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O segundo na MX1 foi o belga Clement Desalle Foto:Celestino Flaire Jr.Mas Christophe Pourcel assumiu a liderança, para perde-la para Xavier Boog (Kawasaki). Pourcel em segundo e Clement Desalle (Suzuki) em terceiro.
Mas na final da prova, Desalle assumiu o primeiro lugar e pressionou Boog, que manteve o primeiro lugar até a bandeirada.
Desalle foi segundo, Kevin Strijbos (KTM) terceiro, Pourcel em quarto e Paulin em quinto.
Cairoli finalizou na nona posição. O melhor brasileiro foi Antonio Jorge Balbio Jr, na 16ª posição.
Na geral do GP, Pourcel foi primeiro, Philippaerts segundo e Strijbos terceiro.

MX2
1.Jeffrey Herlings/KTM - 223
2.Tommy Searle/Kawasaki - 203
3.Jeremy van Horebeek.KTM -189
4.Joel Roelants/Kawasaki - 152
5.Max Anstie/Honda - 137
MX1
1.Antonio Cairoli/KTM - 203
2.Clement Desalle/suzuki - 179
3.Christophe Pourcel/Kawasaki - 172
4.Gautier Paulin/Kawasaki - 170
5.Ken de Dycker/KTM - 154
Bubba conseguiu a liderança logo no início e depois manter a frente para vencer sua primeira corrida de moto nova. Bubba havia liderado a corrida preliminar na 450cc
Na 250 Blake Baggett teve que fazer ultrapassagens, se superar, para conquistar sua segunda vitória no dia.
Acompanhe nas próximas horas a cobertura completa da etapa de Hangtown do AMA MX
Depois de dois treinos livres, as categorias MX2 e MX1 entraram na pista para as provas classificatórias e não tivemos surpresas nas provas. Nas 250cc, Jeffrey Herlings (KTM) disparou na frente e não deu chances do britânico Tommy Searle (Kawasaki), que ficou com o segundo lugar, sendo que o companheiro de Herlings, Jeremy van Horebeek garantiu o terceiro posto. Eles sumiram, deixando outro grupo para as demais disputas. O melhor brasileiro foi novamente Hector Assunção, na 17a. posição.



Entraram na pista a categoria MX1, e novamente a KTM brilhou, com Cairoli liderando desde a primeira volta, seguido pelo francês da Kawasaki, Gautier Paulin, com Clement Desalle (Suzuki) em terceiro, Evgeny Bobryshev (Honda) em quarto e Dean Ferris (Kawasaki) em quinto. Antonio Jorge Balbi Jr. foi o melhor brasileiro, na 18a. posição,
Fim do primeiro dia do Honda GP Brasil de Motocross, amanhã por volta das 9 horas os warm up, e a partir das 12 horas as provas finais, com duas baterias de cada categoria. Até lá!


Classificatórias
MX2
1.Jeffrey Herlings
2.Tommy Searle
3.Jeremy van Horebeek
4.Christophe Chalier
5.José Butron
17.Hector Assunção
MX1
1.Antonio Cairoli
2.Gautier Oaulin
3.Clement Desalle
4.evgeny Bobryshev
5.Dean Ferris
19.Hector Assunção


O sábado amanheceu nublado e com uma fraca chuva, assustando todos no Beto Carrero World, mas quando os primeiros treinos rolaram, o sol apareceu, mas a pista estava pesada.
Primeira a entrar na pista, a MX2 e os pilotos começaram tentando acertar os saltos, o que só ocorreu na metade do treino. O mais rápido foi o holandês Jeffrey Herlings, com 2:11.526s, em segundo o britânico Tommy Searle (Kawasaki), e o melhor brasileiro foi Hector Assunção, na 19a. posição, com dez segundos atrás do líder.
O interessante foi o abandono de Herlings ainda neste treino, sua moto apagou e ele voltou para o box a pé, mesmo assim marcou o tempo mais rápido.


