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NHL: Rangers x Devils, jogo 4, às 21h na ESPN e HD
Fernando Fleury
- 11h54
- 18May
Siga Fernando A Fleury no twitter @f_fleury ou em outras redes.
A verdade é uma só: Depois do twitter o hábito de torcer mudou.
É impossível torcer sem comentar.
O twitter criou a possibilidade de todos compartilharem suas ideias, criticas e expor sua lamurias.
É uma ferramenta viciante que impulsiona o hábito de torcer e torna todos comentarista esportivos.
De olho nisso, e no alto volume de tweets publicados nos dias de jogos, o microblog e a ESPN formalizam uma parceria estratégica para criar campanhas personalizadas e impulsionar ainda mais o tuitaço em dia de grandes eventos, oferecendo aos fãs de esporte e aos anunciantes uma plataforma completa de interação.
A ação permitirá que os anunciantes usem o conteúdo gerado pelos fãs, através do microblog, nos principais canais de comunicação da ESPN e está sendo criada para atender uma demanda dos próprios anunciantes que estão de olho em boas oportunidades para explorar o poder das mídias sociais.
A primeira ação deve ocorrer nas finais da NBA e usará a hashtag #gameface. A brincadeira será promovida pedindo para que os fãs de esporte tuitem sua “cara de jogo” (#gameface). Após a transmissão, no programa NBA Tonight, algumas fotos serão exibidas no ar e outras na página do canal: espn.com/NBA. A escolha das fotos será feita pelo comentarista Jalen Rose, ao menos neste inicio da ação. Ao final da promoção o grande campão, que for a Cara das Finais, irá conhecer a sede dos canais ESPN em Bristol.
Esse projeto é a estreia do Twitter em parcerias com redes de TV e envolve espaços publicitários na ESPN, ABC e ESPN.com. É também a estreia do twitter em estratégias de monetização de seu conteúdo via eventos esportivos.
É bom ficar de olho. Com a aproximação das Olimpíadas e da Copa do Mundo o microblog deverá lançar diversas estratégias para potencializar patrocínios aproveitando este hábito, quase que viciante, de torcer pelo twitter.
A verdade é uma só: Depois do twitter o hábito de torcer mudou.
É impossível torcer sem comentar.
O twitter criou a possibilidade de todos compartilharem suas ideias, criticas e expor sua lamurias.
É uma ferramenta viciante que impulsiona o hábito de torcer e torna todos comentarista esportivos.

De olho nisso, e no alto volume de tweets publicados nos dias de jogos, o microblog e a ESPN formalizam uma parceria estratégica para criar campanhas personalizadas e impulsionar ainda mais o tuitaço em dia de grandes eventos, oferecendo aos fãs de esporte e aos anunciantes uma plataforma completa de interação.
A ação permitirá que os anunciantes usem o conteúdo gerado pelos fãs, através do microblog, nos principais canais de comunicação da ESPN e está sendo criada para atender uma demanda dos próprios anunciantes que estão de olho em boas oportunidades para explorar o poder das mídias sociais.
A primeira ação deve ocorrer nas finais da NBA e usará a hashtag #gameface. A brincadeira será promovida pedindo para que os fãs de esporte tuitem sua “cara de jogo” (#gameface). Após a transmissão, no programa NBA Tonight, algumas fotos serão exibidas no ar e outras na página do canal: espn.com/NBA. A escolha das fotos será feita pelo comentarista Jalen Rose, ao menos neste inicio da ação. Ao final da promoção o grande campão, que for a Cara das Finais, irá conhecer a sede dos canais ESPN em Bristol.

Esse projeto é a estreia do Twitter em parcerias com redes de TV e envolve espaços publicitários na ESPN, ABC e ESPN.com. É também a estreia do twitter em estratégias de monetização de seu conteúdo via eventos esportivos.
É bom ficar de olho. Com a aproximação das Olimpíadas e da Copa do Mundo o microblog deverá lançar diversas estratégias para potencializar patrocínios aproveitando este hábito, quase que viciante, de torcer pelo twitter.
- 12h34
- 17May
Siga Fernando A Fleury no twitter @f_fleury ou em outras redes.
Não é de hoje que as pessoas vem comentando sobre a chamada Revolução Digital. Nega-la é bater de frente contra um muro de concreto com a certeza de que vai se machucar.
