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- 19h33
- 02Feb
VÍDEOS: O Millwall e sua história de violência, os inimigos do West Ham
por Mauro Cezar Pereira, blogueiro do ESPN.com.br
Neste sábado, às 10h25, a ESPN vai mostrar, ao vivo, o duelo de maior rivalidade e violência do futebol inglês, outrora palco do hooliganismo. O ódio entre os fãs de West Ham United e Millwall já foi reproduzido no cinema, atrai as atenções em toda a Inglaterra e fora dela. Tanto que o duelo do primeiro turno, no New Dean, casa dos Lions, sequer teve transmissão pela TV. Coincidência ou não, após a bem sucedida operação policial realizada na ocasião, a exibição ao vivo da partida a ser disputada em Upton Park foi confirmada pela Football League.
Não haverá ingressos disponíveis para compra no dia do jogo, e apenas 1.436 foram disponibilizados para os torcedores do Millwall. Quem não tiver um bilhete sequer se aproximará do estádio. Um novo esquema especial de segurança é preparado para o jogo, após o sucesso alcançado no confronto de setembro do ano passado, quando não foram registrados incidentes entre os torcedores locais e os visitantes, dos Hammers.
A Polícia Metropolitana estará atenta na região de Newham, não apenas nos arredores do Upton Park, e em outros setores de Londres antes, durante e depois do cotejo. Homens especializados das forças de segurança trabalharão na identificação de encrenqueiros potenciais. Um porta-voz disse que não havia nenhuma informação até o momento que de sugerisse atos de desordem organizada planejados pelos rivais, e que a esperança (deles) é de que seja "um jogo de famílias".
Este blog já abordou a questão da violência entre os torcedores dos dois times em outros posts, como em 2009: clique aqui e leia. O West Ham é bem mais conhecido. Por frequentar a primeira divisão, ter maiores conquistas, jogadores importantes cedidos à seleção da Inglaterra campeã mundial em 1966 e ser o time de coração do baixista Steve Harris, do Iron Maiden. A fama de violentos dos seus seguidores também. Já o Millwall, pouco fez em sua história para merecer atenção. Pelo menos em campo. Mas a partir das arquibancadas, tem um histórico gigantesco de confusões, brigas e tumultos genralizados.
Millwall Bushwackers, também chamado de "F-Troop", é um dos mais antigos grupos de torcedores dos Lions, com um histórico de envolvimentos em incidentes em toda a Grã-Bretanha. Sua reputação de violência é grande e famosa, tanto que há tempos adotaram o lema: "No one likes us, we don't care", ou seja, "Ninguém gosta de nós, nós não nos importamos". Nos jogos, eles cantam (abaixo).
--------------------------------------------
No one likes us, no one likes us
No one likes us, we don't care!
We are Millwall, super Millwall
We are Millwall from The Den!
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No vídeo abaixo, torcedores chegam à estação Wembley Park para acompanhar o jogo com o Scunthorpe em maio de 2009, valendo o acesso à segunda divisão. Em tempo: o time perdeu e só obteve a promoção um ano depois, quando venceu o Swindon, novamente em Wembley.
Nesse longo currículo de brigas e confusões, três são marcantes, como a de 1978, quando o Millwall jogava contra o Ipswich Town pela FA Cup no velho The Den. O tumulto foi gigantesco e as brigas se espalharam ao redor do estádio antes mesmo de a bola rolar. Fãs do time visitante foram encurralados sob um pesado ataque de torcedores do Millwall, que neles atiravam tijolos e pedras. A luta continuou pelas arquibancadas e foi parar no gramado. Vários tipos de armas foram utilizadas no dia, como barras de ferro, facas e garrafas. Os Lions tiveram seu campo interditado por duas semanas. Além disso, durante dois anos o The Den não pôde receber partidas da FA Cup. O jogo terminou com outro massacre, este de bola: Ipswich 6 a 1! No vídeo abaixo, as imagens.
