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- 23Oct
Auckland foi tomada por uma onda negra
por Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br, de Auckland (Nova Zelândia)
Hoje é dia da final de Copa do Mundo de Rugby, Nova Zelândia e França entrarão em campo, no lendário estádio Eden Park, em algumas horas, para decidir quem será o próximo campeão mundial.
A principal “Fan Zone” da Copa do Mundo fica próxima do porto de Auckland - Queen’s Warf - e estava completamente lotada de na manhã de hoje. O fluxo de pessoas era tão grande que em determinado momento a segurança do local vetou a entrada de mais torcedores.
E não é só incentivo para equipe, a confiança na vitória também é grande entre os neozelandeses. Alguns já estão “comemorando como se fosse 1987”, uma referência ao único título mundial da Nova Zelândia, escrita em camisetas vendidas na rua.
A campanha inconstante da França comparada com a bela campanha da Nova Zelândia e, principalmente, a vitória contra Austrália na semifinal, considerada por muitos como a verdadeira final desse Mundial, é o principal motivo dessa comemoração antecipada.
Quando o árbitro da final, Craig Joubert, apitar o final da partida essa onda negra vai explodir, para bem ou para mal.
A principal “Fan Zone” da Copa do Mundo fica próxima do porto de Auckland - Queen’s Warf - e estava completamente lotada de na manhã de hoje. O fluxo de pessoas era tão grande que em determinado momento a segurança do local vetou a entrada de mais torcedores.
Torcedores proibidos de entrar na Fan Zone
Crédito da imagem: Rouget Maia
Os bairros mais afastados da cidade estão vazios, literalmente os neozelandeses estão se juntando para festejar. Segundo a Secretaria de Turismo de Auckland, ao meio dia 60 mil pessoas estavam se divertindo com os shows e eventos organizados em Queen’s Warf. Crédito da imagem: Rouget Maia
Neoelandeses reunidos em Queen's Warf
Crédito da imagem: Rouget Maia
A grande maioria dos torcedores veste com a camisa dos All Blacks ou simplesmente com o corpo pintado de preto. Andando em grupos eles cantam músicas de rugby e como um mantra gritam,”All Blacks, All Blacks, All Blacks”. Como uma onda negra, avançam por todos os lados da cidade. A citação que a Nova Zelândia virou um estádio de quatro milhões de pessoas é mais verdadeira do que nunca.Crédito da imagem: Rouget Maia
E não é só incentivo para equipe, a confiança na vitória também é grande entre os neozelandeses. Alguns já estão “comemorando como se fosse 1987”, uma referência ao único título mundial da Nova Zelândia, escrita em camisetas vendidas na rua.
Torcedor segura uma cópia da Taça Webb Ellis, ao fundo um multdão caminha pela cidade
Crédito da imagem: Rouget Maia
Diferente dos dias anteriores, o medo de um novo fracasso numa Copa do Mundo desapareceu. Hoje, todos tem certeza da vitória, a cidade está se preparando para enlouquecer e festejar. Crédito da imagem: Rouget Maia
A campanha inconstante da França comparada com a bela campanha da Nova Zelândia e, principalmente, a vitória contra Austrália na semifinal, considerada por muitos como a verdadeira final desse Mundial, é o principal motivo dessa comemoração antecipada.
Quando o árbitro da final, Craig Joubert, apitar o final da partida essa onda negra vai explodir, para bem ou para mal.
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Rouget Maia jogou rugby durante 17 anos na 1ª divisão brasileira. Foi campeão brasileiro e paulista, defendeu a seleção brasileira em três Campeonatos Sul-Americanos e na Copa do Mundo de 2003.