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NHL: Rangers x Devils, jogo 4, às 21h na ESPN e HD
Paulo Calçade
O Atlético de Madrid comandou a final da Liga Europa do começo ao fim.
Taticamente bem definido no 4-2-3-1, o time de Diego Simeone é resultado do seu posicionamento correto, e de um quarteto ofensivo que tem jogado muito bem: Ádrian, Arda Turan, Diego e Falcão Garcia.
Mesmo assim ainda é pouco para vencer uma competição internacional. Desde a chegada de Simeone, em janeiro, o Atlético melhorou também sua postura defensiva, adquiriu personalidade.
O Athletic Bilbao de Bielsa foi valente, mas não conseguiu chegar ao gol de Curtois devido à falta de criação do meio de campo.
No 4-3-3, e ao contrário de oponente, cuja identidade é o posicionamento sem grandes variações, a equipe basca tentou compensar a ausência de um criativo com movimentação.
No primeiro tempo, a transição foi lenta, a bola demorou a chegar ao ataque, isolando o trabalho de LLorente.
Enquanto isso, na área oposta, Falcão Garcia foi simplesmente espetacular.
A tristeza dos jogadores do Athletic foi comovente. Aberto apenas a jogadores de origem basca, o time joga por um país, por uma ideologia. Valeu.
ATLÉTICO DE MADRI 3 X 0 ATHLETIC BILBAO
Local: Estádio Nacional de Bucareste (Romênia)
Data: 9 de maio de 2012 (quarta-feira)
Horário: 15h45 (de Brasília)
Árbitro: Wolfgang Stark (Alemanha)
Cartões amarelos: Amorebieta, Íñigo Pérez, Ander Herrera e Susaeta (Athletic Bilbao). Falcao (Atlético de Madri)
Gols: Falcao García, aos sete e aos 34 minutos do primeiro tempo, e Diego, aos 40 minutos do segundo tempo
ATLÉTICO DE MADRI: Courtois; Juanfran, Miranda, Godín e Luis Filipe; Gabi, Mario, Arda Turan (Álvaro Domínguez), Diego (Koke) e Adrián (Salvio); Falcao
Técnico: Diego Simeone
ATHLETIC BILBAO: Iraizoz; Iraola, Javi Martínez, Amorebieta e Aurtenetxe (Ibai Gómez); Iturraspe (Íñigo Pérez), De Marcos, Ander Herrera (Toquero), Susaeta e Muniain; Llorente
Técnico: Marcelo Bielsa
*** Temporariamente o blog não aceitará comentários ***
Taticamente bem definido no 4-2-3-1, o time de Diego Simeone é resultado do seu posicionamento correto, e de um quarteto ofensivo que tem jogado muito bem: Ádrian, Arda Turan, Diego e Falcão Garcia.
Mesmo assim ainda é pouco para vencer uma competição internacional. Desde a chegada de Simeone, em janeiro, o Atlético melhorou também sua postura defensiva, adquiriu personalidade.
O Athletic Bilbao de Bielsa foi valente, mas não conseguiu chegar ao gol de Curtois devido à falta de criação do meio de campo.
No 4-3-3, e ao contrário de oponente, cuja identidade é o posicionamento sem grandes variações, a equipe basca tentou compensar a ausência de um criativo com movimentação.
No primeiro tempo, a transição foi lenta, a bola demorou a chegar ao ataque, isolando o trabalho de LLorente.
Enquanto isso, na área oposta, Falcão Garcia foi simplesmente espetacular.
A tristeza dos jogadores do Athletic foi comovente. Aberto apenas a jogadores de origem basca, o time joga por um país, por uma ideologia. Valeu.
ATLÉTICO DE MADRI 3 X 0 ATHLETIC BILBAO
Local: Estádio Nacional de Bucareste (Romênia)
Data: 9 de maio de 2012 (quarta-feira)
Horário: 15h45 (de Brasília)
Árbitro: Wolfgang Stark (Alemanha)
Cartões amarelos: Amorebieta, Íñigo Pérez, Ander Herrera e Susaeta (Athletic Bilbao). Falcao (Atlético de Madri)
Gols: Falcao García, aos sete e aos 34 minutos do primeiro tempo, e Diego, aos 40 minutos do segundo tempo
ATLÉTICO DE MADRI: Courtois; Juanfran, Miranda, Godín e Luis Filipe; Gabi, Mario, Arda Turan (Álvaro Domínguez), Diego (Koke) e Adrián (Salvio); Falcao
Técnico: Diego Simeone
ATHLETIC BILBAO: Iraizoz; Iraola, Javi Martínez, Amorebieta e Aurtenetxe (Ibai Gómez); Iturraspe (Íñigo Pérez), De Marcos, Ander Herrera (Toquero), Susaeta e Muniain; Llorente
Técnico: Marcelo Bielsa
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- 17h53
- 03May
Juvenal Juvêncio diz que Émerson Leão concordou com o afastamento de Paulo Miranda.