Em 1985 o Millwall jogava fora de casa, na cidade de Luton, ao norte de Londres, pela FA Cup. Hooligans dos Lions viajaram cerca de 80 quilômetros e a peleja contra o Luton Town (hoje na quinta divisão) foi suspensa pelo árbitro, David Hutchinson, um inspetor de polícia, depois de apenas 14 minutos. As arquibancadas do Kenilworth Road tiveram superlotação. Eram 17.470 pessoas no local onde hoje cabem pouco mais de 10 mil. Os torcedores praticamente transbordaram para o gramado. O jogo foi interrompido por 25 minutos até que a ordem foi retomada. Mas as hostilidades só aumentavam e quando o árbitro decretou o cancelamento do duelo as coisas pioraram.
Os Bushwackers, supostamente apoiados por outros grupos de hooligans, partiram para o confronto, com invasão do campo. Mais de 700 assentos foram arrancados e usados como armas, 81 pessoas pararam no hospital, sendo 31 policiais. Após uma laje de concreto tê-lo atingido duramente na parte traseira de sua cabeça, o sargento Colin Cooke acabou sufocado. Foi socorrido por um colega, Phil Evans, que iniciou a respiração boca a boca, sendo atacado enquanto tentava salvar a vida do companheiro. Foram algumas das mais assustadoras cenas já vistas em jogos de futebol no Reino Unido. Quanto ao Millwall, foi multado em (ridículas) £ 7.500. Nos vídeos abaixo, a batalha.
Os torcedores do Millwall vinham, há pelo menos duas décadas, ocupando manchetes, amedontrando, espalhando o terror e alcançando seu maior objetivo: justamente toda esta fama. O que gerou, por exemplo, reportagens especiais até da BBC, como a do vídeo a seguir.
Eram os tempos mais violentos do futebol inglês, auge do hooliganismo, contornado em sua maior parte já nos anos 1990, quando da profunda reformulação nos estádios do Reino Unido. Mesmo assim, mais recentemente, em 2002, os fãs do Millwall mostraram do que são capazes. Era uma semifinal nos play-offs de acesso à Premier League. O Birmingham City apenas empatou (1 a 1) em seu estádio, o St. Andrews, e foi ao New Den, onde surpreendeu os Lions, 1 a 0.
A revolta dos torcedores do Millwall com a derrota explodiu pels ruas ao redor do estádio, com batalhas entre os Bushwackers e a polícia. Tijolos, pedras e fogos de artifício foram utilizados pelos hooligans, 45 policiais ficaram feridos e a ordem só foi reestabelecida após uma hora de pancadaria. Cerca de 900 fãs estiveram envolvidos no incidente, que danificou edifícios vizinhos e resultou em dois carros incendiados. Sete prisões foram registradas e policiais experientes de plantão naquela noite disseram ter sido uma das piores violências que já haviam visto.
Clube periférico, de trajetória tímida, frequentador de divisões que não formam a elite do futebol inglês, ainda assim o Millwall tem seu nome conhecido em toda a Grã-Bretanha. Para muitos representa uma praga social. Há quem defenda a tese de que o hooliganismo nasceu lá nos anos 1960. Em 26 de março de 1966, três meses antes de a Inglaterra ganhar sua primeira e única Copa do Mundo, Queen's Park Rangers e Millwall se enfrentaram no Loftus Road pela terceira divisão. O QPR goleou por 6 a 1. Uma moeda teria sido atirada das arquibancadas, acertando a cabeça de um jogador do time da casa. Confusão criada, cerca de 30 fãs Millwall invadiram o campo com o intuito de provocar a anulação da peleja.
Naqueles tempos não havia arame farpado, grades fortificadas e cordões de policiais. Invasão de campo eram algo simples, pois também não existiam as duras punuições hoje aplicadas em quem se atreve e pisar no gramado. No jogo seguinte, 1 a 0 sobre o Brentford, no The Den, bombas de fumaça foram lançadas e o Millwall voltaria a ganhar as manchetes. Um mês depois, em viagem, torcedores dos Lions brigaram com os do Oxford United, que impôs o placar de 3 a 1. Virou rotina. Gangues de hooligans surgiriam por toda a Inglaterra e por um bom tempo, cada jogo no campo do Millwall passou a receber até 400 policiais.
