ESPN
- Sugestão da Redação:
- /everaldomarques
- /superbowl
- /pauloantunes
- /nba
- Youtube
- Orkut
Na TV
Paulo Vinícius Coelho
- 17h00
- 03Feb
João Máximo homenageia um dos maiores craques brasileiros: Zizinho, que foi ídolo até do Rei Pelé.
Na Crônica de Roberto Porto, as aventuras e desventuras dos clubes cariocas na Copa Libertadores. Este ano, três times do Rio disputam a taça de campeão da América, um recorde.
E ainda: um bate papo com Ronaldo Luiz, o zagueiro que evitou o gol que poderia tirar o primeiro título mundial do São Paulo, em 1992.
No estúdio, o repórter dos canais ESPN André Plihal lembra as grandes coberturas internacionais das quais participou.
Loucos por Futebol – sábado (04/01) às 22h30.
Reprises: consulte a programação no site.
O diretor de futebol do Atlético Mineiro, Maluf, campeão brasileiro pelo Cruzeiro em 2003, foi nome ventilado, mas, segundo o presidente do Atlético, ainda não foi convidado:
"O Flamengo não tira nem o porteiro do Atlético", reagiu o presidente do Galo, Alexandre Kalil, sobre a possibilidade d eperder Kalil para o Flamengo.
No início do processo de substituição no departamento de futebol do Flamengo, o diretor do Bahia, Paulo Angioni, foi consultado.
Mas o Flamengo deixou Angioni em compasso de espera e passou a cogitar Maluf.
Kalil não admite a hipótese.
SANTOS x PALMEIRAS
Domingo, Prudenão, 17h
SANTOS – Problemas – Edu Dracena (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Rafael, Pará, Bruno Rodrigo, Durval e Léo; Henrique e Arouca; Elano, Ganso e Neymar; Borges. Técnico: Muricy Ramalho
PALMEIRAS – Problemas – Barcos (dúvida) – Time provável (4-2-3-1) – Deola, Cicinho, Leandro Amaro, Henrique e Juninho; Marcos Assunção e Márcio Araújo; Patrik, Valdivia e Luan; Fernandão. Técnico: Luiz Felipe
CURIOSIDADE – Entre 2010 e 2011, Santos e Palmeiras jogaram seis vezes, com quatro vitórias do Palmeiras, um emapte e só uma vitória do Santos. É o clássico em que o time de Neymar sofreu mais, embora tenha eliminado o Palmeiras na semifinal paulista de 2009.
PALPITE – Santos
CORINTHIANS x BRAGANTINO
Domingo, Pacaembu, 17h
CORINTHIANS – Problemas – Paulo André (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Júlio César, Alessandro, Chicão, Leandro Castan e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Alex, Danilo e Émerson; Liédson. Técnico: Tite
BRAGANTINO – Problemas – Júnior Lopes (terceiro cartão) – Time provável (4-3-1-2) – Rafael, Murilo Henrique, André Astorga, Luís Henrique e Victor Ferraz; Serginho, Wellington, Diego Paulista e Léo Jaime; Romarinho e Giancarlo. Técnico: Marcelo Veiga
CURIOSIDADE – A última vez que o Corinthians começou o Paulistão com cinco vitórias nas cinco primeiras rodadas foi em 2000. Naquele ano, o campeão foi o São Paulo.
PALPITE - Corinthians
PONTE PRETA x SÃO PAULO
Domingo, Moisés Lucarelli, 19h30
PONTE PRETA – Problemas – Gian (terceiro cartão) – Time provável (4-3-1-2) – Lauro, Guilherme, Wescley, Ferron e Uende; Xaves, William Magrão, João Paulo e Renato Cajá; Rodrigo Pimpão e Leandrão. Técnico: Gílson Kleina
SÃO PAULO – Problemas – Rogério (machucado), Luís Fabiano (machucado), Osvaldo (recondicionamento físico) – Time provável (4-2-3-1) – Dênis, Piris, Rhodolfo, Paulo Miranda e Cortez; Wellington e Casemiro; Lucas, Jádson e Fernandinho; William José. Técnico: Émerson Leão
CURIOSIDADE – Ano passado, foi a Ponte Preta quem acabou com a invencibilidade do São Paulo no Paulistão, com vitória por 1 x 0, no Morumbi, pela terceira rodada.
