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- 10Jul
VÍDEO: Palmeiras esquece polêmica com Kleber, vence Santos fácil e mantém freguesia
por ESPN.com.br
A polêmica com o atacante Kleber não atrapalhou o Palmeiras, que venceu o Santos com facilidade por 3 a 0, neste domingo, no Pacaembu. Maikon Leite, até o mês passado jogador santista, Maurício Ramos e Patrik fizeram ainda no primeiro tempo os gols do jogo válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro.
O Palmeiras somou o sexto jogo seguido sem perder do rival do litoral paulista. No Campeonato Brasileiro, já chega a dez partidas o jejum do time da Vila Belmiro. A última vitória foi em abril de 2009.
O Palmeiras mantém-se bem na tabela do Brasileirão: é o quarto colocado, com 18 pontos. Já o Santos, que sofre com a ausência de seus principais jogadores, Elano, Ganso e Neymar, na Copa América, tem oito pontos e está na 15ª posição, perto da zona do rebaixamento.
Por cerca de cinco minutos, o Santos cumpriu sua promessa de atacar o Palmeiras. Muricy Ramalho colocou Diogo aberto pela direita, com Richely fazendo o mesmo do outro lado e Borges centralizado. O trio ainda tinha a subida de Arouca e Danilo como típicos armadores, em estratégia suficiente para prender a saída de bola palmeirense.
A tática, entretanto, não sobreviveu à alternativa similar e a maior disposição dos mandantes no clássico deste domingo. Comandado por Marcos Assunção, que chegava até a ficar entre os zagueiros, o Alviverde passou a ter qualidade para ir avançando e ganhando o campo adversário.
Com a calma e a experiência do volante tocando a bola atrás, logo o trio de ataque santista ficou totalmente isolado. Enquanto Arouca e Danilo tentavam ajudar, Rodrigo Possebon era insuficiente como único volante a segurar os rivais, que vinham em velocidade e logo tinham oportunidade de encarar os defensores em duelos individuais.
O cenário ainda contava com a ânsia palmeirense em ser rápido para roubar a bola e logo levantar a cabeça em busca de quem melhor estivesse colocado pelos lados. A equipe alvinegra até conseguia causar dificuldades no lado esquerdo de sua defesa, ocupado por Léo, mas a direita, com Pará, passou a ser uma avenida, até porque Maikon Leite e Dinei, substituto de Kleber, confundiam com constante movimentação.
Cicinho até se segurava na direita, para não dar espaços para Léo em suas costas. E nem precisava avançar. O Palmeiras atuava por ali mais para preencher espaço e ganhar o campo, ora com Márcio Araújo, ora com Patrik e, mais raramente, Cicinho. A deficiência santista estava em Pará, e era muito bem explorada por Gabriel Silva e, principalmente, Luan.
Aso 21 minutos, a dupla foi fatal. Gabriel Silva deu um drible da vaca em Pará e rolou para Luan, que prendeu a bola até o momento exato em que Maikon Leite pôde receber livre na área para driblar Rafael e abrir o placar. Uma jogada tão veloz que o Santos só foi perceber quando a bola estava nas redes de Rafael.
Estava clara a estratégia palmeirense, e o adversário não sabia como coibir. Até quando Pará conseguiu desarmar Luan, aos 29 minutos, deu errado: na cobrança de escanteio de Marcos Assunção, o goleiro Rafael ficou indeciso ao deixar sua meta e Mauricio Ramos aproveitou para subir na pequena área e testar nas redes.
Com Elano, Ganso e Neymar na seleçao brasileira, o Santos não tinha ninguém em campo capaz de levar a bola ao seu inútil trio de atacantes - Diogo não foi o armador que se esperava. O Palmeiras também não tinha Lincoln, e nem precisava. Luan usou e abusou da marcação de Pará na chance de provar que merece ter seu contrato renovado. Aos 45 minutos, o atacante driblou o lateral como quis, o desarmou e inverteu com um passe rasteiro para Patrik soltar a bomba no ângulo de Rafael.
