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West Ham x Millwall, às 10h25, na ESPN
Renata Falzoni
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André Pasqualini, Renata Falzoni e autoridades da CPTM fazem uma vistoria no trecho de 5 km da extensão da Ciclovia do Rio Pinheiros, desde a Vila Olimpia até a Cidade Universitária.
A inauguração a princípio marcada para o dia 4 de Fevereiro, foi adiada sem data definida.
A seguinte matéria foi filmada em um iphone 4.
Caloi Urbe a bicicleta dobrável permitida nos Trens e Metrôs de São Paulo e RJ
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Quando eu completei 18 anos de idade, decretei a minha liberdade de ir e vir. Não foi algo fácil, pois nos anos 70 uma menina não podia sair de casa sem estar acompanhada e todas essas caretices e prisões que se pode imaginar.
Uma das traquinagnes que eu mais gostava de fazer (e ainda gosto) era ir a rodoviária de bicicleta, colocar a bicicleta no ônibus e visitar meus primos em Campinas. Pegar uma carona no ônibus dava asas a minha bicicleta, assim eu passava o fim de semana fora indo e vindo só de bike.
Dava uma sensação de muito poder!
Anos mais tarde, no início dos anos 2mil, ampliei o leque. Com Sammy W. fui a Nova Iorque no pedal. Saimos do Itaim em bicicleta, fomos ao aeroporto de Congonhas, lá enfiamos nossas bicicletas no ônibus, em Guarulhos as bikes em mala bikes. Carona de avião, pousamos em NY e chegamos pedalando a casa de nosso amigo Sue Wo que morava no Brooklin na época!
Essa prática chama-se Intermodalidade, quando um passageiro combina diversos modos de transprorte e, quando a administração pública ajuda, pegamos carona com nossas bicicletas em trens, ônibus, metrô, barcas, bondes, aviões e até taxis!
A sensação que dá, é de total liberdade com molho de anarquia, quando ninguém é chefe de ninguém e a gente vai para onde os ventos e as permissões nos favorecem.
Em 2002 cobri a Copa do Mundo na Coréia e no Japão. Foram 45 dias onde cada jogo do Brasil rolava em uma cidade diferente. Nove check ins ao todo e para facilitar esse deslocamento escolhi uma bicicleta dobrável antiga da Caloi, aro 20, super descomplicada.
Esse tipo de bicicleta dobrável, compacta, de aro menor, era e é a mesma que todo coreano ou japonês usa, portanto minha bicicleta nesses países mimetizou-se super bem. Fora a cor verde e amarela pintada exclusivamente para esse evento, a Caloi era idêntica a de todos.
Recentemente, quando a mobilidde em bicicleta ganhou seriedade em países da Europa e EUA, essa bicicleta dobrável retornou ao mercado, justamente por ser ideal para a Intermodalidade.
A Caloi relançou o modelo, dessa vez com dobradiças melhores e acompanhada de uma mala bike. É a URBE.
A CPTM e o Metrô fizeram a sua parte e desde 2008 permitem bicicletas devidamente dobradas de embaladas durante todo o funcionamento.
Assim, praticando o direito cidadão da Intermodalidade, João Lacerda, William Cruz e eu, fomos conferir nas obras da Arena de São Paulo, o estádio que vai abrir a Copa de 2014, também chamado de Itaquerão.
William Cruz e tres bicicletas dobráveis no Metrô
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Crédito da imagem: Renata Falzoni
João Lacerda, William Cruz e as bicicletas dobráveis dentro do Metrô
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Caloi Urbe a Bicicletas Urbana admitida nos Metrôs e Trens de São Paulo e RJ
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Chegada as obras do Itaquerão, a Arena de São Paulo
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Crédito da imagem: Renata Falzoni
A Arena fica em frente a estação Corinthians Itaquera, servida por Metrô e Trem, com uma ciclovia que vem do Tatuapé na porta.
O Itaquerão vai ter 3100 vagas para carros, 1100 dessas cobertas e no seu projeto não está previsto um bicicletário.
Todos os estádios que receberam jogos da Copa do Mundo em que eu estive há bicicletários, então não fica muito clara a política por trás disso. Certamente foi um “esquecimento” a ser reparado em breve, espero!
Maior área na Arena de São Paulo é para estacionamento de carros. Não há bicicletário previsto
Crédito da imagem: Masterplan
Crédito da imagem: Masterplan
Fomos assuntar o tema com autoridades.