Na MX1, o italiano da KTM, Antonio Cairoli fechou a volta mais veloz, com 2:08.462, seguido pelo bela Kevin Strijbos, também da KTM, com 2:08.795, e o melhor brasileiro foi Jean Ramos, na 15a. posição, oito segundo atrás de Cairoli.
Depois dos treinos, todos voltaram para limpar suas motocicletas e se prepararem para a segunda sessão de treinos, a partir das 13;15h. Nesse intervalo Justin Barclay, responsável pela pista, está realizando acerto em alguns trechos dela.

Primeiro Treino livre
MX2
1.Jeffrey Herlings
2.Tommy Searle
3.Joel Roelnats
4.Jordi Tixier
5.Jake Nicholls
19.Hector Assunção
MX1
1.Antonio Cairoli
2.Kevin Strijbos
3.Clement Desalle
4.Rui Gonçalves
5.Christophe Pourcel
15.Jean Ramos
Depois de terminar o campeonato na 7º colocação, Bubba oficializou sua saída da equipe JGR/Yamaha, terminando em seis meses um contrato que estava planejado para três anos. A justificativa era que ele "sentia que não conseguiria vencer" em sua antiga equipe.
Agora, Bubba já está treinando pela Suzuki para correr a temporada do AMA Motocross que tem início nesse sábado, dia 19 de maio, em Hangtown, Califórnia. Porém, como seu contrato com a Suzuki não começa a valer oficialmente até janeiro, Bubba vai correr a temporada do Motocross de graça.
Confira abaixo a entrevista realizada por BJ Smith, do ESPN.com/ACTION com James Stewart, na qual ele esclarece sua saída da equipe JGR/Yamaha e suas expectativas para o AMA Motocross 2012:
Bubba Stewart trocou sua insatisfação na Yamaha pela Suzuki, onde afirmou que sempre quis correr Foto: Chris Tedesco/Red Bull Content PoolESPN.com: É verdade que você disse a Coy Gibbs (dono da equipe JGR) que "sentia que não conseguiria vencer"?
James Stewart: Sim. Eu disse ao Coy que sentia que na situação atual, na moto em que eu estava, eu não conseguiria ganhar. Eu não tinha nada em meu contrato a respeito de performance, então - não que eu fosse fazer isso - mas eu realmente poderia ir para as corridas e terminar em 20º em todos os fins de semana que não aconteceria nada comigo. Óbvio que não era algo que nenhum dos dois gostaria de ouvir, mas foi uma conversa que tivemos antes mesmo do início da temporada. Ele sabia que eu não gostava do novo modelo da Yamaha, sabia o quanto nós lutávamos, então ele deu o seu melhor para melhorar a situação. Mas eu falei para ele honestamente que não conseguiria vencer por essas razões.
Dê um exemplo de por que você não conseguiria vencer com aquela moto. O que poderia impedir um piloto como você de vencer?
Não era a equipe. Era o novo modelo da Yamaha. Quando eu digo que não podia vencer, não é por causa de algo que a equipe estava fazendo. É o jeito que a moto foi construída. Eu bati demais. Em 2009, eu venci 11 de 17 corridas, então o problema não era a marca da moto e sim como eles construíram esse novo modelo que não combinou comigo. Eu estava desconfortável nela. Não é culpa da equipe, eles se esforçaram. Mas não conseguimos acertar a moto. Aconteceu o mesmo na L&M. Eu não sei de ninguém que consiga andar bem com ela. O David Millsaps se deu bem, mas ele é 10 quilos mais pesado do que eu. Acho que pessoas maiores e mais altas conseguem pilotá-la melhor.
Seria possível voltar ao acerto de 2009?
Não tinha como voltar, é um chassis completamente diferente. E a Yamaha está tentando promover essa moto. Se eu competisse com a moto de 2009 significaria que esse modelo novo não é bom. E não é isso que estou dizendo. Eu disse que a moto não funciona para mim e que eu tive problemas com ela por muito tempo.