Outro dia escrevi aqui sobre as regras que o COI impôs para os Comites e atletas que irão participar da próxima Olímpiadas. Claramente na contra mão da realidade. Com isso quem perde é o próprio COI, os atletas e os patrocinadores.
A FIFA ainda não traçou suas regras para a Copa de 2014 e o uso das chamadas Mídias Sociais. Pessoalmente não acredito que ela irá proibir o uso das mídias como está fazendo o COI. Seria um tiro no próprio pé.
Neste quesito (o uso das mídias) as ligas americanas mais uma vez saem na frente. Essa semana a NBA alcançou a marca de cinco milhões de seguidores no twitter e se tornou a primeira liga esportiva a conseguir tal projeção.
Com regras claras quanto ao uso do microblog a NBA vem incentivando atletas e ex-atletas aterem seus perfis na rede. São mais de 350 jogadores e ex-joagadores que mantem atualizações constantes com seus fãs, criando inúmeras possibilidades de ações e, principalmente, de engajamento.
NFL, NHL e MLB estão logo atrás, mas bem atrás, com 3,3 milhões, 2 milhões e 1,2 milhoes.
Além dos números é interessante analisar os perfis apresentados pelas ligas. Além das atualizações constantes é importante observar que existe uma preocupação em informar e, ao mesmo tempo, interagir com os seguidores. Isso faz a diferença, pois aproxima o fã do esporte, cria uma relação (um vinculo) e ajuda no desenvolvimento da própria marca. No fim são os fãs que impulsionam o crescimento das seguidores através dos famosos RTs e do engajamento com as ações propostas.
Apesar de coordenar e controlar o esporte mais popular do mundo e de ter em suas mãos o evento mais assistido do planeta - (sim, a Copa do Mundo em números absolutos bate a Olimpíadas. E não, não é o superbowl o evento mais assistido, pois o superbowl ocorre apenas em um dia e a Copa são 30. E mesmo como evento único no mundo esportivo o recorde está com a final da UCL do ano passado e deve ser batido no próxima sábado) – A FIFA possui apenas 800 mil seguidores. O motivo: falta de conteúdo e, principalmente, de interação com quem segue. O mesmo problema acontece com o perfil da CBF. Com pouco mais de 800 mil seguidores a falta de atualização e de interação afasta o publico consumidor.
Mas os jogadores sabem usar e bem o microblog. Kaka é o atleta com mais seguidores entre todos os esportistas. Já são pouco mais de 10 milhões de seguidores. Cristiano Ronaldo vem logo atrás batendo na casa dos 9,7 milhões.
Ambos atletas promovem seus twitter com posts pessoais e com muitas e ao mesmo tempo com posts de patrocinadores. Neste aspecto o twitter do Ronaldo, com pouco mais de 3 milhões de seguidores, é o número 1, já que seu perfil é patrocinado por completo.
E OS CLUBES BRASILEIROS?
Os clubes brasileiros ainda estão engatinhando no processo, mas alguns já fazem coisas interessantes. O Corinthians lidera a corrida por seguidores, com pouco mais de um milhão, e é o único que possuí a conta verificado pelo twitter, tendo a garantia de ser o oficial do clubes. Logo atrás vem o flamengo, com 800 mil seguidores e o São Paulo, com quase 700 mil.
No geral os twitter dos clubes são usados para massificar as noticias do clube que estão em expostas em diversos outros sites. Falta uma maior interação e, principalmente, uma definição de conteúdo.
Um erro geral cometido por quase todos está no fato de possuírem inúmeros twitters. Twitter do clube, do site, da assessoria e assim por diante. O ideal é concentrar tudo num único perfil, definir a linha editorial a ser seguida e as formas de interação e engajamento que serão utilizadas para atrair mais seguidores.
Ah.. e claro! Vale buscar a confirmação de conta verificado pelo twitter. Dá credibilidade e segurança aos seguidores. Já que fakes não faltam!!!
Abaixo os perfis citados no post:
https://twitter.com/#!/NBA
https://twitter.com/#!/NFL
https://twitter.com/#!/MLB
https://twitter.com/#!/NHl
https://twitter.com/#!/cbf_futebol
https://twitter.com/#!/realkaka
https://twitter.com/#!/cristiano
https://twitter.com/#!/sitecorinthians
https://twitter.com/#!/cr_flamengo
https://twitter.com/#!/saopaulofc
https://twitter.com/#!/sitepalmeiras
https://twitter.com/#!/santosfc
https://twitter.com/#!/crvascodagama
https://twitter.com/#!/BOTAFOGOOFICIAL
https://twitter.com/#!/oficialflu
https://twitter.com/#!/cruzeiroec
https://twitter.com/#!/Atleticogalo
https://twitter.com/#!/gremiooficial
https://twitter.com/#!/scinternacional
Não é de hoje que as pessoas vem comentando sobre a chamada Revolução Digital. Nega-la é bater de frente contra um muro de concreto com a certeza de que vai se machucar.