Walter Feldman, ex secretário de Esportes, criador da Ciclofaixa de Lazer ficou indignado, prometeu agir para “ontem”.
Jurandir Fernandes, atual Secretário dos Transportes Metropolitanos questionou a exigência da FIFA, lembrou a disponibilidade de Metrô, Trem e Ciclovia até a porta do Estádio e prometeu estudar a possibilidade de extender a ciclovia até o Parque Dom Pedro. Essa sim é uma excelente notícia, unis a Zona Leste ao centro por ciclovia!
Sérgio Avelleda, atual presidente do Metrô foi enfático em relembrar a política de Estado favorável a essa integração bicicleta, com Trem e Metrô, política essa implantada por ele mesmo quando presidente da CPTM.
Promessas do Masterplan, Expresso da Copa e trem a partir dos aeroportos
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Veja aqui o Maspterplan da Copa http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ySvhSToWKvE
As promessas são de trem a partir dos aeroportos de Congonhas e Guarulhos integrados com os trilhos da CPTM. Esse seria um legado importante! Já imaginou acesso a Guarulhos sem depender da marginal do Tietê???
Bom, tudo isso você confere no Planeta EXPN que vai ao ar ness a quarta feira dia 1 de fevereiro 2012.
- 13h00
- 23Jan
ASSISTA AO VIDEO
Travessia dos Andes pelo Passo Pichachen / foto Renata Falzoni
Acabo de completar a uma travessia da Cordilheira dos Andes em bicicleta. Dessa vez a convite de Paulo de Tarso do www.sampabikers.com.br , fomos pelo Paso (lê-se passo) Pichachen, que fica entre a região de Neuquén na Argentina e a de Biobio no Chile.
Saimos de Chos Malal, uns 500 km ao norte de San Carlos de Bariloche e chegamos em Los Angeles no Chile, um total de 300 km de pedal com 4500 m de desnível.
Foi a melhor forma de comemorarmos uma parceria de 10 anos de viagens internacionais, sempre produzindo para o Aventuras com Renata Falzoni. Rodamos ao lado de 26 ciclistas de 7 países: Estados Unidos, Costa Rica, Argentina, Brasil, Inglaterra, Austrália e Nova Zelânida, mais 7 na equipe de apoio, tudo sob a batuta de Mariano D'Alessandro diretor da www.MTBTours.com
Primeiro dia 62 km com 1375 m de desnível, entre Chos Malal e Huinganco ao lado do Rio Neuquén. Já de cara a Travessia da Cordilheira do Vento, na pré cordilheira dos Andes, e como o nome diz, venta muito, MUITO mesmo!
Cicloturistas com problemas para segurar a bicicleta sob rajadas de ventos de 100 km/h
foto: Renata Falzoni
Empurrando a bicicleta morro acima, contra o vento, o inglês Hunter Smith ao tentar segurar a sua bicicleta arrancada de suas mãos em uma rajada de uns 100 km/h, quebrou um dedo da mão esquerda e ficou todo esfolado ao ser atropelado pela sua própria bicicleta! Lá pelas tantas, tivemos que deitar no chão para enfrentar uma tempestade de pedras e areia, que machucou a todos.foto: Renata Falzoni
Hunter Smith empurra sua bicicleta contra o vento
foto: Renata Falzoni
foto: Renata Falzoni
Ciclista com dificuldade de segurar a bicicleta devido o vento
foto: Renata Falzoni
foto: Renata Falzoni
Hunter Smith é auxiliados depois de ser atropelado pela sua própria bicicleta
foto: Renata Falzoni
foto: Renata Falzoni
Ciclista luta contra o vento
foto: Renata Falzoni
foto: Renata Falzoni
Ciclista luta contra o vento
foto: Renata Falzoni
foto: Renata Falzoni
Tive que entrar no carro resgate por uns 7 km, o que me deixou fula da vida! Nada mais humilhante que ir para o carro resgate!
Segundo dia, travessia dos Rios Neuquen, Nahueve e Lileo até o acampamento ao lado do Rio Reñil Reuvú. 44 km com 970 m de desnivel acumulado e muito vento claro, mas dessa vez a favor!