PALPITE – Ponte Preta
CAMPEONATO ESTADUAL DO RIO
FLUMINENSE x DUQUE DE CAXIAS
Sábado, Raulino de Oliveira, 17h
FLUMINENSE – Problemas – Nenhum, mas joga com os reservas – Time provável (4-3-3) – Ricardo Berna, Souza, Digão, Márcio Rozário e Carletto; Valencia, Jean e Thiago Neves; Wellington Nem, Rafael Moura e Araújo. Técnico: Abel Braga
DUQUE DE CAXIAS – Fernando Arílson, Paulão, Daniel Melio e Rodrigues; Fábio Aguiar, Romário, Rafael Augusto e Juninho; Jefinho e Gilcimar. Técnico: Mário Marques
CURIOSIDADE – Mário Marques, técnico do Duque de Caxias, foi campeão carioca pelo Fluminense como meia-esquerda titular, camisa 10, em 1980.
PALPITE - Fluminense
FLAMENGO x BOTAFOGO
Domingo, Engenhão, 17h
FLAMENGO – Problemas – Nenhum (a não ser os problemas políticos – Time provável (4-4-2) – Felipe, Leonardo Moura, Wellinton, David Braz e Júnior César; Williams, Luís Antônio, Renato e Bottinelli; Deivid e Ronaldinho Gaúcho. Técnico: Antônio Lopes Júnior ou Joel Santana
BOTAFOGO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Jéferson, Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos e Renato; Elkeson, Andrezinho e Maicosuel; Loco Abreu. Técnico: Oswaldo de Oliveira
CURIOSIDADE – O último Flamengo x Botafogo foi a semifinal da Taça Guanabara, com empate por 1 x 1 no tempo normal e vitória rubro-negra nos pênaltis.
PALPITE – Flamengo
VASCO x FRIBURGUENSE
Domingo, São Januário, 17h
VASCO – Problemas – Fernando Prass (machucado), Dedé (machucado, dúvida), Diego Souza (machucado, dúvida), Juninho Pernambucano (machucado, dúvida), Rômulo (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Alessandro, Fágner, Renato Silva, Rodolfo e Thiago Feltri; Nílton e Felipe Bastos; Bernardo, Diego Souza e Felipe; Alecsandro. Técnico: Cristóvão Borges
FRIBURGUENSE – Marcos, Sérgio Gomes, Cadão, Evair e Flavinho; Bidu, Lucas, Marcelo e Jorge Luís; Ricardinho e Diego. Técnico: Gérson Andreotti
CURIOSIDADE – Em 2010, foi a última vez em que o Vasco iniciou o estadual com quatro vitórias nos quatro primeiros jogos.
PALPITE – Vasco
CAMPEONATO GAÚCHO
GRÊMIO x INTERNACIONAL
Domingo, Olímpico, 19h30
GRÊMIO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-3-1-2) – Victor, Mário Fernandes, Naldo, Grolli e Júlio césar; Fernando, Marquinhos, Marco Antônio e Leandro; Kléber e Marcelo Moreno. Técnico: Caio Júnior
INTERNACIONAL – Problemas – Nei, Tinga e Dagoberto (poupados) – Time provável (4-2-3-1) – Muriel, Élton, Índio, Rodrigo Moledo e Kléber; Guiñazú e Bolatti; Oscar, D’Alessandro e Tinga; Leandro Damião. Técnico: Dorival Júnior
CURIOSIDADE – Inter não estreará uniforme da Nike, por superstição. Em 1978, estreou uniforme todo vermelho e levou 4 x 0. Por isso, jogará com camisa da Reebok com esparadrapo tapando o logo da empresa.
PALPITE - Empate
A diretoria se incomodou com a demora da definição do procurador Orlando da Hora, mas esse não foi o único fator.
O preço alto e a análise das atuações de Nilmar no último ano, com entradas e saídas da equipe e momentos seguidos no banco de reservas, fizeram o presidente Juvenal Juvêncio recuar.
Nos bastidores, o presidente chegou a dizer que o São Paulo contratou bem e contratou muitos jogadores.
Nilmar seria a cereja do bolo, especialmente em função de a tentativa para ter o meia Montillo ter fracassado, ainda em dezembro.
A pergunta seguinte foi: onde Nilmar jogaria?
Em tese, como este blog já publicou, ele poderia atuar pelo lado do campo, na função hoje exercida por Fernandinho. Mas aumentaria o número de jogadores do elenco fora do time titular e dificultaria a harmonia do elenco.
Todos esses fatores juntos definiram a posição do presidente Juvenal Juvêncio, já encampada pela diretoria: o São Paulo não contratará Nilmar nesta janela de transferências.
O negócio pode voltar à tona na próxima janela. Mas no primeiro semestre, o técnico Émerson Leão não contará com o atacante do Villarreal.
Que o emprego de Vanderlei Luxemburgo está por um fio, você sabe desde a semana passada. E então quarta-feira trouxe a informação de que os jogadores do Flamengo foram avisados de que Joel Santana será o novo treinador.
Tiro e queda, certo?
Errado!