Outro dia escrevi aqui sobre as regras que o COI impôs para os Comites e atletas que irão participar da próxima Olímpiadas. Claramente na contra mão da realidade. Com isso quem perde é o próprio COI, os atletas e os patrocinadores.
A FIFA ainda não traçou suas regras para a Copa de 2014 e o uso das chamadas Mídias Sociais. Pessoalmente não acredito que ela irá proibir o uso das mídias como está fazendo o COI. Seria um tiro no próprio pé.
Neste quesito (o uso das mídias) as ligas americanas mais uma vez saem na frente. Essa semana a NBA alcançou a marca de cinco milhões de seguidores no twitter e se tornou a primeira liga esportiva a conseguir tal projeção.
Com regras claras quanto ao uso do microblog a NBA vem incentivando atletas e ex-atletas aterem seus perfis na rede. São mais de 350 jogadores e ex-joagadores que mantem atualizações constantes com seus fãs, criando inúmeras possibilidades de ações e, principalmente, de engajamento.
NFL, NHL e MLB estão logo atrás, mas bem atrás, com 3,3 milhões, 2 milhões e 1,2 milhoes.

Além dos números é interessante analisar os perfis apresentados pelas ligas. Além das atualizações constantes é importante observar que existe uma preocupação em informar e, ao mesmo tempo, interagir com os seguidores. Isso faz a diferença, pois aproxima o fã do esporte, cria uma relação (um vinculo) e ajuda no desenvolvimento da própria marca. No fim são os fãs que impulsionam o crescimento das seguidores através dos famosos RTs e do engajamento com as ações propostas.
Apesar de coordenar e controlar o esporte mais popular do mundo e de ter em suas mãos o evento mais assistido do planeta - (sim, a Copa do Mundo em números absolutos bate a Olimpíadas. E não, não é o superbowl o evento mais assistido, pois o superbowl ocorre apenas em um dia e a Copa são 30. E mesmo como evento único no mundo esportivo o recorde está com a final da UCL do ano passado e deve ser batido no próxima sábado) – A FIFA possui apenas 800 mil seguidores. O motivo: falta de conteúdo e, principalmente, de interação com quem segue. O mesmo problema acontece com o perfil da CBF. Com pouco mais de 800 mil seguidores a falta de atualização e de interação afasta o publico consumidor.
Mas os jogadores sabem usar e bem o microblog. Kaka é o atleta com mais seguidores entre todos os esportistas. Já são pouco mais de 10 milhões de seguidores. Cristiano Ronaldo vem logo atrás batendo na casa dos 9,7 milhões.
Ambos atletas promovem seus twitter com posts pessoais e com muitas e ao mesmo tempo com posts de patrocinadores. Neste aspecto o twitter do Ronaldo, com pouco mais de 3 milhões de seguidores, é o número 1, já que seu perfil é patrocinado por completo.
E OS CLUBES BRASILEIROS?
Os clubes brasileiros ainda estão engatinhando no processo, mas alguns já fazem coisas interessantes. O Corinthians lidera a corrida por seguidores, com pouco mais de um milhão, e é o único que possuí a conta verificado pelo twitter, tendo a garantia de ser o oficial do clubes. Logo atrás vem o flamengo, com 800 mil seguidores e o São Paulo, com quase 700 mil.
No geral os twitter dos clubes são usados para massificar as noticias do clube que estão em expostas em diversos outros sites. Falta uma maior interação e, principalmente, uma definição de conteúdo.
Um erro geral cometido por quase todos está no fato de possuírem inúmeros twitters. Twitter do clube, do site, da assessoria e assim por diante. O ideal é concentrar tudo num único perfil, definir a linha editorial a ser seguida e as formas de interação e engajamento que serão utilizadas para atrair mais seguidores.
Ah.. e claro! Vale buscar a confirmação de conta verificado pelo twitter. Dá credibilidade e segurança aos seguidores. Já que fakes não faltam!!!
