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Playoffs da NBA: Pacers x Heat, às 21h
Maurício Jahu
A seleção brasileira masculina conheceu mais três adversários nos Jogos Olímpicos de Londres: Itália, Estados Unidos e Argentina. Os italianos mostraram ter uma seleção de “chegada”. Não tiveram atuações brilhantes, especialmente na primeira etapa do Pré-Olímpico Europeu.
Mas deram “o bote” na hora certa tanto na semifinal diante da Sérvia como na decisão frente a Alemanha, que havia derrotado a Bulgária na outra semifinal. Já a Argentina não teve muito trabalho no torneio sul-americano e passou fácil por todos os adversários.
Os Estados Unidos também não tiveram tanto trabalho assim no torneio da Norceca, que reúne as Américas do Norte e Central, e derrotaram canadenses e cubanos. Agora, oito seleções já garantiram vaga em Londres: Brasil, Rússia e Polônia pela Copa do Mundo e a anfitriã Grã Bretanha.
Além da Tunísia, representante africana e os classificados nos pré-olímpicos continentais: Itália, Estados Unidos e Argentina. A Federação Internacional divulgou na manhã dessa segunda-feira as seleções participantes dos pré-olímpicos mundiais que definem as últimas quatro seleções que estarão nos Jogos Olímpicos.
Um dos torneios será em Tóquio, no Japão e definirá, além do representante asiático, mais uma seleção classificada. Participam desse torneio: Japão, China, Coréia, Austrália, Irã, do técnico Julio Velasco, Sérvia, Venezuela e Porto Rico.
A Alemanha será sede do outro Pré-Olímpico que terá, além dos donos da casa, República Tcheca, Cuba e Índia. E a Bulgária, que herdou a sede italiana e receberá em Sofia as seleções Egito, França e Paquistão. A fórmula de disputa é: todos contra todos e o campeão vai a Londres.
Os três torneios acontecem no começo do mês de junho. Portanto, as cartas já estão na mesa e, independentemente dos classificados, Brasil, Rússia, Estados Unidos e Polônia são as minhas seleções favoritas para voltar com medalha dos Jogos. Itália e Argentina correm por fora e também podem surpreender.
No torneio feminino, a seleção brasileira fez a sua parte, derrotou todos os adversários sem perder sets no pré-olímpico Sul-Americano que aconteceu em São Carlos, interior paulista, e também carimbou seu passaporte para Londres.
Os canais ESPN transmitem os Jogos Olímpicos de Londres e estou esperando você, fã de esportes, para acompanharmos juntos esse grande evento esportivo e torcermos juntos para as nossas duplas na praia e as seleções na quadra.
Mas deram “o bote” na hora certa tanto na semifinal diante da Sérvia como na decisão frente a Alemanha, que havia derrotado a Bulgária na outra semifinal. Já a Argentina não teve muito trabalho no torneio sul-americano e passou fácil por todos os adversários.
Os Estados Unidos também não tiveram tanto trabalho assim no torneio da Norceca, que reúne as Américas do Norte e Central, e derrotaram canadenses e cubanos. Agora, oito seleções já garantiram vaga em Londres: Brasil, Rússia e Polônia pela Copa do Mundo e a anfitriã Grã Bretanha.
Além da Tunísia, representante africana e os classificados nos pré-olímpicos continentais: Itália, Estados Unidos e Argentina. A Federação Internacional divulgou na manhã dessa segunda-feira as seleções participantes dos pré-olímpicos mundiais que definem as últimas quatro seleções que estarão nos Jogos Olímpicos.
Um dos torneios será em Tóquio, no Japão e definirá, além do representante asiático, mais uma seleção classificada. Participam desse torneio: Japão, China, Coréia, Austrália, Irã, do técnico Julio Velasco, Sérvia, Venezuela e Porto Rico.
A Alemanha será sede do outro Pré-Olímpico que terá, além dos donos da casa, República Tcheca, Cuba e Índia. E a Bulgária, que herdou a sede italiana e receberá em Sofia as seleções Egito, França e Paquistão. A fórmula de disputa é: todos contra todos e o campeão vai a Londres.
Os três torneios acontecem no começo do mês de junho. Portanto, as cartas já estão na mesa e, independentemente dos classificados, Brasil, Rússia, Estados Unidos e Polônia são as minhas seleções favoritas para voltar com medalha dos Jogos. Itália e Argentina correm por fora e também podem surpreender.
