandes equipes. O time tem bons jogadores e uma mudança de ares talvez faça bem. De qualquer modo, ainda entra na competição tentando não ficar na lanterna.
Status: entre 5° e 6° colocação

Força, preparo-físico invejável, equipe muito veloz e boa técnica da escola galesa de rugby. Esses foram os ingredientes que fizeram de Gales a grata surpresa da última Copa do Mundo. A equipe acabou na quarta colocação, mas poderia até ter feito a final. Junto com a campeã Nova Zelândia, apresentou o rugby mais moderno e vistoso da competição. Um conjunto de forwards soberano em suas bolas, uma linha com rara intuição para finalizar, uma das mais velozes e potentes defesas do mundo na atualidade. É assim que País de Gales se apresenta no momento.
Warren Gatland, o experiente treinador neozelandês, estava com as malas prontas antes do Mundial, mas o sensacional desempenho mostrou para muitos que, de fato, é um grande mestre na arte de descobrir talentos. Além disso, é um estrategista incomparável.
Algumas contusões de jogadores importantes podem atrapalhar os planos de Gales em chegar ao título. Em teoria, a última partida contra a outra candidatíssima ao título, a França, é em Cardiff, o que lhe dá certo favoritismo. Mas para chegar nessa partida em condições de brigar pela taça, terá que enfrentar e vencer dois gigantes fora de casa: Inglaterra e Irlanda. A juventude do elenco ainda pode atrapalhar as pretensões. Por outro lado, essa mesma juventude encantou o mundo no ano passado com potência, técnica, alegria e jogando um rugby inesquecível.
Status: briga pelo título.
Tags:
- 11h40
- 22May
/rugby
Jogando em casa seleção chilena de rugby sofre para vencer o Brasil na estreia do torneio Sul Americano
Sistema defensivo brasileiro funciona bem e equipe mostra evolução rápida sob o comando da nova comissão técnica.
- 15h10
- 19May
/rugby
VÍDEO: Leinster domina, vence fácil o Ulster e conquista o bi da Heineken Cup
Time norte-irlandês se tornou o segundo maior vencedor da história da Heineken Cup, atrás apenas do Toulouse (quatro títulos e dois vices). Já o Ulster, campeão em 1999, ficou em segundo pela primeira vez
- 17h02
- 18May
/rugby
Seleção Brasileira de Rugby estreia domingo no CONSUR A
O torneio sul americano será o primeiro grande teste da seleção brasileira de rugby depois da chegada da nova comissão técnica.