Você é uma pessoa difícil de se lidar?
Não. Se eu fosse difícil então Coy nunca teria atendido o telefone e a Yamaha nunca iria querer trabalhar comigo de novo. Eu ainda converso com eles. Antes de sair eles disseram "existe algo que nós possamos fazer?". E eu respondi: "Se vocês mudarem o modelo da moto ou tomarmos alguma medida drástica eu ficaria". Mesmo com toda essa situação com o Coy, nós ainda queremos trabalhar juntos. Nós provavelmente ainda vamos trabalhar juntos no futuro.
Eu não sou alguém difícil de se lidar. O que eu disse para o Coy foi: "você está me pagando muito dinheiro e temos duas possibilidades: nos separamos agora e te deixo com seis meses para encontrar outro piloto e você pode economizar bastante dinheiro. Ou eu posso ficar aqui, ficar em 20º nos próximos dois anos e levar cada centavo que você está investindo nessa equipe e não há nada que você possa fazer". Eu não sou esse tipo de pessoa, eu não corro por dinheiro. E ele entendeu isso, ele entendeu que eu queria muito vencer. Então se isso me torna uma pessoa difícil, talvez eu realmente seja.
Na temporada do Supercross, James Stewart venceu a etapa de Oakland com a Yamaha Foto: Garth Milan/Red Bull Content PoolSe você pudesse assinar com a Suzuki no ano passado, você teria aceitado?
Com certeza. Quando eu cheguei na JGR, eu queria pilotar para o Coy. Mas eu não podia. Originalmente eles iam disputar com Suzukis, era que nós dois gostaríamos. Mas infelizmente eles também estavam com problemas para assinar com a fábrica. Acho que não tinha certeza sobre o que fariam com seu programa de corridas. Se a Suzuki tivesse assinado com a JGR ou se tivessem me procurado como fizeram agora, eu com certeza teria pilotado por eles no ano passado.
O que tem de bom na Suzuki para você?
O jeito mais fácil de explicar é dizer que ela é normal. Sinto como se estivesse andando normalmente de novo, em vez de pulando em um pé só enquanto corro uma maratona.
Você vai correr de graça nesse verão. Você não tem nada a provar, mas que mensagem você está tentando passar?
Não estou tentando passar nenhuma mensagem. A verdade é que eu amo pilotar. Eu ganhei e ainda ganho bastante dinheiro. Quando eu cheguei na Suzuki perguntei "Vocês podem fazer o que eu quero fazer? Podem me dar uma moto, uma equipe? Podem me garanti-los para os próximos anos". E eles podiam.
Depois me perguntaram "você quer correr no Motocross?", e eu disse que sim, claro. Quando me disseram que não podiam me pagar nada eu disse que não me importava, eu amo correr com motos, eu só quero correr.
Então sim, estou correndo de graça para a Suzuki. Meu contrato não começa até janeiro, mas isso não me incomoda nada.
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Quando me disseram que não podiam me pagar nada eu disse que não me importava, eu amo correr com motos, eu só quero correr. |
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--James Stewart
Você está preocupado em talvez não se dar bem na Suzuki também?
Eu me sinto melhor agora. Acho que ainda posso ganhar muitas corridas. Vai demorar um pouco para tudo ficar certo, mas eu vou fazer acontecer. No fim, acho que fiz a escolha certa. Se eu for mal, eu fui mal. É isso.
O que seria um temporada de sucesso para você no Motocross?
Me divertir. Estou encarando como uma preparação para 2013, então um verão de sucesso seria aprender sobre a moto, estar com os meus fás. Claro, vencer o campeonato seria bom, mas eu acho que com algumas pessoas eu nunca terei o benefício da dúvida.
Se eu perder em Hangtown as pessoas vão falar que eu estou mal. Mas eu não vejo assim, porque eu tive apenas cinco dias treinando com a moto e o que pretendo fazer provavelmente vai ser muito difícil. Eu não corro no Motocross há quatro anos. Meu objetivo mesmo é vencer o Supercross em 2013.
Como está sua saúde?
100%. Eu fiquei algumas semanas de fora porque quebrei minha mão. Eu ia voltar para as duas últimas corridas, mas eu já havia me separado da JGR um pouco antes da etapa em Salt Lake City, então fiquei sem equipe nelas.