Hoje o hooliganismo está contido. Não há tantos brigões como no passado, consequência de um trabalho sério e de longo prazo feito pelas autoridades britânicas após décadas demonstrando incompetência para detê-los. Mas o movimento ainda existe. E sempre que há uma chance, eles aprontam. Em 2004, o Millwall foi à final da Copa da Inglaterra. Perdeu para o Manchester United, mas obteve uma vaga na Copa da Uefa. No jogo em Budapeste diante do Ferencváros, confusões entre torcedores dos Lions e policiais húngaros sem o costume de enfrentar tais torcedores (vídeos abaixo).
É preciso saber lidar com esses caras. Eles (ainda) são perigosos. Quando os dois times se enfrentaram em agosto de 2009 pela Copa da Liga Inglesa, em Upton Park, a polícia relaxou e não adotou as suas precauções habituais. Os rivais não se encontravam há quase quatro anos e meio. Resultado? Campo invadido e batalhas pelas ruas a noite toda. Em Londres, o correspondente dos canais ESPN, João Castelo Branco, entrevistou o ator ator Leo Gregory, que no filme "Hooligans" fez o papel de Bovver, integrante da ICF (Inter City Firm), torcida do West Ham, inimigos mortais dos Millwall Bushwackers.
João também apurou com um torcedor dos Hammers que uma briga estaria sendo marcada para um pub em Plaistow, a cerca de dois quilômetros de Upton Park. Situação idêntica acontece no filme, produzido em 2005. Se o confronto na vida real vai mesmo acontecer, só se saberá no sábado. Agendar brigas por pura diversão é algo que faz parte da, digamos, subcultura hooligan. "É o Clube da Luta da classe operária", disse Leo Gregory ao nosso repórter na Inglaterra, numa referência ao filme de David Fincher com Brad Pitt e Edward Norton. Nele, homens extravazam seus problemas cotidianos em pancadarias no Fight Club.
O ator inglês conhece bem o assunto, que teve de pesquisar bem, pois também trabalhou no ótimo filme "Cass", que conta a história do ex-hooligan Cass Pennant, líder da ICF da qual participou entre os anos 1970 e 1980 e que já escreveu livros sobre hooliganismo, como "Top Boys". Gregory interpretou Freeman nesta produção de 2008, e aparece no trailer abaixo.
Nos anos 1990 o clube adotou o lema "We Fear No Foe", algo como "Nós não temo nenhum adversário (ou inimigo)" A frase foi colocada, inclusive, abaixo do número, na parte de trás da camisa oficial do Millwall. Por tudo isso a preocupação dos ingleses com o duelo diante do West Ham. E também por isso muita gente quer ver o confronto deste sábado. Então, anote na agenda: ao vivo, às 10h25 começa a transmissão de West Ham United x Millwall Football Club pela ESPN. Imperdível!
por Mauro Cezar Pereira
/maurocezarpereira- 19h40
- 06Feb
renan
Mauro parabéns pela coluna vim jogos e em foi muito rui unica coisa que gostei foi west ham quer venceu jogos 2 divisão e dura para quem está acostuma com primeira divisão
- 19h04
- 04Feb
Lucas Noronha Lopes
Legal você sempre manda bem sobre estas reportagens, como aquela dos hollingans da Servia sobre o jogo de agora eu estou assistindo este time o Millwall é muito ruim é só canelada no bola.
- 14h03
- 04Feb
Samuel Bizachi
Parabéns pelo excelente trabalho, Mauro. És um dos gigantes da ESPN e da televisão brasileira. Abraços!
- 11h41
- 04Feb
Mauricio Beniacar
Ótima matéria, pra variar. Mas a verdade é que eu gostaria de ver se essa torcida do Millwall iria conseguir aprontar alguma coisa com os nossa grupamentos de estádios das policias brasileira. Acho que no aeroporto já seriam recebidos com Spray de Pimenta nos olhos para receberem as boas vindas... Acho que até se merecem...
- 06h57
- 04Feb
Cláudio Piomonte
Caro Mauro, sei que o comentário nada tem a ver com o postado, mas veja a situação do futebol paraibano que há anos vem sendo dizimado pelos desmandos dessa senhora. Parece que agora surgiu uma voz antagônica pedindo mudanças urgentes. http://www.vozdatorcida.com/2012/02/a-fpf-nao-tem-direito-de-colocar-um-pe-dentro-do-auto-esporte-diz-watteau-rodrigues/
- 02h55
- 04Feb
Luiz Henrique Ferreira - Osasco/SP
Mauro, parabéns! O tema é ótimo e o post, sensacional. Um ótimo United x Millwall para todos. Abraço!