No torneio feminino, a seleção brasileira fez a sua parte, derrotou todos os adversários sem perder sets no pré-olímpico Sul-Americano que aconteceu em São Carlos, interior paulista, e também carimbou seu passaporte para Londres.
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- 14h22
- 30Apr
O amadurecimento de Ricardinho ajudou no retorno do levantador para a seleção brasileira
Crédito da imagem: CBV
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A confirmação da convocação do levantador Ricardinho para a seleção brasileira só causa espanto pelo momento que aconteceu às vésperas dos Jogos Olímpicos. Mas foi positiva em todos os sentidos, principalmente porque com Ricardinho a seleção brasileira aumenta significativamente seu favoritismo em Londres.
É claro que temos que esperar para ver o que acontece, especialmente nessas primeiras semanas de convivência no Centro de Treinamento em Saquarema, mas confesso estar otimista. As declarações de Ricardinho nas últimas semanas ajudaram nesse retorno.
Suas palavras em algumas entrevistas soaram como uma reaproximação e um desejo claro de retornar para a seleção e de uma conversa com o treinador brasileiro independentemente do seu retorno. Bernardinho esperava por esse sinal que aconteceu recentemente e foi tema inclusive, de uma coluna nesse blog.
Ricardinho também se reaproximou de Giba. Tanto que eles conversaram bastante nos últimos dias. E Giba foi um elo de ligação importante entre Ricardinho e Bernardinho. A verdade é que nesse episódio sobrou bom senso de todos os lados. A raiva e a mágoa parecem coisas do passado. Felizmente.
São grandes os benefícios no retorno de Ricardinho para a seleção. Não só imediato como a médio e longo prazo. Com Ricardo, a seleção brasileira volta a ser imprevisível na distribuição das jogadas de ataque. E para o médio e longo prazo para o amadurecimento de Bruninho.
Muito bacana poder ver o retorno de Ricardinho e a seleção brasileira brigando por medalha nos Jogos Olímpicos. Aliás, muitos torcedores queriam ver novamente Ricardinho na seleção. O sonho desses torcedores nunca esteve tão perto de ser concretizado.
- 21h54
- 25Apr
A continuidade do projeto Volei Futuro faz muito bem para esporte e para o vôlei brasileiro
Crédito da imagem: CBV
Crédito da imagem: CBV
A resposta com relação a suspeita do fim das equipes do Vôlei Futuro veio no final desta quarta-feira numa entrevista do diretor da empresa “Reunidas” e dos times de vôlei, Basílio Torres, ao jornal “Folha da Região”. E felizmente a notícia de ontem não se confirmou.
Basílio Torres afirmou que as equipes do Vôlei Futuro vão continuar, mas que nada está definido ainda em relação à próxima temporada. Ele espera montar equipes fortes, mas ainda não tem idéia do que pode acontecer. E vai atrás de novos parceiros.
Quanto ao fato de alguns atletas já terem proposta de outras equipes, Basílio declarou que não conversa com atletas antes do campeonato terminar por uma questão de ética.
O mais importante e significativo é que o projeto vai continuar. Digo isso por vários motivos. Os canais ESPN fizeram inúmeras matérias para o programa “Por Dentro do Vôlei” sobre esse projeto desde o seu início e sou fã de carteirinha.
Sempre torci para que esse projeto desse certo. Sei do empenho, não só do Basílio, mas também da diretora do projeto Marcela Constantino, para que o “Vôlei Futuro” nascesse, crescesse e prosperasse tão rapidamente.
Atualmente é uma referência para muitos outros pólos do esporte. A cidade de Araçatuba é hoje mais conhecida ainda por conta das equipes do Vôlei Futuro e o Basílio e a Marcela são os grandes responsáveis. Eles têm, acima de tudo, amor pelo que fazem.
E não precisam disso. O esporte é que precisa de pessoas como os dois. Por isso, felizmente, a chama “Vôlei Futuro” continuará acessa por um bom tempo. Para o bem do vôlei e do esporte brasileiro.
Willian e Ricardinho deram um show à parte na final da superliga
Crédito da imagem: CBV
Crédito da imagem: CBV
Parabéns ao Cruzeiro pelo título, mas a decisão da superliga masculina entre Cruzeiro e Vôlei Futuro que aconteceu em São Bernardo do Campo no último final de semana teve como protagonistas os levantadores das duas equipes: Willian, eleito melhor levantador da competição e melhor jogador da final, e Ricardinho.