Abaixo os perfis citados no post:
https://twitter.com/#!/NBA
https://twitter.com/#!/NFL
https://twitter.com/#!/MLB
https://twitter.com/#!/NHl
https://twitter.com/#!/cbf_futebol
https://twitter.com/#!/realkaka
https://twitter.com/#!/cristiano
https://twitter.com/#!/sitecorinthians
https://twitter.com/#!/cr_flamengo
https://twitter.com/#!/saopaulofc
https://twitter.com/#!/sitepalmeiras
https://twitter.com/#!/santosfc
https://twitter.com/#!/crvascodagama
https://twitter.com/#!/BOTAFOGOOFICIAL
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https://twitter.com/#!/cruzeiroec
https://twitter.com/#!/Atleticogalo
https://twitter.com/#!/gremiooficial
https://twitter.com/#!/scinternacional
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Apesar de ter sido anunciado no ano passado, a parceria Warrior/Liverpool, somente nesta semana é que uniformes que passarão a vestir o time inglês foram apresentados.
O uniforme por si só não apresenta grandes novidades. O principal diferencial está na nova fornecedora de material esportivo do clube inglês: Warrior Sport. O lançamento era aguardado no mercado exatamente por isso.

Tradicional fornecedora de material esportivo para Hockey e Lacrosse, a marca é uma subsidiária da New Balance comprada em 2004 e vem investindo pesado em outros esportes através, principalmente, da associação com a New England Sports Ventures – grupo norte-americano que administra o Liverpool e também é dono do Red Sox (MLB), que também veste Warrior.
O acordo já havia sido anunciado no ano passado, mas só neste semana é que a empresa americana apresentou os novos modelos que vestirão, na nova temporada os Reds ingleses.
A investida da Warrior foi pesada e mais que dobou os valores recebidos pelo time inglês. A Adidas, ex-fornecedora, pagava 12 milhões de libras por ano e os Reds irão receber agora 25 milhões de Libras. Este novo contrato coloca o Liverpool como o time com o maior contrato vigente da Premier League superando os 23 milhões de libras do Manchester United pago pela Nike.
A Adidas, na época, justificou a saída através de uma declaração pesada de seu CEO, Herbert Hainer: “A diferença entre o seu desempenho no campo e o que eles pediram não está em equilíbrio. Não aceitamos e este foi o fim da história”.
Apesar da declaração a perda para a Adidas é grande e deve ser sentida num curto espaço de tempo, pois o time inglês é o quarto time do mundo que mais vende uniformes (900 mil por ano) e, para a marca alemã, era o segundo time de seu portfólio, atrás do Real Madri, campeão mundial neste quesito (Manchester United e Barcelona ocupam a segunda e terceira colocação respectivamente).
O fornecimento de material para os Reds faz parte da estratégia de expansão da marca, que tem aumentado pesadamente o número de atletas patrocinados e de vendas de uniformes totalizando mais de 1 bilhão de Libras.
Os executivos do Liverpool justificaram a mudança devido a diferença de valores apresentados pela empresa e é até compreensivo, pois eles querem recuperar o clube financeiramente. Dentro de campo os Reds não vem apresentando grandes resultados nos últimos anos no campeonato inglês, consequentemente tem ficado de fora da UCL e, com isso, perdendo muito dinheiro da verba de premiação e de contratos de patrocinadores.
A Warrior responderá, a partir de agora, as perguntas que o mercado faz desde o ano passado: Será ela capaz de substituir uma das melhores, se não a melhor, fornecedora de material esportivo para futebol do mundo? Principalmente de um time tão representativo? Será ela capaz de manter o interesse dos fiéis torcedores ingleses ou o tiro sairá pela culatra?
Vamos estar de olho e equanto isso vamos curtir o filme do lançamento oficial.
Apesar de ter sido anunciado no ano passado, a parceria Warrior/Liverpool, somente nesta semana é que uniformes que passarão a vestir o time inglês foram apresentados.
O uniforme por si só não apresenta grandes novidades. O principal diferencial está na nova fornecedora de material esportivo do clube inglês: Warrior Sport. O lançamento era aguardado no mercado exatamente por isso.

Tradicional fornecedora de material esportivo para Hockey e Lacrosse, a marca é uma subsidiária da New Balance comprada em 2004 e vem investindo pesado em outros esportes através, principalmente, da associação com a New England Sports Ventures – grupo norte-americano que administra o Liverpool e também é dono do Red Sox (MLB), que também veste Warrior.
