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Óleos, luvas e bolas para furar: as curiosidades do boliche profissional
por Felipe Alencar, da redação do ESPN.com.br
Aqueles que não estão familiarizados com o boliche profissional ficam longe de imaginar o número de detalhes que cercam a modalidade. Engana-se quem pensa que para ter sucesso no esporte basta treinar um pouco, pegar uma bola com firmeza, se concentrar e fazer um arremesso. Muitos outros pormenores fazem parte da realidade do boliche profissional.
Classificado para os Jogos Pan-Americanos, o brasileiro Márcio Vieira, de 58 anos, tem uma longa trajetória no boliche. Ao contar como tem sido a sua preparação para a competição, Márcio já revela uma série de curiosidades do esporte.
“Tenho treinado no mínimo 5 dias na semana, treino com bola nas pistas, 2 horas, no mínimo. A maior finalidade é a adaptação aos diferentes tipos de condicionamento de óleo a ser aplicado nas pistas. Descobrir a melhor bola, ângulo do corpo e a velocidade do arremesso é o desafio. No Pan, vamos jogar em um tipo de óleo médio e outro de curto, que serão definidos entre 8 possíveis, na véspera do torneio”, afirma Márcio Vieira.
“Nas eliminatórias, cada dia era um óleo diferente. Então, tinha que jogar conforme o óleo, com uma bola diferente”, conta a atleta, revelando que um determinado acessório está sempre com ela nas competições. “Eu uso luva para melhorar o meu saque”, explica.
Diante de tantos detalhes, é compreensível que cada jogador tenha o seu próprio material nos torneios. E mais: é fundamental que o atleta adapte corretamente as bolas a sua mão.
“Todo esporte tem muita técnica específica atrelada a si. Eu mesmo furo as minhas bolas, e a utilização em competição é exclusiva de cada atleta, que pode treinar com quantas quiser, mas só pode competir com 6 delas”, diz Vieira.
“Como falei, um tipo de óleo mineral invisível é aplicado nas pistas. Estes padrões de condicionamento exigem bolas com diferentes comportamentos. Mais ou menos curva, maior ou menor aderência. Fazem com que troquemos o equipamento durante a competição. Por analogia, em dia de chuva na Fórmula 1, pneu ‘biscoito’. Pista seca, pneu ‘slick’. No boliche, mais óleo ou mais longo, bolas mais aderentes ou com mais curva”, compara o brasileiro, citando que o aspecto psicológico também é extremamente valioso no esporte. “O cansaço vai ser tanto físico quanto mental”, prevê.
Classificado para os Jogos Pan-Americanos, o brasileiro Márcio Vieira, de 58 anos, tem uma longa trajetória no boliche. Ao contar como tem sido a sua preparação para a competição, Márcio já revela uma série de curiosidades do esporte.
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“Tenho treinado no mínimo 5 dias na semana, treino com bola nas pistas, 2 horas, no mínimo. A maior finalidade é a adaptação aos diferentes tipos de condicionamento de óleo a ser aplicado nas pistas. Descobrir a melhor bola, ângulo do corpo e a velocidade do arremesso é o desafio. No Pan, vamos jogar em um tipo de óleo médio e outro de curto, que serão definidos entre 8 possíveis, na véspera do torneio”, afirma Márcio Vieira.

No boliche profissional, bolas são escolhidas de acordo com as condições da pista
Crédito da imagem: Divulgação
Também representante do Brasil em Guadalajara, Marizete Scheer diz que as eliminatórias para o Pan já exigiram uma preparação bastante satisfatória.Crédito da imagem: Divulgação
“Nas eliminatórias, cada dia era um óleo diferente. Então, tinha que jogar conforme o óleo, com uma bola diferente”, conta a atleta, revelando que um determinado acessório está sempre com ela nas competições. “Eu uso luva para melhorar o meu saque”, explica.
Diante de tantos detalhes, é compreensível que cada jogador tenha o seu próprio material nos torneios. E mais: é fundamental que o atleta adapte corretamente as bolas a sua mão.
“Todo esporte tem muita técnica específica atrelada a si. Eu mesmo furo as minhas bolas, e a utilização em competição é exclusiva de cada atleta, que pode treinar com quantas quiser, mas só pode competir com 6 delas”, diz Vieira.
“Como falei, um tipo de óleo mineral invisível é aplicado nas pistas. Estes padrões de condicionamento exigem bolas com diferentes comportamentos. Mais ou menos curva, maior ou menor aderência. Fazem com que troquemos o equipamento durante a competição. Por analogia, em dia de chuva na Fórmula 1, pneu ‘biscoito’. Pista seca, pneu ‘slick’. No boliche, mais óleo ou mais longo, bolas mais aderentes ou com mais curva”, compara o brasileiro, citando que o aspecto psicológico também é extremamente valioso no esporte. “O cansaço vai ser tanto físico quanto mental”, prevê.
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