- 12h57
- 17May
FIM e IFMXF anunciaram renovação de parceria para realização do Mundial de FMX até 2016Foto: Oliver Franke/IFMXF.com
A Federação Internacional de Freestyle Motocross – IFMXF, por meio da agência organizadora de seus eventos, a Sportplus, renovou por mais três anos o contrato com a Federação Internacional de Motociclismo (FIM), para a realização do Mundial de Freestyle Motocross. Firmado durante a etapa do AMA Supercross em Las Vegas, o acordo foi divulgado ontem, 16 de maio. Além do Mundial, a IFMXF também anunciou a primeira edição do Freestyle das Nações para 2013.
Parceiros nos últimos sete anos, o acordo entre IFMXF e FIM agora se estende até o fim de 2016. Ambas as entidades afirmam estar satisfeitas com a renovação e rumos da parceira. Na opinião de Stéphane Desprez, CEO da FIM, a realização do Freestyle das Nações será um grande incentivo para o freestyle motocross.
Até o momento, IFMXF e FIM não apresentaram detalhes sobre o Freestyle das Nações. Segundo as entidades, regras, data e local serão divulgados futuramente.
- 11h55
- 17May

Despois do abandono de dois grandes candidatos ao título deste ano, o campeão do ano passado, Ryan Villopoto (Kawasaki) e o australiano Chad Reed (Honda), tudo indicava que Ryan Dungey (KTM) estaria isolado no campeonato para mais um título, mas essa situação mudou com a confirmação da presença do ex-campeão da modalidade, James Stewart, que estreia com a sua nova equipe moto, a Suzuki.


Na 250cc, cinco pilotos formam os favoritos para o título da temporada, os campeões do supercross, Justin Barcia e Eli Tomac, ambos da Honda, Dean Wilson (Kawasaki) e os pilotos da KTM, o alemão Ken Roczen e o francês, Marvin Musquin. Este será um ano cheio de disputas na categoria que traz mais emoções. Fique ligado e confira a primeira etapa do AMA Motocross! 

- 19h40
- 16May

Recentemente apresentamos os modelos que a equipe USA iria utilizar na temporada do supercross americano, e com um novo visual. A 450cc de Ryan Dungey, que foi contratado pela equipe ao final do ano passado, trazia diversas mudanças, principalmente no motor, com o sistema de injeção eletrônica, sendo que na moto de linha mantinha-se o carburador. E como dissemos na época, era um sinal que os modelos 2013, poderiam seguir essa mudança.
E a fábrica austríaca decidiu antecipar a apresentação dos seus modelos para a próxima temporada, sendo a primeira fábrica a divulgar as imagens dos próximos modelos. As novas KTMs mudaram completamente seu visual, o mesmo das motos utilizadas pelas equipes oficias dos Estados Unidos e Mundial.
Para 2013 tudo é novo, e a 450cc finalmente vem com a injeção electrônica, além de outras modificações, muitas encontradas na moto de Dungey. A 250 SX-F vem com novo motor, enquanto que a 350 SX-F, apresenta novo cabeçote e EFI com 44mm, além de outras novidades. Confira nas imagens as novidades da linha 2013 da KTM!