O acordo já havia sido anunciado no ano passado, mas só neste semana é que a empresa americana apresentou os novos modelos que vestirão, na nova temporada os Reds ingleses.
A investida da Warrior foi pesada e mais que dobou os valores recebidos pelo time inglês. A Adidas, ex-fornecedora, pagava 12 milhões de libras por ano e os Reds irão receber agora 25 milhões de Libras. Este novo contrato coloca o Liverpool como o time com o maior contrato vigente da Premier League superando os 23 milhões de libras do Manchester United pago pela Nike.
A Adidas, na época, justificou a saída através de uma declaração pesada de seu CEO, Herbert Hainer: “A diferença entre o seu desempenho no campo e o que eles pediram não está em equilíbrio. Não aceitamos e este foi o fim da história”.
Apesar da declaração a perda para a Adidas é grande e deve ser sentida num curto espaço de tempo, pois o time inglês é o quarto time do mundo que mais vende uniformes (900 mil por ano) e, para a marca alemã, era o segundo time de seu portfólio, atrás do Real Madri, campeão mundial neste quesito (Manchester United e Barcelona ocupam a segunda e terceira colocação respectivamente).
O fornecimento de material para os Reds faz parte da estratégia de expansão da marca, que tem aumentado pesadamente o número de atletas patrocinados e de vendas de uniformes totalizando mais de 1 bilhão de Libras.
Os executivos do Liverpool justificaram a mudança devido a diferença de valores apresentados pela empresa e é até compreensivo, pois eles querem recuperar o clube financeiramente. Dentro de campo os Reds não vem apresentando grandes resultados nos últimos anos no campeonato inglês, consequentemente tem ficado de fora da UCL e, com isso, perdendo muito dinheiro da verba de premiação e de contratos de patrocinadores.
A Warrior responderá, a partir de agora, as perguntas que o mercado faz desde o ano passado: Será ela capaz de substituir uma das melhores, se não a melhor, fornecedora de material esportivo para futebol do mundo? Principalmente de um time tão representativo? Será ela capaz de manter o interesse dos fiéis torcedores ingleses ou o tiro sairá pela culatra?
Vamos estar de olho e equanto isso vamos curtir o filme do lançamento oficial.
- 11h33
- 11May
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Tem valido apena acompanhar as ações do Atlético de Madri e do Bilbao tanto antes quanto pós final da Liga Europa.
Como comentei em outro post o Campeonato Espanhol, apesar de contar com o brilho do Barcelona e do Real, carece de um melhor equilíbrio dentre e fora do campo. Conseguir se destacar, para os outros 18 clubes, é necessário muita imaginação, criatividade e saber aproveitar os momentos.
Os vídeos abaixo mostram bem isso:
El Athletic agradece el apoyo de su afición
Con vuestra fuerza logramos el sueño. Atlético de Madrid campeón de la Europa League 2012
Tem valido apena acompanhar as ações do Atlético de Madri e do Bilbao tanto antes quanto pós final da Liga Europa.
Como comentei em outro post o Campeonato Espanhol, apesar de contar com o brilho do Barcelona e do Real, carece de um melhor equilíbrio dentre e fora do campo. Conseguir se destacar, para os outros 18 clubes, é necessário muita imaginação, criatividade e saber aproveitar os momentos.
Os vídeos abaixo mostram bem isso:
El Athletic agradece el apoyo de su afición
Con vuestra fuerza logramos el sueño. Atlético de Madrid campeón de la Europa League 2012
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Apesar de toda grife o campeonato espanhol sofre com um grande problema: existe duas competições dentro de uma. Na competição “internacional” Real Madrid e Barcelona “brincam” sozinhos num torneio particular - nos últimos anos forma pouca as oportunidades que o título não ficou na mão de um dos dois. De 1985 para cá são 12 títulos do Real Madrid, 12 do Barcelona num total 28 disputados (Atlético de Madrid 94/95, La Coruña 99/00 e Valência 01/02 e 03/04 são as exceções).
Tal disparidade também se revela no campo financeiro. Barcelona e Real abocanham 50% da cota de direito de imagem, ficam com os grandes patrocinadores e travam a roda de crescimento dos outros times.
Agora imaginem o que é ser o primo pobre do Real Madrid e ter que competir, de forma injusta, por patrocinadores, jogadores e torcedores com o time do Rei?