Da Bahia, também chegou aos ouvidos deste blogueiro que Joel Santana já acertou sua vida.
E pode ter acertado.
Mas depois do desfecho da noite e de mais algumas conversas, é impossível cravar neste momento que Luxemburgo não será o treinador contra o Olaria e no clássico de domingo, contra o Botafogo.
Que conversas houve com Joel e Angioni, sim, houve.
Daí a ter havido o acerto há uma distância.
A questão para a saída de Luxemburgo é acertar o pagamento da multa de R$ 4 milhões. Mas se não houver acerto nesta quinta-feira, e mais, se Patrícia Amorim não quiser demitir depois da classificação para a fase de grupos, a situação pode prosseguir como está.
E não porque as coisas mudam. Porque a pressa é inimiga da informação.
Este blog que tem por hábito nos últimos meses escrever coisas que se confirmam, como as permanências de Leão e Felipão desta vez põe o rabo entre as pernas, pede desculpas e espera humildemente a definição do caso Vanderlei Luxemburgo.
ATENÇÃO - AQUI NÃO SE ESTÁ DIZENDO QUE NÃO EXISTA HIPÓTESE DE LUXEMBURGO SER DEMITIDO.
EXISTE.
O QUE AQUI SE ESTÁ FAZENDO É A ADMISSÃO DE QUE NÃO HÁ ELEMENTOS PARA DIZER SE SAI OU NÃO SAI. E A INFORMAÇÃO ERA DE QUE SAIRIA.
JOEL SANTANA ACERTOU AS BASES DE SEU CONTRATO COM O FLAMENGO POR MEIO DO EMPRESÁRIO LÉO RABELO. SE O FLAMENGO TELEFONAR, ELE ASSUME. MAS A PRESIDENTA PATRICIA AMORIM PODE NÃO DAR O SINAL VERDE PARA ESSE TELEFONEMA.
O QUE VAI ACONTECER É IMPREVISÍVEL.
ESTA NOTA É PELA HONESTIDADE DA INFORMAÇÃO. SE EU DISSE QUE VANDERLEI SAÍA E JOEL CHEGAVA, NÃO IMPORTA SE NÃO SAI PORQUE A CABEÇA DA PRESIDENTA PATRICIA AMORIM MUDA. IMPORTA QUE A INFORMAÇÃO DE ONTEM PODE TANTO SE CONFIRMAR, QUANTO NÃO SE CONFIRMAR.
OBRIGADO PELA COMPREENSÃO.
Joel conversou nos últimos dias com a direção rubro-negra: "Ele já acertou sua vida", disse um membro da comissão técnica do Bahia sobre Joel Santana.
As informações sobre a contratação de Joel Santana e a demissão de Vanderlei Luxemburgo foram antecipadas pelo site Globoesporte.com, no final da tarde desta quarta-feira.
O staff de Luxemburgo não confirma a demissão. Consultado, o diretor de futebol do Flamengo, Luís Augusto Veloso, disse apenas: "Eu não confirmo!". Com o convite a Paulo Angioni, não está claro se Veloso continua na direção de futebol rubro-negra.
Esta será a quinta passagem de Joel Santana pela Gávea. Foi campeão carioca invicto em 1996, numa equipe que contava com Nélio, Marques, Romário e Sávio no ataque. Em 1998, retornou ao clube, mas ficou apenas até a sexta rodada do Brasileirão. Em 2005, pegou o Flamengo em 19o lugar, na zona de rebaixamento, e terminou o Brasileirão em 19o lugar. Terminou em 15o, com o clube a salvo.
Retornou em 2007, com o Flamengo em 19o lugar no Brasileirão, depois de 12 partidas. Terminou em terceiro lugar e, em seguida, ajudou a conquistar o bicampeonato carioca de 2008. Seu último jogo foi a eliminação da Libertadores contra o América do México, com derrota por 3 x 0, depois de vencer na Cidade do México por 4 x 2.
Zagueiro campeão brasileiro pelo Vasco em 1974, identificado com o clube de São Januário no início de carreira, Joel agora terá mais passagens pela Gávea do que pelo Vasco -- foram quatro pelo clube cruzmaltino.
Mas o retrospecto do Once Caldas em casa, depois do título de 2004, jogando pela Libertadores na sua cidade, não é bom.
Desde a final contra o Boca Juniors, com dois empates por 1 x 1, o Once Caldas disputou 13 partidas de Libertadores como mandante. Venceu três, empatou sete, perdeu duas.
Depois de cinco torneios de ausência, entre 2005 e 2009, o clube colombiano voltou à Libertadores em 2010. Nas últimas duas edições, disputou oito partidas em Manizales e só venceu duas.