Acampamento rio Reñil Reuvú / foto Renata Falzoni
Vista dos Canions do Acampamento Rio Reñil Reuvú / foto: Renata Falzoni
Anoitecer no rio Reñil Revú / foto: Renata Falzoni
Saída do Acamoamento ao lado do Rio Reñil Reuvú
foto: Renata Falzoni
Terceiro dia, mais tranquilo, 26 km de subida entre o Rio Reñil até o controle de saída da Argentina, onde nos demos conta que aquela tormenta de vento era fruto de uma tempestade que destruiu a estrada do lado chileno. Não pudemos prosseguir pois o Paso Pichchen estava fechado.foto: Renata Falzoni
Acampamos na Gerdameria Argentina, com direito a lua cheia a noite toda!
Vídeo acima a vista das montanhas ilumiadas pela Lua ao lado da Gerdameria Argentina
Quarto dia saimos mais tarde, para uma jornada mais comprida, de recuperação, com 66 km. Muita subida sem vento no primeiro trecho, passamos pelo Paso Pichachen a 2 mil metros de altura e seguimos até os Carabineiros do Chile onde a burocracia de costume nos tomou 4 preciosas horas.
Acampamento em local belíssimo aos pés (e sobre as pedras do) do Vulcão Antuco com 2985m.
Aproveitei a luz da lua para filmar os acampamentos nessas locações, Esse é mais um dos recursos de fotografia que podemos usar para o vídeo a partir das câmeras de vídeo DSLR.
Quinto e ultimo dia em estrada de terra, 42 km até o Acampamento no Rio Rucue. A princípio um altiplano entre o vulcão Antuco e a Laguna La laja.
Pela estrada, vários monumentos em homenagem aos 45 jovens soldados que faleceram congelados na chamada “Tragédia de Antuco” quando uma tempestade de neve assolou um excercício militar mal comandado no dia 18 de maio de 2005.
Tragédia de Antuco, ceifou 45 vidas em um excercício militar mal planejado
Ultimo dia, 50 km por estrada de asfalto de Rio Runcue até Los Angeles.
Além do desafio de pedalar e filmar essa avetnura o que mais fica na memória é a conviviencia entre as pessoas de vários continentes e países, que amam pedalar.
Esse roteiro é imperdível!
- 10h13
- 05Jan
De bicicleta pela Cordilheira dos Andes
Há exatos 10 anos, Paulo de Tarso do Sampa Biker's www.sampabikers.com.br e eu, fizemos a nossa primeira viagem internacional juntos, com o intuito de produzir Aventuras Expeciais por roteiros de cicloturismo descolados.Nosso primeiro destino foi a Travessia dos Andes saindo de Malargue na Argentina e chegada em Curicó no Chile.
Para comemorar esses 10 anos de pedal por mais de 20 países, Paulo de Tarso e eu, ao lado de outros 14 brasileiros, estaremos pedalando os 360 Km entre as cidades de Chos Malal na Argentina e Los Angeles no Chile, é a Travessia da Cordilheira dos Ventos.
Cruzar os Andes de bicicleta é uma aventura que eu recomendo a todos que amam pedalar. São vários os passos Andinos e quanto mais ao sul for, mais os ventos e os contrastes de temperatura se farão notar.
O acesso a cordilheira pelo lado argentino é suave, um altiplano que se eleva até a cota 2 mil metros, pela pré cordilheira. O lado chileno é bastante mais abrupto, e devido a proximidade com o oceano Pacífico, é mais úmido, pois as montanhas retém as nuvens.
Não é a tôa que no Chile ficam os lagos e as florestas valdivianas.
Essa será a minha quinta travessia dos Andes em bicicleta, sem mencionar as várias outras feitas em veículo automotor, igualmente lindas.
Serão 6 dias de pedal, acampados, sem internet, telefone ou qualquer outra facilidade de comunicação.
Muito trabalho com sabor de férias.
Pedalo uma Caloi feita a mão por Cleber Rossini, aro 700 com pneus MTB 29. Suspensão Proshok, rodas Vzan. O capacete é Prowell e as roupas Curtlo.
vejam fotos:

http://www.webventure.com.br/comunidade/blog/home/id/7
- 20h05
- 14Dec
Fomos ao Bairro de Moema, conversamos com ciclistas, moradores, comerciantes, técnicos da CET e a Associação de Moradores do Bairro a respeito das ciclofaixas.
Tirem suas conclusões.
Tirem suas conclusões.