É verdade, se não tivesse concordado não teria dirigido o time em Campinas.
Leão concordou mas não aceitou, ficou claro antes e depois da derrota. “Se tivesse no grupo, ele teria sido escalado”, disse o treinador.
Houve uma óbvia interferência da diretoria na parte técnica. E no dia do jogo.
O grupo não ficou abalado com isso, mas é no mínimo estranho você ver seu colega afastado da concentração horas antes de uma partida.
Como fica, agora, a confiança no treinador? Até que ponto os jogadores podem acreditar nele?
Leão, certamente, contou até dez enquanto se lembrava do tempão que ficou parado, sem trabalho.
A decisão da diretoria, com embalagem administrativa, foi técnica. Área do treinador.
Toda essa história colocou em segundo plano o rendimento do time em Campinas.
O São Paulo começou bem, mas com o tempo foi abandonando a partida. Por que Lucas foi omisso?
Uma das maiores esperanças do futebol brasileiro permaneceu alheia ao jogo, escondido na “ponta” direita, disposto a consagrar o lateral Renan, reserva da Ponte.
Um 4-3-3 só se justifica se houver mobilidade no ataque. Os três da frente, sem movimento, acabam se encaixando na marcação do adversário.
A defesa do São Paulo não exibe a segurança do tricampeonato brasileiro, não possui jogadores pra isso, qualquer tricolor sabe.
Mas alguém deve ter indicado o zagueiro. Paulo Miranda não merece levar a culpa sozinho.
O problema em Campinas é que o time aceitou o jogo de uma Ponte Preta valente, organizada e dedicada.
Agora é mais importante saber o que levou Lucas a uma atuação apática.
Ele parecia jogar no Brinco de Ouro, sozinho, enquanto o time atuava no Moisés Lucarelli.
*** Temporariamente o blog não aceitará comentários ***
É verdade, se não tivesse concordado não teria dirigido o time em Campinas.
Leão concordou mas não aceitou, ficou claro antes e depois da derrota. “Se tivesse no grupo, ele teria sido escalado”, disse o treinador.
Houve uma óbvia interferência da diretoria na parte técnica. E no dia do jogo.
O grupo não ficou abalado com isso, mas é no mínimo estranho você ver seu colega afastado da concentração horas antes de uma partida.
Como fica, agora, a confiança no treinador? Até que ponto os jogadores podem acreditar nele?
Leão, certamente, contou até dez enquanto se lembrava do tempão que ficou parado, sem trabalho.
A decisão da diretoria, com embalagem administrativa, foi técnica. Área do treinador.
Toda essa história colocou em segundo plano o rendimento do time em Campinas.
O São Paulo começou bem, mas com o tempo foi abandonando a partida. Por que Lucas foi omisso?
Uma das maiores esperanças do futebol brasileiro permaneceu alheia ao jogo, escondido na “ponta” direita, disposto a consagrar o lateral Renan, reserva da Ponte.
Um 4-3-3 só se justifica se houver mobilidade no ataque. Os três da frente, sem movimento, acabam se encaixando na marcação do adversário.
A defesa do São Paulo não exibe a segurança do tricampeonato brasileiro, não possui jogadores pra isso, qualquer tricolor sabe.
Mas alguém deve ter indicado o zagueiro. Paulo Miranda não merece levar a culpa sozinho.
O problema em Campinas é que o time aceitou o jogo de uma Ponte Preta valente, organizada e dedicada.
Agora é mais importante saber o que levou Lucas a uma atuação apática.
Ele parecia jogar no Brinco de Ouro, sozinho, enquanto o time atuava no Moisés Lucarelli.
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- 13h23
- 30Apr
O Internacional superou o Grêmio e agora vai decidir o título com o Caxias.
Até aí nenhuma novidade, normal para o Campeonato Gaúcho, mesmo sem Grenal na decisão.
Estranho, porém, foram as estratégias utilizadas pelas duas instituições para vencer o confronto: teve sal grosso no banco de reservas do Grêmio, briga de Luxemburgo com gandula e aquele mistério já famoso e inútil na escalação.