Pelas beiradas o Atlético de Madrid, meu time no FIFA 12, vai conquistando seu espaço e aproveita o bom momento – dois títulos da Liga Europa quase seguidos – para reforçar sua marca e conquistar seu espaço dentro de um Universo tão fechado como é o futebol espanhol.
Vale conferir o vídeo abaixo :
Apesar de toda grife o campeonato espanhol sofre com um grande problema: existe duas competições dentro de uma. Na competição “internacional” Real Madrid e Barcelona “brincam” sozinhos num torneio particular - nos últimos anos forma pouca as oportunidades que o título não ficou na mão de um dos dois. De 1985 para cá são 12 títulos do Real Madrid, 12 do Barcelona num total 28 disputados (Atlético de Madrid 94/95, La Coruña 99/00 e Valência 01/02 e 03/04 são as exceções).

Tal disparidade também se revela no campo financeiro. Barcelona e Real abocanham 50% da cota de direito de imagem, ficam com os grandes patrocinadores e travam a roda de crescimento dos outros times.
Agora imaginem o que é ser o primo pobre do Real Madrid e ter que competir, de forma injusta, por patrocinadores, jogadores e torcedores com o time do Rei?
Pelas beiradas o Atlético de Madrid, meu time no FIFA 12, vai conquistando seu espaço e aproveita o bom momento – dois títulos da Liga Europa quase seguidos – para reforçar sua marca e conquistar seu espaço dentro de um Universo tão fechado como é o futebol espanhol.
Vale conferir o vídeo abaixo :
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Desde julho de 2003, quando foi comprado por 210 milhões de Euros, motivos de comemorações não faltaram para a torcida do Blues. A lista de contratações recordes não parou de crescer, atletas de nomes não pararam de chegar e, o mais importante, títulos - muitos títulos depositados na conta do magnata russo Roman Abramovich (3 Premier League, 4 Copas da Inglaterra, 2 Copas da Liga Inglesa 2 duas Supercopa da Inglaterra).
Talvez o mais importante até o momento tenha sido a título que quebrou um jejum de 50 anos sem levantar o troféu da Premier League, ao menos para a torcida. Mas o Abramovich nunca escondeu que seu grande desejo é ganhar a UCL. Tal sonho quase foi alcançado em 2007/08, perdendo nos pênaltis para o ManU.
Agora os Blues terão uma nova oportunidade de satisfazer a torcida e de agradar o chefão. Os Blues nunca estiveram tão na moda, mas mesmo assim sua receita ainda não reflete seu sucesso em campo. Apesar de ser considerado o sétimo clube mais valioso do mundo, US$ 761 milhões, o Blues deveriam valer mais, muito mais, mas os 41.800 lugares de seus estádio impedem tal crescimento.
Este seria o grande momento para o Chelsea lucrar e se valorizar, mas o crescimento de suas receitas esbarra na limitação de seu “acanhado” estádio: Stamford Bridge.
Seus principais rivais possuem estádio pelo menos 50% maior na capacidade. Old Trafford (Manchester United), Santiago Bernabeu (Real Madrid), Camp Nou (Barcelona), Emirates Stadium (Arsenal) ficam entre 60.000 e 99.000 lugares. Possibilitando receitas em dia de jogos muito superiores ao do Chelsea. Na última temporada enquanto o Arsenal (sexto clube mais valioso) arrecadou US$ 149 milhões o Blues alcançaram receitas de apenas US$ 108 milhões. Pouco para um time que quer ser um dos principais times do planeta, mas que não consegue ser o principal time da Inglaterra.
Abramovich sabe que precisa de uma casa nova para realizar seu sonho de transformar o Chelsea no Grande time inglês.
Mas a negativa não abalou a vontade do magnata russo, acostumado a lidar com os meandros da política russa. O sonho é erguer a nova casa, para 65 mil pessoas, onde está o prédio da antiga usina termelétrica de Battersea, já desativada. Os fãs do Pink Floyd vão lembrar do local devido o mesmo ter sido capa do disco "Animals", lançado em 1976.
Abramovich não é apenas um fã de esporte. Seu Chelsea é um negócio e além de títulos deve dar lucro também. O empresário russo sabe que precisa aproveitar que os Blues estão na moda e para isso preciso de um estádio que suporte seus projetos.