- 02h48
- 04Feb
Vai West Ham
Muito louco, deveria escrever mais sobre torcidas. Tomei um susto quando não vi na programação o jogo, mas agora vi que vai passar na ESPN e não na ESPN Brasil, alivio. O filme Cass é 1 MILHÃO de vezes melhor que o Holligans. Aquele cara sim gostava e muito de brigar.
- 00h21
- 04Feb
Belfort
Se MMA é esporte, pq não rolar uma porradinha entre torcidas né. Só não vale pau e armas, o resto vale tudo, igual no UFC. PS: Aonde vamos parar?!
- 23h29
- 03Feb
portuga MV ZN
excelente matéria..parabens...para aqueles q só sabem criticar ,a violencia se encontra em todo lugar ,não apenas no futebol, isso chama-se rivalidade,sempre existiu e sempre existirá,por isso q o futebol é a paixão de todo mundo..
- 23h29
- 03Feb
antonio vital didema
sou west ham vamos massacrar o millwall b?
- 20h40
- 03Feb
Túlio - Macapá - AP
Essa rivalidade é muito mais violenta que Timão x porcada com certeza... Saudações Corintianas Mauro!!!
- 20h36
- 03Feb
marcelo hideki
Quantas mortes já aconteceram nessa rivalidade?Pergunto isso porque com exceção de Heysel em 1985 praticamente não ouço falar de óbitos em briga de hooligans,já em SP nos anos 90 morreu muita gente me briga de organizadas.
- 20h33
- 03Feb
Marco Antonio Morais
Um texto refinado e objetivo, repleto de informações extremamente interessantes sobre esta rivalidade absurda, onde brota violência e fúria, envolvendo Millwall e West Ham. Está de parabéns, caro Mauro Cézar Pereira. Aliás, os cumprimentos são extensivos a ESPN por acompanhar e nos 'presentear' com as maiores rivalidades europeias, no caso, as duas principais divisões do futebol inglês. Realmente a sugestão deixado por outro internauta sobre o futebol escocês é muito boa. Também é um futebol muito tradicional, apesar de perder espaço nos últimos tempos. Menos o clássico Celtic x Rangers (por lá torço para o Hibernian, alviverde como o meu Palmeiras!!!). Enfim, uma ótima pedida para este sábado, 10h30.
- 20h27
- 03Feb
Rodrigo (Peloas - RS)
É lamentável que essa gentalha continuar a frequentar os estádios de futebol. Os estádios de futebol deveria ser um lugar de família, mas infelizmente isso não acontece.
- 18h36
- 03Feb
Bruno Lupino
Parabéns Mauro.Parabéns ESPN.A transmissão desta partida para mim é um verdadeiro sonho que vai se tornar realidade.A maior rivalidade do futebol.Fui para Londres em 2008 e fiquei hospedado na casa de um senhor torcedor do Millwall,foi onde tive a verdadeira noção do que estes dois clubes representam.Amor que vai além de títulos,de divisão. Grato ESPN pela chance de ver esse jogo
- 17h13
- 03Feb
Carlos Henrique Amato
Jorge Cardia, Os dockers não são fregueses dos hammers. Em confrontos oficiais, que somam todas as competições (inclusive copas locais que existiam antes dos times de Londres aderirem à liga nacional), o Millwall tem 38 vitórias contra 33 do West Ham. Se considerar só jogos das 2 copas inglesas e da liga, são 9 vitórias do West Ham, 6 do Millwall e 11 empates, uma diferença não tão significativa assim, se levarmos em conta a diferença de tamanho (estádio, torcida, divisão regular que participam) entre os dois clubes. O curioso é observar que, desde que os times aderiram à estrutura da liga nacional nos anos 20, foram apenas 26 confrontos em mais de 90 anos, fato, claro, que se dá pela raridade em que os dois se encontram em uma mesma divisão. Mas é interessante pensar que mesmo se enfrentando tão pouco e tendo uma rivalidade baseada em problemas de trabalho acontecidos a 90 anos atrás, essa rivalidade tenha permanecido e se intensificado ao longo das décadas. Coisas do futebol.