Catorze gremistas foram a campo sem que o time tivesse sido divulgado antes de a bola rolar.
Ridículo, principalmente para quem vive falando em profissionalismo.
Essas bobagens não cabem mais numa partida entre gigantes do futebol brasileiro.
Pior, então, é a situação de Luxemburgo, que ainda se diz um treinador de ponta.
No alto nível, esse tipo de estratégia é primitiva, visa apenas atrair os holofotes para o treinador.
O Grenal exige respeito à tradição.
Desta vez, Inter e Grêmio ficaram devendo.
É assim que pretendem incentivar a convivência pacífica e civilizada entre os torcedores?
Até aí nenhuma novidade, normal para o Campeonato Gaúcho, mesmo sem Grenal na decisão.
Estranho, porém, foram as estratégias utilizadas pelas duas instituições para vencer o confronto: teve sal grosso no banco de reservas do Grêmio, briga de Luxemburgo com gandula e aquele mistério já famoso e inútil na escalação.
Catorze gremistas foram a campo sem que o time tivesse sido divulgado antes de a bola rolar.
Ridículo, principalmente para quem vive falando em profissionalismo.
Essas bobagens não cabem mais numa partida entre gigantes do futebol brasileiro.
Pior, então, é a situação de Luxemburgo, que ainda se diz um treinador de ponta.
No alto nível, esse tipo de estratégia é primitiva, visa apenas atrair os holofotes para o treinador.
O Grenal exige respeito à tradição.
Desta vez, Inter e Grêmio ficaram devendo.
É assim que pretendem incentivar a convivência pacífica e civilizada entre os torcedores?
- 03h22
- 30Apr

Neymar recebeu marcação individual durante toda a partida. Primeiro de Piris, depois de Rodrigo Caio.
Amadurecido e sempre disposto a encontrar uma solução dentro do seu repertório, sabe que seu futebol é capaz de reduzir o número de jogadores no lado contrário.
Quando se encheu de Piris, aos 37 do primeiro tempo, colocou em prática uma série de cortes desconcertantes no paraguaio e, no lugar de progredir rumo ao gol, atraiu seu marcador, já destemperado, para o confronto.
Foi uma ação estratégica para aliviar a marcação.
Piris recebeu cartão amarelo e foi substituído no intervalo. Certamente levaria o vermelho.
Neymar deu mais uma prova de sua importância para o futebol brasileiro. Sé é que o menino ainda precisa provar alguma coisa.
É o único jogador capaz de desequilibrar partidas e resolvê-las sozinho por estas bandas. Tem 11 patrocinadores, recebe um baita salário do Santos, mas ainda é barato pelo o que entrega.
Para enfrentá-lo, o São Paulo precisaria encaixar um jogo perfeito do ponto de vista coletivo.
Sem Luís Fabiano ficou mais difícil, só melhorou quando Fernandinho substituiu Jadson, no segundo tempo. Mas foi pouco, os erros do time liquidaram com as chances de vitória.
O Santos caminha para conquistar mais um Paulista. Enfrentará o valente e dedicado Guarani de Vadão como favorito. Mais que isso, com a obrigação de vencer, pois a etapa mais difícil já foi superada.
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O que pode ser definido como normal em campeonatos estaduais?
Quando os clubes grandes sufocam os pequenos, a competição torna-se óbvia e modorrenta; quando é a vez dos pequenos, chega-se à conclusão de que os grandes já não são mais os mesmos.
As vitórias de Ponte Preta e Guarani desclassificaram Corinthians e Palmeiras. Surpreende menos a derrota da equipe de Felipão, em nítido movimento de baixa.
Depois de 19 partidas, a primeira colocação corintiana significou muito pouco, mas o que se esperava do pacote de vantagens do Paulista? Jogar em casa e precisar apenas do empate? Mesmo assim, olhando apenas para o placar final no Pacaembu ainda seria pouco.
Esses torneios são assim mesmo. São levados com muita seriedade pelos treinadores porque custam seus cargos, geram crises, mas nem sempre são boas balizas para a temporada.
Para os clubes de Campinas, o domingo foi magnífico. As vitórias não significam a redenção do futebol da cidade, mas devem ser vistas com todo o respeito, principalmente pelo trabalho desenvolvido pelos treinadores Oswaldo Alvares e Gílson Kleina.
Tite e Felipão passarão dias na defensiva até seus próximos compromissos. Do outro lado, Muricy Ramalho e Émerson Leão sabem que quem chegar à final terá a obrigação de vencer o campeonato.