Curiosamente, esses dois levantadores não devem fazer parte do grupo que disputará a Liga Mundial e os Jogos Olímpicos de Londres. Ricardinho foi um espetáculo à parte. Com jogadas de rara habilidade, ele deixou os centrais adversários quase sempre “vendidos” no lance.
Já Willian foi o comandante de uma conquista inédita. Também com lances de efeito, ele fez a diferença à favor da sua equipe. Mas eles provavelmente não devem estar nas Olimpíadas. É verdade que temos que respeitar uma filosofia.
Bernardinho gosta de priorizar o grupo em detrimento do melhor momento e tem todo o direito. Só que hoje, com todo o respeito a Bruninho e Marlon, que são excelentes levantadores, Willian e Ricardinho vivem uma melhor fase.
É uma opção de um técnico vencedor e que tem no seu currículo títulos memoráveis, mas também é um risco considerável deixar de fora da seleção dois levantadores excepcionais. Vamos esperar para ver que peso e medida cada um deles terá na balança de Bernardinho.
- 17h25
- 15Apr
Osasco cala Maracanãzinho e fatura título
Crédito da imagem: CBV
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Show de bola de Ricardinho reaproxima levantador da seleção
Crédito da imagem: CBV
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A decisão da superliga feminina entre Osasco e Rio de Janeiro foi uma partida de um time só porque as paulistas dominaram as cariocas, foram mais determinadas e mereceram o título.
Mesmo com boa parte da torcida a favor e com jogadoras de qualidade, o Rio de Janeiro não foi nem sombra do que foi durante toda a temporada. Pena que uma competição de cinco meses tenha sido decidida em apenas uma partida.
Sempre vou contestar a final única. Ela é punitiva demais, especialmente para as meninas onde o fator emocional pesa mais que os homens. Mas esse foi o regulamento que os próprios clubes assinaram, portanto não dá para chorar, muito menos reclamar.
Na semifinal da superliga masculina, o Vôlei Futuro de Araçatuba com um show do levantador Ricardinho, demonstrou uma garra que fez até os jogadores do time adversário brigarem entre si. O RJX não teve equilíbrio emocional e se perdeu.
Mas foi bom ver Ricardinho jogar como sempre. E melhor: numa entrevista após a partida demonstrou maturidade se colocando à disposição do técnico Bernardinho para defender a seleção brasileira, mas deixando o treinador à vontade na sua convocação.
Foi um sinal de reaproximação importante. Ricardinho chegou inclusive a elogiar os levantadores da superliga, dizendo que se ele, por acaso, não fosse convocado, o Brasil estará muito bem servido com os levantadores que tem. A decisão sobre a volta de Ricardinho à seleção está nas mãos de Bernardinho.
Essa semana será decisiva para sabermos se isso vai ou não acontecer. O mais importante é que o sinal que Bernardinho tanto esperava de Ricardinho já foi dado. O momento do retorno será bom para os dois lados, por isso eu acredito que Ricardinho nunca esteve tão próximo de voltar à seleção brasileira como agora.
Será que os cariocas vão conseguir parar Lorena no terceiro e decisivo jogo da semifinal?
Crédito da imagem: CBV
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A balança do confronto entre Rio de Janeiro e Vôlei Futuro na semifinal da superliga masculina pendeu para os paulistas dessa vez. Muito em função das belas atuações de Lorena e Ricardinho. Quem conhece Lorena sabe que quando é desafiado vira o que virou nesse domingo.
Tornou-se tão endiabrado que quase ninguém conseguiu segurá-lo no bloqueio, especialmente depois da discussão com Théo. E a tônica desse confronto é essa: os cariocas têm que arrumar um jeito de parar Lorena no ataque. Agora, a situação se inverte porque o Vôlei Futuro vai decidir a vaga na final diante da sua torcida.
Mas para vencer sabe que precisa minimizar os erros. A entrada de Bob no lugar do Dentinho deu, não só um novo ânimo para os paulistas, mas uma nova opção de jogo à favor dos visitantes no terceiro confronto. E Ricardinho soube utilizar bem suas armas no ataque e “colocou” Lorena no jogo na hora certa.
Do lado carioca, o central Lucão foi o melhor. Os ponteiros ficaram devendo, principalmente quando Dante cansou e Lipe teve queda no rendimento da recepção. A vantagem agora é paulista, mas a série está aberta e os cariocas podem surpreender.