- 17h07
- 03Feb
Carlos Henrique Amato
O mais interessante dessa rivalidade, Mauro, é que ela nasceu porque os 2 clubes foram fundados por funcionários de empresas rivais, que disputavam os contratos de construção de navios nas docas do rio Tâmsa, em Londres. Tanto que os torcedores do MIllwall até hoje são chamados de "dockers", que seria estivadores, em uma tradução mais livre. E a rivalidade se acirrou muito nos anos 20 quando o sindicato de trabalhadores das docas convocou uma greve geral, e salvo minha memória esteja falha, um dos 2 grupos de trabalhadores "furou" a greve, provocando um ódio mortal do restante da categoria (e do grupo da outra empresa). Desde então o Millwall atravessou o Tâmsa e se mudou de East London para South London, criando rivalidades locais com Crystal Palace e Charlton, enquanto o West Ham, pelas longas temporadas na 1ª divisão, rivalizou com Tottenham, Chelsea e Arsenal. Mas essas novas rivalidades jamais chegaram aos pés do ódio mortal que hammers e dockers sentem um do outro.
- 16h54
- 03Feb
Carlos Henrique Amato
Mauro, fica uma sugestão. Acredito que os direitos televisivos do campeonato escocês devem ser muito baratos. Não precisa transmitir todas as semanas não, já que o nível técnico é bastante sofrível, mas por um valor pequeno vocês poderiam transmitir os 4 Old Firm Derbies entre Celtic e Rangers que acontecem todo campeonato. Seria um ótimo presente para nós torcedores brasileiros conhecermos essa que é considerada A MAIOR E MAIS INTENSA RIVALIDADE DO FUTEBOL MUNDIAL. Se o pessoal já está se empolgando com West Ham x Milwall, imagina quando virem a emoção e intensidade de um Old Firm, que divide Glasgow, a Escócia, a Irlanda e todo o Reino Unido em linhas políticas, religiosas e ideológicas. E, convenhamos, já que a ESPN está transmitindo campeonato japonês, russo e a segundona inglesa, o nível de Celtic e Rangers não deixa a desejar não. Os dois gigantes são clubes ricos e de muita tradição inclusive europeia (Celtic campeão da Copa dos Campeões e Rangers campeão da Copa Uefa)
- 16h08
- 03Feb
tailan ferreira de vasconcelos
Esse clima de violência não combina com o futebol e ccom nenhum esporte ou nada na vida o que esses caras fazem é um absurdo pura selvageiria.todas essas pesoas tem que serem presas,e enjauladas que é onde esses "animais" estu´pidos devem estar.
- 15h55
- 03Feb
Daniel Queiroz
Mauro, muito bom o texto, muitas informações e vídeos que servem para aumentar a ansiedade desta partida. Creio que dentro do estádio não irá acontecer nada, pela operação e número de policiais, mas fora do estádio é outra coisa, a noite vai ser longa em Londres. Abraço e parabéns pelo texto.
- 15h09
- 03Feb
André Frossard - Vitória-ES
Excelente reportagem, Mauro. Você poderia fazer uma também sobre os barra bravas argentinos. Sou seu fã e na minha opinião você é o melhor comentarista esportivo do país.
- 14h54
- 03Feb
Davi L. Omena
Excelente post, Mauro! Parabéns!! Jogo imperdível amanhã!
- 14h50
- 03Feb
Camilo S. Casariego
E quem disse que esporte não é cultura? Parabéns Mauro pela pesquisa e pelo que foi escrito. Estive um dia em Glasgow, Escócia e a rivalidade entre as torcidas de Celtic e Rangers foi tratada até em um museu. Ainda bem que em SP a briga entre as torcidas, aparentemente, deu uma tregua. Um abraço
- 14h03
- 03Feb
Fernando Stival
Excelente redação. Sempre me interessei pelas rivalidades entre os clubes, principalmente entre os ingleses (que não são poucas). Pra quem tiver interesse no assunto, vale a pena assistir à série ''The Real Football Factories'' (tem no Youtube). Na primeira temporada eles percorrem a Inglaterra e mostram como pensam e se organizam as ''firms'' e na segunda temporada eles passam por vários países (inclusive o Brasil). Novamente, parabéns pelo texto, Mauro...