As duas semifinais vão pegar fogo. E olho no jogo de Campinas. As autoridades não têm o direito de errar na questão da segurança.
Quando os clubes grandes sufocam os pequenos, a competição torna-se óbvia e modorrenta; quando é a vez dos pequenos, chega-se à conclusão de que os grandes já não são mais os mesmos.
As vitórias de Ponte Preta e Guarani desclassificaram Corinthians e Palmeiras. Surpreende menos a derrota da equipe de Felipão, em nítido movimento de baixa.
Depois de 19 partidas, a primeira colocação corintiana significou muito pouco, mas o que se esperava do pacote de vantagens do Paulista? Jogar em casa e precisar apenas do empate? Mesmo assim, olhando apenas para o placar final no Pacaembu ainda seria pouco.
Esses torneios são assim mesmo. São levados com muita seriedade pelos treinadores porque custam seus cargos, geram crises, mas nem sempre são boas balizas para a temporada.
Para os clubes de Campinas, o domingo foi magnífico. As vitórias não significam a redenção do futebol da cidade, mas devem ser vistas com todo o respeito, principalmente pelo trabalho desenvolvido pelos treinadores Oswaldo Alvares e Gílson Kleina.
Tite e Felipão passarão dias na defensiva até seus próximos compromissos. Do outro lado, Muricy Ramalho e Émerson Leão sabem que quem chegar à final terá a obrigação de vencer o campeonato.
As duas semifinais vão pegar fogo. E olho no jogo de Campinas. As autoridades não têm o direito de errar na questão da segurança.
- 23h22
- 09Apr
Tanto faz se o diretor de seleções da CBF gosta ou não do futebol do Barcelona.
Ninguém é obrigado a se encantar com o estilo do time de Guardiola e nem transformá-lo em padrão de futebol bem jogado.
Mas também não dá para afirmar que o jogo catalão é uma balela.
Algo diferente anda acontecendo na Espanha e o responsável por todas as seleções nacionais deveria saber mais, estar disposto a entender como funciona a metodologia de treinamento criticada por ele.
O Corinthians, time que ele dirigiu até o final do ano, jogou no domingo contra o Paulista pelo Campeonato Estadual com apenas dois jogadores criados nas divisões de base: o goleiro Julio Cesar e o zagueiro Marquinhos, hoje ainda reserva do reserva.
Já o Barcelona, contra o Milan, na semana passada, pela Liga dos Campeões, entrou em campo com nove jogadores formados na base.
Só pode ser mesmo balela.
“Eu já fui pra lá e não vi o time jogar igual ao profissional, ainda perderam de 2 a 0 para o sub-17 do Corinthians”, disse o ex-presidente corintiano.
É verdade que o Barcelona perdeu para o Corinthians no sub-17, Corinthians que dois meses depois se livrou da comissão técnica responsável pelo feito. E mais: o placar foi 2 a 1.
Nesta terça tem Messi e suas balelas na tela dos canais ESPN.
Ninguém é obrigado a se encantar com o estilo do time de Guardiola e nem transformá-lo em padrão de futebol bem jogado.
Mas também não dá para afirmar que o jogo catalão é uma balela.
Algo diferente anda acontecendo na Espanha e o responsável por todas as seleções nacionais deveria saber mais, estar disposto a entender como funciona a metodologia de treinamento criticada por ele.
O Corinthians, time que ele dirigiu até o final do ano, jogou no domingo contra o Paulista pelo Campeonato Estadual com apenas dois jogadores criados nas divisões de base: o goleiro Julio Cesar e o zagueiro Marquinhos, hoje ainda reserva do reserva.
Já o Barcelona, contra o Milan, na semana passada, pela Liga dos Campeões, entrou em campo com nove jogadores formados na base.
Só pode ser mesmo balela.
“Eu já fui pra lá e não vi o time jogar igual ao profissional, ainda perderam de 2 a 0 para o sub-17 do Corinthians”, disse o ex-presidente corintiano.
É verdade que o Barcelona perdeu para o Corinthians no sub-17, Corinthians que dois meses depois se livrou da comissão técnica responsável pelo feito. E mais: o placar foi 2 a 1.
Nesta terça tem Messi e suas balelas na tela dos canais ESPN.
- 20h06
- 02Apr

O Milan tem o tempo a seu favor. O empate sem gols na partida de ida é o melhor entre os piores resultados que um mandante pode ter em uma etapa eliminatória com o regulamento utilizado na Champions.
O Milan é dono do tempo se souber se defender, se marcar o time de Guardiola como o fez no San Siro. Massimiliano Allegri não deve afundar sua equipe na defesa, mas pode esperar pelo Barça e acreditar nos contra-ataques.