Foi o último lance do primeiro tempo. Sem entender ou demonstrar muita disposição para correr atrás do adversário, o Santos foi para o intervalo reclamando da falta de concentração, justificativa para que ninguém conseguisse ajudar Pará na marcação a Luan ou Gabriel Silva.
No segundo tempo, o desfalcado time de Muricy voltou com três novidades na tentativa de sair do campo de defesa: os garotos Roger e Felipe Anderson e a vontade que faltou. O efeito na partida foi que o time visitante deixou de ser somente marcador para também sem marcado, mas sem o ânimo ou qualidade necessária para evitar a derrota que já era certa desde a etapa inicial.
Completamente dono da partida, o Palmeiras tinha na movimentação de Márcio Araújo a estratégia para dificultar que a bola chegasse aos pés dos santistas com perigo para Marcos. Bastava se aproveitar da vantagem adquirida no primeiro tempo e tocar a bola com calma sob os olhos abofados de seu rival.
Como sempre tem ocorrido até agora no Brasileiro, o Alviverde conseguiu três pontos como mandante. Como sempre tem ocorrido desde as semifinais do Campeonato Paulista em abril de 2009, o time não foi batido pelo Santos. Vitória de quem se dispôs a correr pelo resultado desde o início e precisou de 45 minutos para construí-la.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 X 0 SANTOS
Local: Estádio Municipal do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 10 de julho de 2011, domingo
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Público: 16.751 pagantes
Renda: R$ 444.239,00
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Herman Brumel Vani (SP)
Cartões amarelos: João Vitor (Palmeiras); Léo e Pará (Santos)
Gols:
PALMEIRAS: Maikon Leite, aos 21, Mauricio Ramos, aos 29, e Patrik, aos 45 minutos do primeiro tempo
PALMEIRAS: Marcos; Cicinho (João Vitor), Mauricio Ramos, Leandro Amaro e Gabriel Silva; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Patrik (Pierre) e Luan; Maikon Leite (Tinga) e Dinei
Técnico: Luiz Felipe Scolari
SANTOS: Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Rodrigo Possebon (Felipe Anderson), Arouca e Danilo; Diogo (Tiago Alves), Borges e Rychely (Roger)
Técnico: Muricy Ramalho
O Palmeiras somou o sexto jogo seguido sem perder do rival do litoral paulista. No Campeonato Brasileiro, já chega a dez partidas o jejum do time da Vila Belmiro. A última vitória foi em abril de 2009.
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O Palmeiras mantém-se bem na tabela do Brasileirão: é o quarto colocado, com 18 pontos. Já o Santos, que sofre com a ausência de seus principais jogadores, Elano, Ganso e Neymar, na Copa América, tem oito pontos e está na 15ª posição, perto da zona do rebaixamento.
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Veja os gols do Palmeiras no clássico contra o Santos!
O jogoPor cerca de cinco minutos, o Santos cumpriu sua promessa de atacar o Palmeiras. Muricy Ramalho colocou Diogo aberto pela direita, com Richely fazendo o mesmo do outro lado e Borges centralizado. O trio ainda tinha a subida de Arouca e Danilo como típicos armadores, em estratégia suficiente para prender a saída de bola palmeirense.
A tática, entretanto, não sobreviveu à alternativa similar e a maior disposição dos mandantes no clássico deste domingo. Comandado por Marcos Assunção, que chegava até a ficar entre os zagueiros, o Alviverde passou a ter qualidade para ir avançando e ganhando o campo adversário.
Com a calma e a experiência do volante tocando a bola atrás, logo o trio de ataque santista ficou totalmente isolado. Enquanto Arouca e Danilo tentavam ajudar, Rodrigo Possebon era insuficiente como único volante a segurar os rivais, que vinham em velocidade e logo tinham oportunidade de encarar os defensores em duelos individuais.
O cenário ainda contava com a ânsia palmeirense em ser rápido para roubar a bola e logo levantar a cabeça em busca de quem melhor estivesse colocado pelos lados. A equipe alvinegra até conseguia causar dificuldades no lado esquerdo de sua defesa, ocupado por Léo, mas a direita, com Pará, passou a ser uma avenida, até porque Maikon Leite e Dinei, substituto de Kleber, confundiam com constante movimentação.