Na outra semi, o Cruzeiro mostrou sua força diante do Minas. O Cruzeiro tem um ataque forte com Wallace e isso fez a diferença. Já o Minas chegou numa honrosa semifinal, já que pesou a falta de experiência de alguns dos seus jogadores em partidas decisivas.
Na superliga feminina, Osasco e Rio de Janeiro na decisão pela oitava vez consecutiva. Está ficando chato. Tudo porque faltou ao Vôlei Futuro mais pegada no terceiro jogo da semi.
Não dá para querer um resultado melhor com um time que apenas Fernanda Garay funcionou mais ou menos. Diferente do Rio que teve seus méritos para chegar em mais uma final. Se recuperou psicologicamente da derrota no segundo jogo e se impôs no terceiro.
- 18h13
- 01Apr
Vitória diante das cariocas no Maracanãzinho lotado dá moral às paulistas na decisão da semifinal
Crédito da imagem: CBV
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O final de semana foi repleto de jogos emocionantes nos playoffs da Superliga. No torneio feminino, o Vôlei Futuro conseguiu uma vitória incrível diante do Rio de Janeiro, calando as cariocas e o Ginásio do Maracanãzinho com mais de 11.000 torcedores.
Vitória que não só escondeu os erros do primeiro jogo, mas principalmente, que dá moral para o terceiro e decisivo encontro na próxima sexta-feira. As cariocas não têm peças de reposição e isso atrapalhou os planos do técnico Bernardinho.
Apesar de a terceira partida acontecer novamente no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, se o time de Araçatuba jogar de forma parecida como atuou no segundo jogo, pode ter vantagem para chegar à final. Osasco espera de camarote o adversário da decisão já que passou com tranquilidade pelo Minas.
No torneio masculino, vitória magnífica do Minas diante do Florianópolis em Santa Catarina. Foi uma virada histórica de uma equipe com valores importantes: o jovem Lucarelli, o veterano levantador Marcelinho e com a competência do técnico Marcelo Fronckoviack.
Lucarelli ganhou muita experiência nessa edição da superliga e vai brigar com João Paulo Tavares por uma vaga na seleção brasileira. Marcelinho calou a boca dos críticos com uma atuação de gala e Fronkoviack demonstrou maturidade ao levar para a semi o elenco com menos estrelas entre os favoritos da competição.
Na semi, O Minas chega como azarão diante do Cruzeiro que tem no levantador Willian Arjona e no oposto Wallace, seus grandes expoentes. Mas tudo pode acontecer quando se trata de uma equipe raçuda como o Minas e agora ainda mais cheio de moral.
Do outro lado, um duelo de gigantes com Rio de Janeiro de Dante e Marlon e Vôlei Futuro de Ricardinho e Lorena. É um encontro sem prognósticos, mas se tivesse que apostar hoje numa final ela seria entre Rio de Janeiro e Minas. Mas jogo se decide dentro de quadra.
- 11h40
- 28Mar
Rio de Janeiro está próximo de mais uma decisão na superliga feminina
Crédito da imagem: CBV
Crédito da imagem: CBV
Confesso que fiquei surpreso com a facilidade que o Rio de Janeiro venceu o primeiro confronto das semifinais da Superliga feminina diante do Vôlei Futuro em Araçatuba. Poucas vezes vi tamanha superioridade numa semifinal. Um castigo para uma torcida tão apaixonada e fanática.
Quando falei sobre esse duelo na coluna anterior, disse que seria importante para a equipe do interior paulista sacar bem para tentar tirar o passe das mãos da levantadora Fernanda Venturini. E vi, em alguns momentos da partida, o Vôlei Futuro sacando na líbero Fabí. Não entendi.
O resultado da falta de eficiência das paulistas foi um show de bloqueio das cariocas(20 no total) e Fernanda Venturini como a melhor em quadra. O que me espantou foi a apatia do Vôlei Futuro. Paula Pequeno, por exemplo, efetuou 25 ataques e fez apenas 5 pontos: 20% de eficiência no fundamento.
Joycinha sumiu no jogo e foi substituída. Fernanda Garay abusou do direito de errar. E Valewska foi muito bem marcada pelo bloqueio carioca. O técnico Paulo Coco, no entanto, tem um problema ainda mais grave para resolver: a levantadora.
Tanto Ana Tiemi quanto Ana Cristina tiveram atuações abaixo do esperado. Com Ana Cristina em quadra, o time perde em bloqueio e com Tiemi o jogo fica mais lento. E essa indefinição de quem é titular também atrapalha o trabalho das atacantes.
