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À espera da salvação
por José Inácio Werneck, colunista do ESPN.com.br. de Bristol, nos EUA
Será que no dia 14 de março o Chelsea vai se salvar, em casa, diante do Napoli – o mesmo Napoli que já foi o responsável pela eliminação do Manchester City?
Há alguns anos a Champions League era dominada pelo futebol inglês. O tempo passa e a presença inglesa na Premier League agora está reduzida ao Arsenal, praticamente eliminado, e ao Chelsea, também em difícil situação.
O Arsenal saberá de seu destino dia 6 de fevereiro, mas poucos esperam que consiga reverter aquele resultado de 4 a 0 em Milão, embora jogando em casa. Na semana seguinte, a tarefa do Chelsea diante do Napoli é apenas um pouquinho mais fácil.
Até lá é capaz do técnico português André Villas-Boas já ter sido demitido, embora meus informantes na Inglaterra me digam que, desta vez, o bilionário russo Roman Abramovich está disposto a mostrar um pouco mais de paciência. Abramovich, vocês se lembram, é o mesmo homem que já dispensou os serviços de, entre outros, Claudio Ranieri, José Mourinho, Luiz Felipe Scolari e Carlo Ancelotti.
A esperança de Villas Boas é convencer Abramovich de que o time precisa ser renovado, num trabalho de longo prazo, que não pode depender de veteranos como Frank Lampard. Será que Abramovich vai exibir a necessária equanimidade?
Já no Manchester City, ainda líder da Premier League, mas apenas por dois pontos, as esperanças parecem se concentrar em que novas ebulições não venham a ocorrer entre Roberto Mancini e Carlos Tevez. Mancini, de qualquer forma, não sai muito bem do episódio porque, inicialmente, havia dito que, enquanto fosse técnico do Manchester City, Carlos Tevez nunca mais vestiria a camisa do clube.
Agora, a situação mudou, porque ter ou não ter Tevez no ataque poderá representar a diferença entre conseguir ou não o campeonato.
Em minha opinião, em se tratando de Tevez, acho que novas erupções vulcânicas ainda vão ocorrer.
Por falar em erupções vulcânicas, uma que o mundo continua a esperar é a da divulgação do tal relatório do caso ISL que incriminaria ou não os senhores Ricardo Teixeira e João Havelange. O ambiente continua nublado e a FIFA ainda se debate também com os escândalos que atingiram Mohamed bin Hamman, do Qatar, e Jack Warner, de Trinidad y Tobago. A mais recente acusação a respeito deste último (que, lembremos, já foi levado a renunciar a seu lugar na FIFA) é de que roubou dinheiro destinado a vítimas do terremoto no Haiti.
Jack Warner corre agora o risco de simplesmente ir para a cadeia. Enquanto isto, Chelsea, Manchester City e Ricardo Teixeira também aguardam uma salvação.
(Assistam também a meus comentários em video aqui mesmo neste site da ESPN Brasil.)
Há alguns anos a Champions League era dominada pelo futebol inglês. O tempo passa e a presença inglesa na Premier League agora está reduzida ao Arsenal, praticamente eliminado, e ao Chelsea, também em difícil situação.
O Arsenal saberá de seu destino dia 6 de fevereiro, mas poucos esperam que consiga reverter aquele resultado de 4 a 0 em Milão, embora jogando em casa. Na semana seguinte, a tarefa do Chelsea diante do Napoli é apenas um pouquinho mais fácil.
Até lá é capaz do técnico português André Villas-Boas já ter sido demitido, embora meus informantes na Inglaterra me digam que, desta vez, o bilionário russo Roman Abramovich está disposto a mostrar um pouco mais de paciência. Abramovich, vocês se lembram, é o mesmo homem que já dispensou os serviços de, entre outros, Claudio Ranieri, José Mourinho, Luiz Felipe Scolari e Carlo Ancelotti.
A esperança de Villas Boas é convencer Abramovich de que o time precisa ser renovado, num trabalho de longo prazo, que não pode depender de veteranos como Frank Lampard. Será que Abramovich vai exibir a necessária equanimidade?
Já no Manchester City, ainda líder da Premier League, mas apenas por dois pontos, as esperanças parecem se concentrar em que novas ebulições não venham a ocorrer entre Roberto Mancini e Carlos Tevez. Mancini, de qualquer forma, não sai muito bem do episódio porque, inicialmente, havia dito que, enquanto fosse técnico do Manchester City, Carlos Tevez nunca mais vestiria a camisa do clube.
Agora, a situação mudou, porque ter ou não ter Tevez no ataque poderá representar a diferença entre conseguir ou não o campeonato.
Em minha opinião, em se tratando de Tevez, acho que novas erupções vulcânicas ainda vão ocorrer.
Por falar em erupções vulcânicas, uma que o mundo continua a esperar é a da divulgação do tal relatório do caso ISL que incriminaria ou não os senhores Ricardo Teixeira e João Havelange. O ambiente continua nublado e a FIFA ainda se debate também com os escândalos que atingiram Mohamed bin Hamman, do Qatar, e Jack Warner, de Trinidad y Tobago. A mais recente acusação a respeito deste último (que, lembremos, já foi levado a renunciar a seu lugar na FIFA) é de que roubou dinheiro destinado a vítimas do terremoto no Haiti.
Jack Warner corre agora o risco de simplesmente ir para a cadeia. Enquanto isto, Chelsea, Manchester City e Ricardo Teixeira também aguardam uma salvação.
(Assistam também a meus comentários em video aqui mesmo neste site da ESPN Brasil.)
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