Desde julho de 2003, quando foi comprado por 210 milhões de Euros, motivos de comemorações não faltaram para a torcida do Blues. A lista de contratações recordes não parou de crescer, atletas de nomes não pararam de chegar e, o mais importante, títulos - muitos títulos depositados na conta do magnata russo Roman Abramovich (3 Premier League, 4 Copas da Inglaterra, 2 Copas da Liga Inglesa 2 duas Supercopa da Inglaterra).

Talvez o mais importante até o momento tenha sido a título que quebrou um jejum de 50 anos sem levantar o troféu da Premier League, ao menos para a torcida. Mas o Abramovich nunca escondeu que seu grande desejo é ganhar a UCL. Tal sonho quase foi alcançado em 2007/08, perdendo nos pênaltis para o ManU.
Agora os Blues terão uma nova oportunidade de satisfazer a torcida e de agradar o chefão. Os Blues nunca estiveram tão na moda, mas mesmo assim sua receita ainda não reflete seu sucesso em campo. Apesar de ser considerado o sétimo clube mais valioso do mundo, US$ 761 milhões, o Blues deveriam valer mais, muito mais, mas os 41.800 lugares de seus estádio impedem tal crescimento.
Este seria o grande momento para o Chelsea lucrar e se valorizar, mas o crescimento de suas receitas esbarra na limitação de seu “acanhado” estádio: Stamford Bridge.
Seus principais rivais possuem estádio pelo menos 50% maior na capacidade. Old Trafford (Manchester United), Santiago Bernabeu (Real Madrid), Camp Nou (Barcelona), Emirates Stadium (Arsenal) ficam entre 60.000 e 99.000 lugares. Possibilitando receitas em dia de jogos muito superiores ao do Chelsea. Na última temporada enquanto o Arsenal (sexto clube mais valioso) arrecadou US$ 149 milhões o Blues alcançaram receitas de apenas US$ 108 milhões. Pouco para um time que quer ser um dos principais times do planeta, mas que não consegue ser o principal time da Inglaterra.
Abramovich sabe que precisa de uma casa nova para realizar seu sonho de transformar o Chelsea no Grande time inglês.

Mas a negativa não abalou a vontade do magnata russo, acostumado a lidar com os meandros da política russa. O sonho é erguer a nova casa, para 65 mil pessoas, onde está o prédio da antiga usina termelétrica de Battersea, já desativada. Os fãs do Pink Floyd vão lembrar do local devido o mesmo ter sido capa do disco "Animals", lançado em 1976.

Abramovich não é apenas um fã de esporte. Seu Chelsea é um negócio e além de títulos deve dar lucro também. O empresário russo sabe que precisa aproveitar que os Blues estão na moda e para isso preciso de um estádio que suporte seus projetos.
- 11h23
- 06May
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Sempre comento por aqui que as marcas não precisam estar ligadas diretamente a clubes ou expostas em seus uniformes para criar relação com os fãs de esporte.
Marcas que possuem penetração de massa costumam evitar patrocinar clubes de futebol para não criar inimizades com os demais torcedores. Porém isso não impede que em determinados momentos o esporte e, até mesmo, a rivalidade, sejam usadas para ativar uma campanha de determinada marca.
Nos vídeos abaixo mostro dois exemplos em que a Coca-Cola utilizou de ações inteligentes e emotivas para se aproximar dos torcedores, ativar sua campanha e até criar um viral #razonesparacreer.
Taí exemplo que mostram que, mais do que exposição as marcas que investem no esporte precisam é de inteligência nas ações realizadas.
Com o sugestivo nome de Razões para Acreditar a campanha da Coca-Cola foi rua para mostrar que acima da rivalidade esportiva o ser humano ainda é capaz de ajudar o outro e pensar no próximo.
Pouco antes do inicio da partida entre Real Madrid e Bayern, em pleno Bernabeu, um torcedor do Barça pede ajuda dos torcedores do Real:
Não foi a primeira vez que a empresa fez ações neste modelo. No ano passado, antes do clássico entre Benfica e Sporting, uma ação envolvendo uma carteira perdida, com ingresso para a partida - dentro da loja oficial do Benfica – no local destinado aos torcedores do rival, também mexeu com o tema Razões para Acreditar.
Ao final de ambas as ações os torcedores que participaram ganharam ingressos para a partida diretamente da Coca-Cola, ativando a marca e marcando presença num momento impar da vida do torcedor.