- 13h34
- 03Feb
Jorge Cardia
Sou torcedor do West Ham amanhã vou vestir meu manto dos Hammers e assistir mais um massacre nos fregueses!!! Abraço Mauro e afinal qual time vc torce na inglaterra? espero que seja o West Ham.
- 11h39
- 03Feb
Gabriela Marinho da Silva Lima
Blz, Mauro ! Isto é história, é jornalismo ! Amanhã não perderei por nada o jogo . Gabi - São Paulo
- 11h37
- 03Feb
Daniel José de Lima
Mauro, Quanta informação ! Nós que amamos o futebol inglês vibramos . Daniel / São Paulo
- 10h37
- 03Feb
Vitor Madureira
Mauro, excelente post, aliás, como sempre bons textos, mais ainda do futebol inglês, podem ser encontrados aqui. Agora queria reforçar os links postados pelo Dirlei da Lagoa. Seria muito bom inclusive que fosse debatido no bate-bola essa questão das T.O.s já que os estaduais estão com jogos sem graça.
- 09h57
- 03Feb
Daniel Dias
Sou de Brusque Santa Catarina e realmente este episodio do torcedor do criciuma foi um absurdo, o caso da torcida do avai é serio o governo local deve intervir logo antes que seja tarde e se crie aquelas coisas que duram anos e anos pq se propagam entre amigos e filhos e pais vingativos! Como no caso do mundo arabe, corre o risco de um futuro proximo ser parecido no sentido de se brigar e se ter odio por algo que nem se sabe mais o motivo!
- 09h43
- 03Feb
Rodrigo Borbolla
Ótimo post Mauro. Assisti ao filme Hooligans e achei muito bom. Não fazia idéia de que um time mediano tinha uma torcida tão encrenqueira como essa. É uma pena nossos poderosos não fazerem nada aqui em nosso país. Abs
- 09h00
- 03Feb
Aurelio
O Mauro C. Pereira é um jornalista de mão cheia. Desse raros, que pesquisa antes sobre o tema ao invés de lançar reportagens estapafúrdias. Parabéns pela reportagem. Forte abraço de Niterói.
- 08h58
- 03Feb
caio bridi
Olha, vejo muita semelhança entre Milwall e Corinthians. Ambos os times nunca ganharam torneios de expressão e tem a torcida composta por vandalos e marginais. Seria o Millwall o Corinthians inglês?
- 08h36
- 03Feb
Marco
Parabéns Mauro... sem palavras pra esta coluna... há tempos admiro seus comentários, abraços
- 08h34
- 03Feb
Gustavo Belantini
Mauro sempre preciso nos posts sobre o futebol inglês. Parabéns.
- 08h03
- 03Feb
Fernando - Curitiba/PR
Vou acordar cedo só pra ver o verdadeiro VALE TUDO,hehehe.Vai ser muito bom esse jogo!!!
- 06h49
- 03Feb
d2
excelente post!
- 03h56
- 03Feb
Jonathan Duarte
belo texto escrito pelo Mauro Cezar Perreira então a respeito do jogo sem duvida todo mundo aqui no Brasil que tem o ESPN sem duvida esta muito afim de assisti vai ser um baita jogo
- 03h18
- 03Feb
joao ricardo - Coritiba FC
Excelente artigo...jornalismo de muita qualidade... A batalha atraves da violencia faz parte dos instintos primitivos do homem, e continua viva dentro de muitos, os quais precisam de pouco para exterioriza-la. Site-se os exemplos do futebol nacional, corinthians, coritiba e alguns talvez nao tao marcantes...Entretanto, esta rivalidade irracional apimenta um jogo de futebol como poucos detalhes o fariam... Sera um jogao!!!!
- 02h28
- 03Feb
Anderson Menezes
Ei Mauro que tal fazer amanhã a resenha da história do West Ham, time do qual sou adimirador!!