Lesionado, Ryan Villopoto ficará de fora da temporada 2012 do AMA Motocross Foto: Getty ImagesLesionado na última etapa do AMA Supercross em Seattle, Ryan Villopoto ficará de fora da temporada 2012 e não poderá defender seu título no Motocross. Tyla Ratrray foi contratado para substituí-lo na Kawasaki. Com a ausência de Villopoto, abrem-se oportunidades para outros pilotos lutarem pelo campeonato.
Dois nomes figuram entre os principais concorrentes ao título na 450cc: Ryan Dungey e James Stewart. Dungey trocou a equipe Suzuki, com a qual ganhou quatro etapas em 2011, pela KTM por quem já chegou a correr na temporada 2012 do AMA Supercross. Mesmo perdendo quatro etapas no campeonato por uma lesão, Dungey terminou a temporada do Supercross em terceiro lugar. Até sua lesão durante treinos na Califórnia, Ryan Dungey estava disputando diretamente o título com Ryan Villopoto. Se conseguir se manter durante a temporada do Motocross sem lesões, Dungey é claramente um dos favoritos a conquistar o título mais uma vez.
James Stewart também teve sua temporada do Supercross prejudicada por uma lesão, mas estará de volta para disputar o Motocross esse ano. Bubba mostrou-se descontente com sua equipe Yamaha/JGR/Toyota durante a temporada do Supercross e recentemente anunciou seu desligamento da equipe e que correrá no Motocross pela Suzuki. Depois de praticamente duas temporadas afastado do AMA Motocross, ainda existem dúvidas sobre como será o desempenho de Bubba em 2012, mas mesmo assim ele mantem-se como um dos fortes concorrentes ao título.

Chad Reed seria um dos nomes certos entre os que lutariam pelo título, mas assim como Villopoto, ele se lesionou durante a temporada do Supercross e ficará de fora do Motocross. Depois de uma queda na etapa de Dallas em fevereiro, Reed rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho, além de sofrer farturas na tíbia, na fíbula, em duas costelas e em uma vértebra. Se conseguir retornar ainda em 2012, Reed com certeza terá dificuldades de acompanhar o ritmo de competição dos outros pilotos e não deverá conseguir repetir suas performances do ano passado quando venceu quatro etapas.
Na 250cc, Dean Wilson tentará repetir seu feito de 2011 e conquistar novamente o título. Com a ida de Rattray, segundo colocado em 2011, para a 450cc, seus maiores concorrentes devem ser Blake Baggett, Eli Tomac e Justin Barcia que chega com o título da Lites Shootout no Supercross.
A temporada 2012 do AMA Motocross terá novamente 12 etapas. Após a primeira em Hangtown nesse fim de semana, a etapa seguinte será em Freestone, Texas no fim de semana seguinte, no dia 26 de maio. Confira abaixo o calendário do AMA Motocross 2012:
19 de maio - Hangtown, Sacramento, Califórnia26 de maio - Freestone, Wortham, Texas02 de junho - Thunder Valley, Lakewood, Colorado09 de junho - High Point, Mt. Morris, Pennsylvania16 de junho - Budds Creek, Mechanicsville, Maryland07 de julho - Redbud, Buchanan, Michigan14 de julho - Spring Creek, Millville, Minnesota21 de julho - Washougal, Washougal, Washington11 de agosto - Southwick, Southwick, Massachusetts18 de agosto - Unadilla, New Berlin, New York01 de setembro - Steel City, Delmont, Pennsylvania08 de setembro - Lake Elsinore, Lake Elsinore, Califórnia