Ano passado, o Once Caldas foi terror de um clube brasileiro, o Cruzeiro. Eliminou o time mineiro, na época dirigido por Cuca, em Sete Lagoas, com vitória por 2 x 0. Em Manizales, perdeu por 2 x 1.

Uma declaração de Felipe na última sexta-feira dá noção de que o problema dos jogadores do Vasco é menor em relação aos atrasos salariais do que à falta de confiança da diretoria. O vice-presidente de finanças do Vasco, Nelson Rocha, disse que os salários do clube estavam em dia. Felipe retrucou na sexta dizendo que o time ganhou a Copa do Brasil com salários em atraso. Pior do que não depositar o dinheiro não cair na conta corrente é não falar a verdade.
Daí ao boicote à concentração para a partida contra o Bangu foi um pulo.
Muitas vezes não se entende qual é o papel de um diretor de futebol junto aos jogadores. Não se trata apenas de pagar as contas em dia e fazer bem a montagem do elenco. É preciso cuidar do ambiente.
Jogador de futebol preza acima de tudo uma coisa: a verdade.
Não está aqui em questão se um diretor-executivo de futebol deve receber salários astronômicos.
O ponto é a maneira como consegue administrar as vaidades e deixar o ambiente em paz. Para isso, pagamento em dia e conversas periódicas são fundamentais.
Faltou isso ao Vasco na semana passada e o caso explodiu numa velha reclamação dos jogadores: a concentração. No mundo inteiro, time grande não se concentra antes de jogos em sua própria cidade.
Se o Barcelona vai jogar em Valencia, aí sim, paga-se o hotel e seguem todos juntos um dia antes do jogo.
Se a partida é na cidade do clube, o jogador dorme em casa, fica na companhia da família, evita-se a despesa de hotel e alimentação.
Muitos técnicos acham que o problema maior, a necessidade de concentração, é alimentar os jogadores adequadamente. É possível passar uma dieta para ser cumprida em casa.
O boicote à concentração antes do jogo contra o Bangu tem três significados, pela ordem:
1. protesto contra os diretores que não falam a verdade.
2. protesto contra o atraso de salários.
3. protesto implícito contra a concentração.
O risco é o time ganhar o jogo e o grupo de dirigentes fracos atender só à terceira das reclamações.
Não é um grande reforço.
Mas na história recente das transferências, há um caso emblemático envolvendo Milan e Internazionale.
Dos vários do passado, sucesso dos dois lados, caso do goleiro Ghezzi, titular tanto na Inter, quanto no Milan.
O exemplo recente mais sério é Clarence Seedorf. Em 2002, ele estava no banco de reservas escalado por Héctor Cúper na derrota para a Lazio, em Roma, que tirou da Inter a chance do título e jogou-a à terceira colocação da Série A, na última rodada.
Ao final daquele jogo, Seedorf foi negociado com o Milan.
Muntari, é claro, não deve ter o mesmo sucesso.
Mas, no passado, a Inter poderia ter sido mais cuidadosa.
- 16h35
- 31Jan
Há algumas semanas, o jornalista inglês Tim Vickery, radicado no Brasil, observou que as pronúncias dos nomes dos clubes ingleses, nas transmissões dos campeonatos europeus, não o agradam.
Ok!
Nesta quarta-feira, Paulo Cezar Caju comentou no Jornal da Tarde, de São Paulo, que as pronúncias dos jogadores franceses que disputam a Copa da África também não são perfeitas.
Acredito que o raciocínio do Caju, que participou de parte da cobertura da Copa do Mundo de 2010 pelos canais ESPN, também valha para as partidas do Campeonato Francês transmitidas para o Brasil.
Vale esclarecer:
Nos canais ESPN, não há a obrigação de falar francês com sotaque de Paris ou de Marselha, onde o Caju viveu como jogador do Olympique por uma temporada.
Há a tentativa de uniformizar as pronúncias, apenas.
Assim como na França violenta-se o português, chamando Raí de Rái e Romário de Romariô, assim como na Inglaterra fala-se Flaameengou, em vez de Flamengo.
Seremos sempre estrangeiros falando línguas que não são as nossas, como aprendemos no Brasil com portugueses, espanhois, ingleses, alemães, japoneses, irlandeses, africanos.... todos os que sempre foram extremamente bem recebidos por este país de todos os povos.
Meus avós, inclusive.
No Brasil de Vickery e Caju, viva a diversidade.
Paulo Vinicius Coelho, o PVC, é jornalista desde os 18 anos. Foi repórter da revista PLACAR, repórter, editor e colunista do jornal O Estado de S.Paulo e desde 2000 é comentarista dos canais ESPN. Cobriu as Copas de 1994, 1998, 2006 e 2010 e tem mais tempo de profissão do que tinha de vida, quando começou a trabalhar.