- 02h21
- 03Feb
Anderson Menezes - Macapá - Amapá
Parabéns pelo ótimo post Mauro, sábado já tenho programa para a manhã! Eu conheci essa rivalidade pelo filme Hooligans, que por sinal é ótimo! SRN!!
- 02h12
- 03Feb
Janine J. Inocente
Excelente texto! Particularmente, tenho aversão ao hooligarismo (ja não basta o tal UFC, que eu não considero esporte). Entretanto, tenho curiosidade em saber como surgiu o hooligarismo, porque as pessoas fazem isso, etc. E achei a definição de Leo Gregory muito boa: "É o Clube da Luta da classe operária" .Espero que a policia realmente contenha a violência. Como torcedora do West Ham, chegarei atrasada no meu curso para assistir o classico.
- 00h23
- 03Feb
Luciano Ferraz - Limeira-SP
Parabéns pelo post Mauro Cezar. Muito interessante saber das medidas tomadas pelas autoridades inglesas para que nada de ruim aconteça nesse jogo, que é uma das maiores rivalidades do futebol ingles. E se perguntar porque nada semelhante é feito aqui no Brasil, aonde eles estão mais preocupados em atender as exigencias da FIFA e gastar dinheiro publico sem necessidade.
- 00h04
- 03Feb
Bruno Salles
Fui a um jogo do Millwall em Londres há um ano. Experiência sensacional. Derby londrino contra o Crystal Palace, e o clima em torno muito bacana, até pela falta de modernidade.
- 23h32
- 02Feb
Tauan Ambrosio
O desastre em Bolton, em 1933, que matou 33 pessoas, aconteceu quando alambrados laterais cederam por causa superlotação. A pergunta é porquê eu to dando uma olhada num livro que fala sobre esses assuntos, dentre alguns outros.
- 23h26
- 02Feb
Tauan Ambrosio
Mauro, as grades nos estádios ingleses não foram uma idéia pós-FA Cup de 1923 ( a do cavalo branco)? Acho que o relatório Popplewell, já anos mais tarde, no auge do hooliganismo, só colocou - entre algumas outras coisas - um número maior de saída das grades para os espectadores. Abraço.
- 23h04
- 02Feb
Marcio Henrique - Porto Velho - Rondonia
Muito bom o texto a respeito dos hooligans e o filme que vc falou eu assisti os dois retrata realmente a realidade das torcidas eh claro q pessoalmente acho q eh ainda pior em relação ao q foi mostrado mas vc consegue ter uma boa noção de q nao sao flor q se cheire esse integrantes de torcida organizada e tem mais consegue-se ate mesmo lembrar muito q vagamente mas lembra a ação de torcidas de futebol aqui no brasil em dia de jog principalmente classicos estaduais q o mais importante nao eh nem o espetaculo em si mas se as facsoes vao ou nao conseguir derrotar a facção rival do lado de fora do estadio marcando local de briga em metros praças publicas etc, e quando ganham muitas vezes promovem a desordem quebradeira e pancadaria impressionante.
- 23h02
- 02Feb
Wescley
ótimo post de quem entende como funciona os "bastidores do futebol", isso vai além de um simples negócio
- 22h46
- 02Feb
Matheus Ranna
Ótimo texto, muito legal saber mais dos torcedores do Millwall, vi o Green Street Hooligans e sabia mais do lado dos torcedores do West Ham... Mauro se tiver como postar mais ou disponibilzar algum material mas falando de outras torcidas dos times até mais famosos ia ser legal também. Obrigado!
- 21h02
- 02Feb
Filipe Alonso - Joao pessoa PB
Ótimo texto! Parabéns!
- 20h45
- 02Feb
Vagner
Querem ver uma pelada ansiosos para sair briga...é a mesma lógica que considera MMA um esporte.
- 06h39
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Mauro Cezar Pereira é de Niterói (RJ). Jornalista desde 1983, passou pelas rádios Tupi, Sistema Globo e Manchete, Jornal dos Sports, O Globo, O Dia, JB, Placar e Valor Econômico, entre outras publicações. Lecionou em faculdades de jornalismo e é comentarista dos canais ESPN, e da Rádio Eldorado/ESPN. * COMENTÁRIOS EM MAIÚSCULAS SERÃO DELETADOS
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