- 20h28
- 15May
Backflip no salto subindo a colina cristaliza ponto forte de Potter: capacidade para executar rotações por diferentes seções do traçadoFoto: Christian Pondella/Red Bull
Todd Potter conquistou a segunda etapa do Red Bull X-Fighters 2012, realizada em 12 de maio. A competição ocorreu no Glen Helen Raceway, em San Bernardino, Califórnia. Residente na região, Potter apostou na capacidade de rotacionar backflips por diferentes seções da pista como ponto forte. Na final, encarou Tom Pagès. Duelo de rotinas opostas. O francês (2º) levou à pista apenas manobras regulares (sem flips), porém, interpretadas ao modo Pagès. Outro piloto local, Wes Agee, estreando no campeonato, terminou em terceiro. Esta foi a primeira vitória de Todd Potter no Red Bull X-Fighters.
Lembrando, Glen Helen recebeu a maior pista da história do Red Bull X-Fighters, aproximando a característica da pilotagem em terreno natural às competições contemporâneas. Saltos subindo e descendo uma colina, lançamentos de terra, incrementados por seções como wall ride e quarter pipe. Elementos que se enquadram à pilotagem de Potter e Agee. Portanto, importantes para definição do resultado final. Agee, por sinal, conquistou o Swatch Best Move, prêmio concedido à melhor passagem ou manobra da competição. No caso, saltou rumo à parte superior da colina, “flipando”. Potter e Rob Adelberg fizeram o mesmo, inclusive, Potter deslocou a moto de eixo em meio à rotação num dos saltos. Todavia, Agee utilizou outra linha, um lançamento mais acentuado, difícil para alguns pilotos até na posição normal de pilotagem.
Segundo lugar de Pagès sem um flip sequer sacudiu conceitos do freestyle motocross. Volt teve contribuição significativa para resultadoFoto: Jorg Mitter/Red Bull
Tom Pagès venceu a classificatória e derrubou adversários ao longo das fases no evento principal, sem um backflip sequer. Atingiu posicionamentos singulares, assinados, construídos à base de movimentações vigorosas. Exemplificados em manobras como nine o-clock, estendido ao campo dos whips, tanto dos turndown quanto das inclinações clássicas. Pousou o Volt. O único a completar o giro corporal na etapa. Sacudiu conceitos do freestyle motocross. E agora, juntamente com Levi Sherwood (vs Sato no Brasil), é o único piloto a ganhar um duelo no X-Fighters sem “flipar”. Demonstrou que em determinadas situações fluidez associada à estética pode resultar em vitórias sem flips.
Estreando no X-Fighters, Wes Agee terminou na terceira posição, além de vencer o Swatch Best MoveFoto: Jorg Mitter/Red Bull
Resiliência
Capacidade para se recuperar, seguir em frente, sem se abalar é fundamental no freestyle motocross. Mas em Glen Helen dois pilotos chamaram a atenção: Javier Villegas e Rob Adelberg. Javier deslocou o ombro pousando um salto no quarter pipe. Posicionamento ruim e cansaço causaram a lesão. Adelberg fraturou a mandíbula ao cair “flipando” o salto em direção à seção superior da colina. Voltaram. Adelberg repetiu a manobra. E mesmo fora do tempo de volta, certamente, uma realização como piloto. Villegas definiu em palavras simples a razão para tal esforço: “Voltei porque eu quero competir.” E com este espírito o Red Bull X-Fighters segue para Istambul, Turquia, onde ocorre em 16 de junho a terceira etapa do campeonato.
RED BULL X-FIGHTERS GLEN HELEN – RESULTADO FINAL:
- 1. Todd Potter (EUA)
- 2. Thomas Pagès (FRA)
- 3. Wes Agee (EUA)
- 4. Javier Villegas (CHL)
- 5. Eigo Sato (JAP)
- 6. Rob Adelberg (AUS)
- 7. Levi Sherwood (NZL)
- 8. Dany Torres (ESP)
- 9. Maikel Melero (ESP)
- 10. Nick Dunne (EUA)
RED BULL X-FIGHTERS WORLD TOUR – CLASSIFICAÇÃO APÓS DUAS ETAPAS:
- 1. Todd Potter (EUA), 135 pontos
- 2. Levi Sherwood (NZL,) 130 pontos
- 3. Javier Villegas (CHL), 120 pontos
- 4. Rob Adelberg (AUS), 115 pontos
- 5 Thomas Pagès (FRA), 80 pontos
Desejo de competir. Explicação de Villegas para entrar na pista após deslocar ombro nos treinosFoto: Jorg Mitter/Red Bull
Rob Adelberg repetiu com sucesso linha que lhe causou queda e fratura na mandíbula durante os treinosFoto: Garth Millan/Red Bull
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