VÍDEO: Veja a matéria de Renata Falzoni
- 12h29
- 14Dec
Equipe EMA Brasil nas Ilhas Fiji em 2002
Crédito da imagem: Alexandre Ribeiro
Crédito da imagem: Alexandre Ribeiro
A primeira Corrida de Aventura que rolou no Brasil foi a EMA, A Expedição Mata Atlântica, evento organizado pelo multiatleta e empresário Alexandre Freitas.
A estréia foi em Outubro de 1998, uma prova de 220 km entre Paraibuna e Ilha Bela, com participação de equipes do Brasil e da Nova Zelândia. O próprio neozelandez Geoff Hunt, um dos inventores dessas provas multidesportivas, criador do Southern Traverse e da ARWS, Adventure Race World Series, correu e finalizou em terceiro.
Os primeiros atletas eram na sua maioria oriundos do triathlon, do Ironman e do mountain bike, como Michel Bogli, João Paulo Diniz, Said Aiach, Sérgio Zolino, Cris de Carvallho, Shubi Guimarães, Rose Hoeppner, Adriana Piasek, Eduardo Coelho, Ariane, Marcelo e Simone Maciel.
Em uma segunda leva, outros como o triatleta Alexandre Manzan, a ciclista Adriana Nascimento e os montanhistas Luiz Makoto Ishibe, Waldemar Nclevicz e Victor Negrete engrossaram a lista de atletas nessas provas multidesportivas de fundo.
Entre 1998 e 2001 foram organizadas 4 Expedições Mata Atlântica:
1998 Paraibuna e IlhaBela, em São Paulo.
1999 Iporanga a Cananéia, São Paulo,
2000 Paraty no RJ e Ubatuba em SP
2001 Amazônia
A EMA, criou equipes para as necessárias logisticas de comunicação, cobertura, direção e segurança de provas.
Exemplos são inúmeros, como a equipe do Dr. Clemar Corrêa da Silva, um neurocirurgião especializado em dar suporte médico a combalidos corredores de aventura, em locais remotos, de difícil acesso; ou mesmo a nossa própria equipe de filmagem, que literalmente corria (e ainda corre) ao lado das equipes, sem falar na equipe de Charles Khayat de rádio comunicação, coração do evento e portanto, quem excecutava as resoluções de todos os pepinos.
Esses são alguns exemplos, de muitos. Uma corrida de aventura do porte da EMA, onde os atletas de ponta por vezes ficam distantes 300 km dos atletas do fundão, soma mais de 200 profissionais entre staff e apoio. É muita coisa. É complexo. Tem que ter maestria no comando, criatividade, carisma e principalmente ser uma pessoa que aprende e melhora com os próprios erros. Isso Alexandre sabia (e sabe) como ninguém.
Em 2002 Alexandre Freitas participou do último Eco Challenge que rolou, nas Ilhas Fiji, ao lado e Zé Pupo, Eduardo Coelho, Carmem Silva, pela equipe EMA Brasil. Outras duas equipes brasileiras estavam por lá a Quasar Lontra e a Atenah.
Durante a prova, Alexandre comeu um peixe mal cozido, contaminado com um parasita. Devido a uma soma de fatores, catapultados pelo fato de que Alexandre havia pego uma diarréia durante a prova e estava com baixa resistência imunológica, o parasita alojou-se na medula causando um imenso estrago em seu organismo.
Dois dias depois de terminar a prova, Alexandre já na Austrália, entrou em coma. Foi trazido ao Brasil e embora desenganado pelos médicos, saiu do coma depois de dois meses, mas com uma série de sequelas motoras, auditiva e visual.
A sua família foi e é o pilar dessa recuperação, com especial crédito ao seu pai Henrique Freitas.
Sua rotina diária de exercícios e fisioterapia, ao lado de fiéis escudeiros, é extenuante. Alexandre, contrariando os prognósticos de médicos, vem melhorando lentamente, sem nunca estagnar.
Alexandre repete a qualquer um que lhe pergunte de onde ele tira forças para essa rotina e essa exaustiva persistência: _“Desistir? Jamais! Eu não desito nunca!”
Passados 10 anos desse incidente, Alexandre Freitas decide resgatar a marca EMA, a corrida de aventura que deu espaço para outros circuitos do Brasil como o Ecomtion, o Brasil Wild e o Adventure Camp entre outros.
O intuito entre outras coisas é deixar um legado ao seu filho Rodrigo Freitas, hoje com 10 anos.
