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Bicampeã do Mundo, a Nova Zelândia venceu porque soube se defender bem
por Rouget Maia, de Auckland (Nova Zelândia), para o ESPN.com.br
A Nova Zelândia venceu a França por 8 a 7 e sagrou-se bicampeã mundial de rugby. O estádio Eden Park, explodiu em alegria quando Stephen Donald, o quarto abertura usado pela Nova Zelândia nesse mundial e autor do pênalti que garantiu a vitória, chutou a bola para fora e encerrou a partida.
O final do jogo foi dramático. Com mais posse de bola e jogando melhor no segundo tempo, a França pressionou muito a defesa neozelandesa nos últimos 10 minutos jogo, mas os All Blacks souberam manter a disciplina e não cometeram pênaltis.
Foi uma incrível performance dos All Blacks, que venciam a partida por um ponto, tinham 24 anos de uma história de fracassos em Copas do Mundo nas costas para segurar e vários problemas dentro de campo. A Nova Zelândia venceu porque defendeu muito bem tanto na base dos rucks como no meio do campo.
Aaron Cruden, o abertura que foi chamado as pressas para cobrir os cortes de Dan Carter e Colin Slade, saiu de campo aos 34 minutos do primeiro tempo. A entrada de Donald foi temerária, o jogador estava de férias quando foi convocado como quarto abertura da equipe.
Piri Weepu foi bem nos primeiros 30 minutos do primeiro tempo, mas esteve mal nos chutes para os postes e caiu muito de produção, foi substituído aos 10 minutos do segundo tempo. A dupla pensante dos All Blacks que jogaria na última meia hora de jogo era reserva e o abertura estava sem treino.
A França estava melhor em todos os setores do campo no final da partida, no scrum fixo estava atropelando os All Blacks e os terceiras linhas da França estavam inspirados buscando a bola com uma intensidade tremenda. O jogo estava totalmente aberto quando Weepu cometeu um erro grotesco e entregou uma bola na mão de François Trinh-Duc que acabou no try de Dusautoir. Um certo pânico se abateu sobre a equipe que viu a diferença no placar cair para um ponto, 8 a 7.
All Blacks superaram todos os desafios impostos, nesse cenário cheio e fracassos históricos e com um adversário jogando como se não houvesse amanhã eles mostraram muito controle mental, uma forma física invejável e peças de reposição confiáveis.
Andy Ellis conseguiu manter a equipe alinhada e Donald mesmo fora de forma, conseguiu manter a equipe jogando.
Ao encerrar o jejum de 24 anos sem títulos em Mundiais, a Nova Zelândia se tornou a terceira seleção com títulos em duas Copas do Mundo, igualando o recorde de Austrália e África do Sul.
Agora ninguém pode falar que eles não são os melhores do mundo.
O final do jogo foi dramático. Com mais posse de bola e jogando melhor no segundo tempo, a França pressionou muito a defesa neozelandesa nos últimos 10 minutos jogo, mas os All Blacks souberam manter a disciplina e não cometeram pênaltis.
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Foi uma incrível performance dos All Blacks, que venciam a partida por um ponto, tinham 24 anos de uma história de fracassos em Copas do Mundo nas costas para segurar e vários problemas dentro de campo. A Nova Zelândia venceu porque defendeu muito bem tanto na base dos rucks como no meio do campo.
Aaron Cruden, o abertura que foi chamado as pressas para cobrir os cortes de Dan Carter e Colin Slade, saiu de campo aos 34 minutos do primeiro tempo. A entrada de Donald foi temerária, o jogador estava de férias quando foi convocado como quarto abertura da equipe.
Piri Weepu foi bem nos primeiros 30 minutos do primeiro tempo, mas esteve mal nos chutes para os postes e caiu muito de produção, foi substituído aos 10 minutos do segundo tempo. A dupla pensante dos All Blacks que jogaria na última meia hora de jogo era reserva e o abertura estava sem treino.
A França estava melhor em todos os setores do campo no final da partida, no scrum fixo estava atropelando os All Blacks e os terceiras linhas da França estavam inspirados buscando a bola com uma intensidade tremenda. O jogo estava totalmente aberto quando Weepu cometeu um erro grotesco e entregou uma bola na mão de François Trinh-Duc que acabou no try de Dusautoir. Um certo pânico se abateu sobre a equipe que viu a diferença no placar cair para um ponto, 8 a 7.
All Blacks superaram todos os desafios impostos, nesse cenário cheio e fracassos históricos e com um adversário jogando como se não houvesse amanhã eles mostraram muito controle mental, uma forma física invejável e peças de reposição confiáveis.
Andy Ellis conseguiu manter a equipe alinhada e Donald mesmo fora de forma, conseguiu manter a equipe jogando.
Ao encerrar o jejum de 24 anos sem títulos em Mundiais, a Nova Zelândia se tornou a terceira seleção com títulos em duas Copas do Mundo, igualando o recorde de Austrália e África do Sul.
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