Cicinho até se segurava na direita, para não dar espaços para Léo em suas costas. E nem precisava avançar. O Palmeiras atuava por ali mais para preencher espaço e ganhar o campo, ora com Márcio Araújo, ora com Patrik e, mais raramente, Cicinho. A deficiência santista estava em Pará, e era muito bem explorada por Gabriel Silva e, principalmente, Luan.
Aso 21 minutos, a dupla foi fatal. Gabriel Silva deu um drible da vaca em Pará e rolou para Luan, que prendeu a bola até o momento exato em que Maikon Leite pôde receber livre na área para driblar Rafael e abrir o placar. Uma jogada tão veloz que o Santos só foi perceber quando a bola estava nas redes de Rafael.
Estava clara a estratégia palmeirense, e o adversário não sabia como coibir. Até quando Pará conseguiu desarmar Luan, aos 29 minutos, deu errado: na cobrança de escanteio de Marcos Assunção, o goleiro Rafael ficou indeciso ao deixar sua meta e Mauricio Ramos aproveitou para subir na pequena área e testar nas redes.
Com Elano, Ganso e Neymar na seleçao brasileira, o Santos não tinha ninguém em campo capaz de levar a bola ao seu inútil trio de atacantes - Diogo não foi o armador que se esperava. O Palmeiras também não tinha Lincoln, e nem precisava. Luan usou e abusou da marcação de Pará na chance de provar que merece ter seu contrato renovado. Aos 45 minutos, o atacante driblou o lateral como quis, o desarmou e inverteu com um passe rasteiro para Patrik soltar a bomba no ângulo de Rafael.
Foi o último lance do primeiro tempo. Sem entender ou demonstrar muita disposição para correr atrás do adversário, o Santos foi para o intervalo reclamando da falta de concentração, justificativa para que ninguém conseguisse ajudar Pará na marcação a Luan ou Gabriel Silva.
No segundo tempo, o desfalcado time de Muricy voltou com três novidades na tentativa de sair do campo de defesa: os garotos Roger e Felipe Anderson e a vontade que faltou. O efeito na partida foi que o time visitante deixou de ser somente marcador para também sem marcado, mas sem o ânimo ou qualidade necessária para evitar a derrota que já era certa desde a etapa inicial.
Completamente dono da partida, o Palmeiras tinha na movimentação de Márcio Araújo a estratégia para dificultar que a bola chegasse aos pés dos santistas com perigo para Marcos. Bastava se aproveitar da vantagem adquirida no primeiro tempo e tocar a bola com calma sob os olhos abofados de seu rival.
Como sempre tem ocorrido até agora no Brasileiro, o Alviverde conseguiu três pontos como mandante. Como sempre tem ocorrido desde as semifinais do Campeonato Paulista em abril de 2009, o time não foi batido pelo Santos. Vitória de quem se dispôs a correr pelo resultado desde o início e precisou de 45 minutos para construí-la.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 X 0 SANTOS
Local: Estádio Municipal do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 10 de julho de 2011, domingo
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Público: 16.751 pagantes
Renda: R$ 444.239,00
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Herman Brumel Vani (SP)
Cartões amarelos: João Vitor (Palmeiras); Léo e Pará (Santos)
Gols:
PALMEIRAS: Maikon Leite, aos 21, Mauricio Ramos, aos 29, e Patrik, aos 45 minutos do primeiro tempo
PALMEIRAS: Marcos; Cicinho (João Vitor), Mauricio Ramos, Leandro Amaro e Gabriel Silva; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Patrik (Pierre) e Luan; Maikon Leite (Tinga) e Dinei
Técnico: Luiz Felipe Scolari
SANTOS: Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Rodrigo Possebon (Felipe Anderson), Arouca e Danilo; Diogo (Tiago Alves), Borges e Rychely (Roger)
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- 13h10
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Brasileiro - Série A 2012
Primeira Fase - 1ª Rodada
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| 26May | Portuguesa | X | Vasco |
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| 27May | Atlético-MG | X | Corinthians |
| 27May | São Paulo | X | Bahia |
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| 27May | Fluminense | X | Figueirense |