Patricia Croci, coordenadora das provas da EMA, é apontada pelo próprio Alexandre como a responsável pelo EMA MIX TERRA, o retorno da EMA um duathlon fora de estrada, para duplas masculinas, ou mista e feminina, em uma região próprícia a essa prática, Itu.
Uma prova curta rápida, com 13 km de corrida e 23 km de mountain bike, com vitória da dupla Oiseau Libre de Alexandre Manzan e Cid Santos e a Brasil Soul de Adriana Nascimento ao lado de João Bellini.
Todos atletas multidesportivos com vasto curriculo nas provas de aventura.
Isso tudo está no Aventuras Especial EMA MIX TERRA que na minha opinião está imperdível, pois resgata imagens das 4 edições da EMA.
Acredirto que mais do que ter saudades, o mercado brasileiro de Corridas de Aventura e provas Multidesportivas, merece o retorno do profissionalismo e ineditismo de Alexandre Freitas, da marca EMA.
É nítido e notório que se não houver um toque de criatividade e mudanças conceituais nesses eventos, eles perderão (como já acontece) o interesse de patrocinadores. Isso é uma tendência mundial e o Brasil tem tudo para ser referência neste necessário renascimento.
Feliz regresso Alexandre Freitas!
O Aventuras Especial EMA vai ao ar nas seguintes datas.
Horários deverão sempre ser conferidos no site http://www.espn.com.br/programacao
ESPN Parte 1 dia 14 de dezembro as 14 horas
Parte 2 dia 21 de dezembro as 14 horas
ESPN/Brasil Parte 1 dia 21 de dezembro em horário a ser confirmado
Parte 2 dia 28 de dezembro em horário a ser confirmado
ESPN HD parte 1 e 2, dia 15 de Dezembro as 22 horas
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Bicicleta anfífia e a vela de Angus Caruso
Depois dos sucessos ‘Pedalando e Educando’ e ‘Escola do Mundo’, que beneficiaram crianças de mais de 3 mil escolas pelo mundo, Caruso se prepara para conscientizar estudantes sobre mobilidade sustentável, à bordo de uma bicicleta acoplada a uma vela.
Em 2001 que Argus Caruso saiu de bicicleta do Museu Casa Guimarães Rosa, em Cordisburgo, interior de Minas Gerais, para percorrer 28 países. A aventura conhecida por ‘Pedalando e Educando’ durou três anos e meio e beneficiou alunos de aproximadamente 3 mil escolas do Brasil e do mundo e pôde ser acompanhada através do site www.pedalandoeeducando.com.br, que trazia relatos em português e inglês.
Em 2010 e 2011, Argus realizou o projeto ‘Escola do Mundo’. “Guimarães Rosa levou as histórias do Sertão para o Mundo. Agora vou levar as histórias do Mundo para o Sertão.”, explicou ele.
O público-alvo foram estudantes entre 12 e 18 anos. As visitas às escolas cadastradas contaram com uma exposição fotográfica itinerante, contações de histórias, projeções de vídeos e debates com os estudantes e professores. Também foram feitos vídeos com as crianças ensinando como construir e usar brinquedos manuais feitos com matéria-prima local.
Os casos e acasos das viagens são o cenário para transmitir valores de determinação, solidariedade, diversidade cultural e sustentabilidade.
Bicicleta anfífia e a vela de Angus Caruso
Bicicletovela Anfíbia
Biciclet anfífia e a vela de Angus Caruso
Hoje, Argus começa outro projeto que denominou “Bicicletovela Anfíbia”. Reunindo uma bicicleta a uma vela para fazê-la flutuar, Caruso encontrou uma forma de utilizar elementos da natureza a favor de um meio de transporte sustentável e eficiente.
Para que esse sonho seja realizado e possa impactar ainda mais gente pelo mundo a fora, o autor do projeto está contando com a ajuda de um novo recurso disponível no cyber espaço: o "crowdfunding" ou financiamento coletivo em português.
Trata-se de um site que reúne projetos e convida os internautas a contribuir com pequenas quantias e de maneira colaborativa viabilizar ideias, negócios e projetos nos quais acreditam.
VEJA O VIDEO DO PROJETO
O “Bicicletovela Anfíbia” já está disponível para contribuições no www.benfeitoria.com.br. Com a colaboração, Argus desenvolverá dois protótipos da bicicletovela, que serão testados pelo litoral do nordeste, visitando escolas e conscientizando estudantes sobre novas possibilidades de mobilidade para um mundo mais sustentável. Acesse aqui para apoiar a bicicletovela anfíbia!