Já o Rio de Janeiro contou com ótimas atuações de Fernanda Venturini, Sheilla, Mari e especialmente Regiane. Além do bom aproveitamento das centrais Valeskinha e Juciely. Parecia que as cariocas sabiam para onde iam os levantamentos das paulistas.
Enfim, o tempo de recuperação para o segundo jogo é curto, mas o time de Araçatuba tem chances de mudar o que está aí. Só que para reverter a situação, precisa mudar muita coisa. E convenhamos, com tantos problemas, fica difícil acreditar que isso pode acontecer. Ainda mais na casa do adversário.
O central Vigor Bovolenta era adorado por italianos e brasileiros
Crédito da imagem: volleyball.it
Crédito da imagem: volleyball.it
Muita alegria com jogos disputados na Superliga e título para um brasileiro. Do outro lado, a tristeza pela perda do italiano Vigor Bovolenta, prata em Atlanta, 1996, vítima de um ataque cardíaco durante uma partida na noite do último sábado.
O curioso nessa história é que, recentemente Bovolenta agradeceu aos amigos mais próximos pelos anos de convivência e trocou seu time na série A1 pelo Forlí da quarta divisão para ficar mais próximo da mulher e das filhas. Para dimensionar o tamanho da tristeza no vôlei mundial basta ouvir os brasileiros.
Sérgio Escadinha, Nalbert e Dante foram apenas alguns dos brasileiros que demonstraram solidariedade com Bovolenta. O mundo do esporte perdeu mais que um atleta, perdeu uma referência como homem.
Mas vamos ao lado alegre do vôlei. As alegrias começaram com a festa do técnico José Roberto Guimarães e da central Fabiana, campeões da Champions League pelo Fenerbahce da Turquia. Vitória diante do Cannes, da França na decisão por 3 sets a 0. Lembrando que a Champions é o principal torneio de clubes da Europa.
Alegria que se seguiu no Brasil com o equilíbrio dos jogos nos playoffs da Superliga. No torneio feminino, Osasco colocou pressão diante da jovem equipe do Minas no primeiro jogo. A vitória das paulistas no primeiro set por 25 a 7 foi uma ducha de água fria para as mineiras.
A missão do Minas para o segundo encontro da semi é tentar segurar o trio de Osasco: Hooker, Tandara e Jaqueline. É por esse tripé de atacantes que passa a maioria das bolas do ataque paulista. O Minas precisa arriscar o saque e ser eficiente no ataque sem depender tanto das cubanas Herrera e Daymi.
Do outro lado, difícil opinar sobre Rio de Janeiro e Vôlei Futuro. As cariocas têm a vantagem de decidir a série em casa. Para as paulistas chegarem a final terão que sacar muito bem para tirar o passe das mãos da levantadora Fernanda Venturini e errar menos nos momentos decisivos.
O Vôlei Futuro conta com a boa fase da central Valewska, mas ainda não definiu quem é a levantadora titular: Ana Cristina ou Ana Tiemi? Isso acaba atrapalhando o desempenho da equipe em situações importantes. Paula Pequeno e Fernanda Garay também podem decidir.
No torneio masculino, disputa linda entre Rio de Janeiro e Sesi com dois jogos equilibrados nas quartas e que qualquer uma das equipes poderia ter chegado a vitória, mas os cariocas foram mais ousados, principalmente no saque e isso fez a diferença no final dos confrontos.
Os cariocas, que têm como destaques Lukão, Theo, Dante. Felipe Chupita e Marlon terão outra missão complicada na semifinal diante do Vôlei Futuro de Ricardinho e Lorena, que eliminou Campinas nas quartas. Se os cariocas conseguirem tirar o passe das mãos de Ricardinho e anular Lorena no ataque, podem ter boa vantagem no confronto.
Florianópolis e Minas ainda protagonizam um confronto sensacional nas quartas. O empate de 1 a 1 na série mostra o equilíbrio. Os catarinenses têm mais experiência em partidas decisivas, mas a juventude e ousadia do Minas fez a diferença no segundo jogo.
O levantador Bruninho, o oposto Rivaldo e o ponta João Paulo Tavares tem desequilibrado à favor de Florianópolis que decide a série em casa. Mas o Minas conta com o talento e a juventude de Lucarelli e da raça do ponta Bruno que entrou no segundo jogo e fez a decidiu no bloqueio para os mineiros.