A pressão está no lado catalão. E também a obrigação de chegar à semifinal. Agora depende de Guardiola, que assumiu todo o seu respeito pelo adversário ao escalar Keita para proteger a defesa ao lado de Busquets.
A formação aumentou o poder de marcação e retirou um jogador do lado esquerdo. E o Barcelona ficou manco, pois o fluxo de jogo é muito forte no setor direito. A transição do ataque para a defesa apresenta grande volume com Daniel, Xavi, Messi e Alexis.
É da direita para a esquerda, para o jogador que entra na diagonal no lado oposto, como fazia David Villa antes de se contundir. Guardiola tem apostado em Tello, 20 anos, mais um produto de La Masia. Mas como titular...
Sem ocupar o setor, o time trabalha a bola e acaba insistindo demais pela faixa central. Falta um nome. Tello? Fábregas? Cuenca? Keita? Essa é a dúvida que pode decidir o estilo a ser adotado e o jogo.
O Milan vai esperar, defender e jogar por uma bola.
Com um jogador para receber a bola na esquerda e entrar em diagonal, o Barça fica perto da classificação.
- 23h34
- 01Apr
Após a transmissão da vitória da Juventus sobre o Napoli, pelo campeonato Italiano, Paulo Calçade e Paulo Andrade viajam para Barcelona, onde estarão na cobertura da transmissão da partida de volta das quartas de final da Champions League, entre Barcelona e Milan.
Paulo Calçade afirma que a pressão está toda voltada para o Barcelona, já que o Milan conseguiu segurar o empate na partida de ida.
“O Barcelona é o favorito, mas não significa dizer que a classificação do Milan seja surpresa. O Milan tem uma equipe de altíssima média de idade, e isso pode fazer a diferença, pois oito jogadores que atuaram contra o Barcelona, na quarta-feira, jogaram agora, no final de semana, e estarão atuando na terça, o que gera um desgaste muito grande. O mesmo vale para o Barcelona, que possui um time mais jovem para colocar em campo.”
Paulo Calçade afirma que a pressão está toda voltada para o Barcelona, já que o Milan conseguiu segurar o empate na partida de ida.
“O Barcelona é o favorito, mas não significa dizer que a classificação do Milan seja surpresa. O Milan tem uma equipe de altíssima média de idade, e isso pode fazer a diferença, pois oito jogadores que atuaram contra o Barcelona, na quarta-feira, jogaram agora, no final de semana, e estarão atuando na terça, o que gera um desgaste muito grande. O mesmo vale para o Barcelona, que possui um time mais jovem para colocar em campo.”
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Clique no player e assista!
Você acompanha a transmissão de Barcelona x Milan, nesta terça-feira, às 15h45, ao vivo, na ESPN e ESPNHD.- 23h14
- 28Mar
Paulo Calçade e Paulo Andrade falaram direto do estádio San Siro, onde o Milan empatou em 0 a 0 com o Barcelona, pelo jogo de ida das quartas de final da Champions League.
Eles falaram sobre a atuação do Milan, que teve boa atuação do goleiro Abbiati, além das oportunidades perdidas por Robinho e Ibrahimovic. Já o Barcelona esteve muito presente no ataque, mas não foi efetivo.
Eles falaram sobre a atuação do Milan, que teve boa atuação do goleiro Abbiati, além das oportunidades perdidas por Robinho e Ibrahimovic. Já o Barcelona esteve muito presente no ataque, mas não foi efetivo.
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Clique no player e veja a análise Paulo Calçade e Paulo Andrade
Milan e Barcelona se enfrentam nesta quarta-feira e a equipe dos canais ESPN está nos preparativos finais para a cobertura direto de Milão, onde o comentarista Paulo Calçade mostra um pouco dos bastidores e da equipe envolvida no evento.
A partida está marcada para às 15:45, horário de Brasília e você acompanha tudo na ESPN e ESPNHD.
A partida está marcada para às 15:45, horário de Brasília e você acompanha tudo na ESPN e ESPNHD.
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Paulo Calçade mostra os preparativos da equipe dos canais ESPN para Milan e Barcelona
Paulo Calçade é comentarista dos canais ESPN, da Rádio Eldorado ESPN e colunista de O Estado de S. Paulo. Pós-graduado em futebol pela Escola de Educação Física e Esporte (USP), enxerga na ciência um papel fundamental no futebol atual. O blog é também um espaço para serem discutidas essas questões.