FONTE ARGUS CARUSO
- 21h17
- 30Nov
Alexandre Ribeiro é Penta no Mundial de Ultraman Foto: Divulgação
Aos 46 anos de idade e quase 30 como triatleta, o brasileiro Alexandre Ribeiro sagrou-se, neste domingo, na ilha de Kona (Big Island), pentacampeão do Mundial de Ultraman.
A prova é de roer: 515km divididos em 10 km de natação, 421 de ciclismo e para finalizar 84 km de corrida.
Alexandre já correu 7 vezes o Ultraman venceu em 2003, 2005, 2008 e 2009, ficou em segundo em 2007 e em quarto em 2010
Em segundo e terceiro, ficaram respectivamente o canadense Michael Coughlin (22h19m08s) e o esloveno Miro Kregar (23h33m11s).
Outros brasileiros fizeram bonito:
Milton de Souza ficou em sexto, Sergio Meniconiem sétimo e Vanuza Maciel cruzou em segundo.
Na edição 2011 da prova estavam 38 atletas.
No primeiro dia, eles enfrentaram 10km de natação no mar e mais 154km de ciclismo. Alexandre Ribeiro saiu da água em oitavo com o tempo de 2h47m29s. Segundo ele, a correnteza foi contra a partir de uma hora de prova. Durante o ciclismo, o brasileiro ganhou posições e fechou o dia na terceira posição geral com 7h53m53, 38 minutos atrás do líder, o sueco Jonas Colting, bicampeão da prova.
No sábado, os foram mais 276km de ciclismo, com muitas subidas íngremes e variações de temperatura, dos 40 graus no nível do mar a apenas 9 graus no topo da montanha do vulcão, a 1.600m de altitude.
O dia começou debaixo de muita chuva, o que aumentou o grau de dificuldade da etapa. O brasileiro terminou o pedal de sábado na segunda posição (e em terceiro no geral, considerando os dois primeiros dias de prova), a apenas três segundos do primeiro na etapa, o canadense Michael Coughlin. Miro Kregar (Eslovênia) cruzou em terceiro e Jonas Colting (Suécia), em quarto.
Segundo Alexandre Ribeiro, foi o ciclismo mais duro dos últimos anos. "Enfrentamos forte rajadas laterais de ventos de até 70km por hora, daqueles que quase derrubam as bikes. Tivemos que redobrar os cuidados e segurar um pouco o ritmo pra evitar acidentes. O final do ciclismo na última subida foi emocionante. Eu estava liderando, mas na hora de descer a montanha, como ainda ventava muito, procurei não arriscar e acabei sendo ultrapassado pelo canadense (Michael Coughlin), que cruzou apenas três segundos à minha frente", contou o atleta.
No domingo, terceiro e último dia de prova, os atletas tinham de cumprir os 84km da dupla maratona em meio ao deserto, sob temperaturas de até 45 graus. Ribeiro largou em terceiro no geral. O sueco Jonas Colting, que liderava até então, acabou parando por volta do quilômetro 21. Com sua desistência, a disputa pelo título ficou então entre o brasileiro e o canadense Michael Coughlin, que havia terminado o segundo dia na segunda colocação geral, cerca de oito minutos à frente de Ribeiro. Conhecido por ser um excelente corredor e em boas condições físicas e psicológicas, o brasileiro administrou bem o percurso e fechou os 84km em 6h30m39s, somando 22h09m54s de tempo total e garantindo o tão sonhado quinto título na prova, um feito até então inédito.
Resultados finais:
Masculino:
1. Alexandre Ribeiro (BRA) - 22:09:54
2. Michael Coughlin (CAN) - 22:19:08
3. Miro Kregar, (SLO) - 23:33:11
4. Nino Cokan (SLO) - 24:17:46
5. Jeremy Howard (USA) - 24:24:31
6. Milton de Souza (BRA) - 25:01:01
7. Sergio Meniconi (BRA) - 25:45:52
Feminino:
1. Amber Monforte (USA) - Total 24:42:02
2. Vanusa Maciel (BRA) - Total 28:30:32
3. Consuela Lively (USA) - Total 29:35:25
4. Kimmie Rouse (USA) - Total 30:26:13
Mais informações no site oficial da prova: www.ultramanlive.com
Fonte Factual Comunicação
Carro estacionado na ciclofaixa de Moema
Crédito da imagem: Lu Guedes meninanosotao.wordpress.com
Crédito da imagem: Lu Guedes meninanosotao.wordpress.com
Ciclofaixa de Moema
Crédito da imagem: Lu Guedes meninanosotao.wordpress.com
Crédito da imagem: Lu Guedes meninanosotao.wordpress.com
Depois de implantada uma rede de ciclofaixas no bairro de Moema em São Paulo, um grupo de comerciantes, passou a liderar um movimento contra a estrutura que beneficia a todos, inclusive os próprios comerciantes.