É aguardar pelos confrontos e torcer por esses confrontos decisivos na superliga. Sem se esquecer que mais importante que essas decisões, o grande objetivo do ano do vôlei brasileiro é conquistar medalhas nos Jogos Olímpicos de Londres que começam no final do mês de julho.
Evento que terá cobertura dos canais ESPN.
Favoritos decidem vaga na semifinal da Superliga. Quem chegará a decisão?
Crédito da imagem: CBV
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Terminada a primeira bateria de partidas das quartas-de-final da Superliga e quase todos os favoritos confirmaram a boa fase. No torneio feminino, o Solly´s Nestlé de Osasco não encontrou dificuldades diante de São Bernardo que caiu muito de produção nos últimos dois meses.
Osasco terá pela frente, numa das semifinais, Sesi ou Minas que ainda não definiram o confronto, empatado em 1 a 1. O Sesi tem uma equipe mais experiente e está apostando nisso nos encontros com as mineiras.
Já o Minas coloca suas fichas na juventude e nas duas cubanas que fizeram a diferença no primeiro jogo. Independentemente do adversário na semifinal, o Solly´s Nestlé de Osasco é o favorito. O diferencial, além da experiência e do fato de estar mais acostumado a disputar partidas decisivas, é a norte-americana Destinee Hooker. Ela está desequilibrando.
Do outro lado está o Vôlei Futuro, que sofreu para passar pelo Praia Clube de Uberlândia, especialmente na segunda partida das quartas. O time de Araçatuba deve enfrentar na outra semi a Unilever, do Rio de Janeiro. As cariocas penaram no primeiro jogo das quartas diante do Mackenzie.
Mas pela atuação no segundo encontro, não deve ter problemas para confirmar a vaga na partida desta segunda-feira à noite. O Vôlei Futuro sofre com altos e baixos e principalmente porque não definiu sua levantadora titular e isso afeta o rendimento da equipe.
É uma série sem favoritos porque o Rio de Janeiro além de ter perdido a promissora Natália por contusão, sofre com problemas na recepção que foram mascarados na primeira fase em função de uma série de 19 partidas invicta.
No torneio masculino, nem todos os principais candidatos ao título confirmaram seu favoritismo no primeiro confronto das quartas. É o caso, por exemplo, do Sesi, que foi derrotado pelo RJX de Dante e Marlon. Foi um jogo explosivo com variações para as duas equipes.
No final, a virada do RJX foi incrível. Para uma equipe com jogadores com idade mais avançada como o RJX, esses dias darão moral e folego extra para os cariocas no segundo encontro no próximo final de semana. O Sesi também tem uma grande equipe e foi brioso, mesmo sendo derrotado e tem todas as chances de reverter a série.
Outra equipe que surpreendeu foi a Cimed. E foi na superação. O Minas bobeou porque chegou a abrir vantagem de 2 sets a 1, mas errou demais nos momentos decisivos. O levantador Bruninho deu um show nos levantamentos e comandou a vitória catarinense.
O Minas pode ainda reverter a vantagem adversária, mas depende muito dos ataques do jovem Lucarelli e do sérvio Filip. Aliás, Lucarelli está jogando demais e merecendo ser convocado para a seleção brasileira.
Tanto Sesi x RJX quanto Minas x Cimed são confrontos que ainda estão abertos. Os elencos das equipes são fortes e têm condições de reverter o confronto. Quem teve um pouco mais de facilidade foi o Sada Cruzeiro que venceu São Bernardo na primeira partida.
Os mineiros têm um estilo de jogo que me agrada. Dá gosto de ver o talentoso Willian Arjona com uma incrível habilidade nos levantamentos, além do sempre eficiente Wallace no ataque.
O Vôlei Futuro foi outra equipe com bom desempenho nas quartas diante do Medley Campinas. O levantador Ricardinho e o canhoto Lorena são os destaques do time de Araçatuba e aqueles que podem fazer a diferença na reta final.
É claro que todas essas previsões estão no campo teórico e que os atletas terão que carimbar seus respectivos passaportes para as finais dos dois torneios, mas já dá para ter uma certeza: as finais da superliga reservam ainda muitas emoções.
Vinte anos jogando vôlei profissionalmente, em clubes e na Seleção, fazem de Maurício Jahu a referência do esporte nos canais ESPN. Além de Por Dentro do Vôlei, o apresentador integrou a equipe do A Caminho do Pan. A experiência como jogador garante a ele uma facilidade maior de acesso aos jogadores e técnicos
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