Historicamente, em todo o mundo, sempre existe resistência nos primeiros meses que uma estrutura cicloviária é montada; com o passar do tempo, essas dúvidas se dissipam, pois logo fica provado que, uma estrutura cicloviária não impede o acesso de motoristas aos pontos de venda, o aumento de pessoas a pé e de bicicleta na região revitaliza o bairro, torna-o mais seguro e agradável, gera movimento de pessoas e portanto mais vendas.
Mas até que essa dúvida se dissipe, precisamos responder com CIDADANIA. Necessitamos de muitas assinaturas nesse abaixo assinado que está nesse link:
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=CFMOEMA
http://vadebike.org/2011/11/abaixo-assinado-a-favor-das-ciclofaixas-de-moema/
POR FAVOR DIVULGUEM, PRECISAMOS RESPONDER COM CIDADANIA A ESSAS CRITICAS MUITAS VEZES MALFUNDADAS E ALGUMAS ATÉ PRECONCEITUOSAS.
- 14h26
- 01Nov
Com pouca estrutura, Cuba é sempre o melhor país na Olimpíada e no Panamericano
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Com pouca estrutura, Cuba é sempre o melhor país na Olimpíada e no Panamericano
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Foi com muita satisfação que li a coluna (leia aqui) do Malia, sobre Cuba ter deixado o Brasil no chinelo nesse Panamericano, meu colega falou o que eu sempre digo:
Cuba não somente colocou o Brasil no chinelo nesse Panamericano, mas se formos dividir o número de medalhas pela população, Cuba é sempre a grande vencedora do Pan e também da Olimpíada, deixando para trás EUA e China.
Veja a comparação sob essa ótica de medalhas por população, Cuba nesse Panamericano foi 16,5 vezes mais eficiente que o Brasil e se formos comparar com os EUA, a pseudo "vencedora do PAN", Cuba foi 15,82 vezes mais eficiente.
Isso posto o Brasil quase que "empatou" com os EUA no quesito "medalhas por habitante".
Veja as cifras:
CUBA 12,097 medalhas por milhão de habitantes,
EUA 0,764 medalhas por milhão de habitantes,
BRASIL 0,732 medalhas por milhão de habitantes.
Então Cuba coloca no chinelo todos os países e prova com A mais B, que saúde e educação devem sim estar a frente de todas as políticas públicas.
Recentemente estive na Ilha de Fidel e foi um grande prazer pedalar por um país onde a ostentação não faz parte da cultura e a população respeita a vida nas ruas.
Alexandre Cappi e Renata Falzoni de Bicicleta por Cuba
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Não percam a primeira parte o especial "Aventuras de Bike em Cuba" nos canais ESPN.
Estréia amanhã quarta feira dia 2 novembro as 14 hs na ESPN, Planeta EXPN com reprise as 2hs do dia 3 de novembro.
ESPN HD dia 3 de novembro as 20 horas
ESPN/Brasil no dia 9 de novembro horário a ser divulgado
Programa dois, "Aventuras de Bike por Cuba"
ESPN HD dia 17 de novembro
ESPN dia 16 de novembro as 14 horas com reprise
ESPN/Brasil dia 23 de novembro
OS horários podem ser averiguados mais perto da data no site:
www.espn.com.br/programacao
Cuba
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Crédito da imagem: Renata Falzoni
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Crédito da imagem: Renata Falzoni
Crédito da imagem: Renata Falzoni
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Crédito da imagem: Renata Falzoni
A jornalista Renata Falzoni é a pioneira no Brasil da vídeorreportagem - formato onde uma pessoa grava, entrevista e conduz as gravações. Renata é também defensora da bicicleta como meio de transporte há 30 anos, fundadora dos Night Bikers.
Juntando tantas qualidades, apresenta o programa 'Aventuras com Renata Falzoni' viajando em cima da bike.
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