No vídeo do jogo de Real Madrid não mostra quanto torcedores, ao perceberem que o carro era de um torcedor rival, deixaram de empurrar e ajudar. Mas no vídeo do Benfica 95% da pessoas devolveram a carteira ajudando a marcar a mensagem principal da marca: Razões para Acreditar num mundo melhor.
Agora e se a brincadeira fosse feita aqui no Brasil? No dia de um clássico como Flamengo x Fluminense, Botafogo x Vasco, Cruzeiro x Atlético, Bahia x Vitória, São Paulo x Santos, Corinthians x Palmeiras, Inter x Grêmio.
Você ajudaria seu rival ou devolveria a carteira?
Sempre comento por aqui que as marcas não precisam estar ligadas diretamente a clubes ou expostas em seus uniformes para criar relação com os fãs de esporte.
Marcas que possuem penetração de massa costumam evitar patrocinar clubes de futebol para não criar inimizades com os demais torcedores. Porém isso não impede que em determinados momentos o esporte e, até mesmo, a rivalidade, sejam usadas para ativar uma campanha de determinada marca.
Nos vídeos abaixo mostro dois exemplos em que a Coca-Cola utilizou de ações inteligentes e emotivas para se aproximar dos torcedores, ativar sua campanha e até criar um viral #razonesparacreer.
Taí exemplo que mostram que, mais do que exposição as marcas que investem no esporte precisam é de inteligência nas ações realizadas.
Com o sugestivo nome de Razões para Acreditar a campanha da Coca-Cola foi rua para mostrar que acima da rivalidade esportiva o ser humano ainda é capaz de ajudar o outro e pensar no próximo.
Pouco antes do inicio da partida entre Real Madrid e Bayern, em pleno Bernabeu, um torcedor do Barça pede ajuda dos torcedores do Real:
Não foi a primeira vez que a empresa fez ações neste modelo. No ano passado, antes do clássico entre Benfica e Sporting, uma ação envolvendo uma carteira perdida, com ingresso para a partida - dentro da loja oficial do Benfica – no local destinado aos torcedores do rival, também mexeu com o tema Razões para Acreditar.
Ao final de ambas as ações os torcedores que participaram ganharam ingressos para a partida diretamente da Coca-Cola, ativando a marca e marcando presença num momento impar da vida do torcedor.
No vídeo do jogo de Real Madrid não mostra quanto torcedores, ao perceberem que o carro era de um torcedor rival, deixaram de empurrar e ajudar. Mas no vídeo do Benfica 95% da pessoas devolveram a carteira ajudando a marcar a mensagem principal da marca: Razões para Acreditar num mundo melhor.
Agora e se a brincadeira fosse feita aqui no Brasil? No dia de um clássico como Flamengo x Fluminense, Botafogo x Vasco, Cruzeiro x Atlético, Bahia x Vitória, São Paulo x Santos, Corinthians x Palmeiras, Inter x Grêmio.
Você ajudaria seu rival ou devolveria a carteira?
- 10h50
- 05May
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O lançamento foi feita na última quinta-feira, para aproveitar a reinauguração do estádio Independência, onde o Galo passará a mandar seus jogos até a reabertura do Mineirão. O nome é sugestivo e bem interessante: Galo na veia e tem metas ambiciosas para fidelizar o torcedor atleticano.
O programa traz uma série de benefícios para os associados: Além de lugar garantido em todas as partidas que o Atlético foi mandante o torcedor terá descontos nas compras de produtos oficiais do clube, com acúmulo de pontos que podem ser revertidos em outros prêmios, como visita a Cidade do Galo, viagens com a equipe e até uma conversa com o presidente Kalil.
Os associados terão que desembolsar R$ 200,00 por mês e no seu lançamento a expectativa é de alcançar rapidamente 5.400 associados, gerando uma receita bruta de R$ 1 milhão por mês. Após a reabertura do Mineirão a expectativa é que o número de associados aumente gradativamente.
Pessoalmente não gosto de programas de fidelidade que dão garantias de lugar no estádio, pois chega um determinado momento que relação custo/benéfico deste programa para o clube fica em desvantagem. Prefiro programas que criam facilidades na compra dos ingressos e com mensalidades menores.
Porém, como o projeto começa com 5.400 o Galo poderá utilizar estes primeiros associados para fazer testes e alterar o projeto. Acredito que, com o crescimento do número de associados, o programa naturalmente passe a oferecer planos nos mais variados valores e com benefícios diferentes de forma a atender toda parcela de torcedor.
Para um plano inicial gostei da iniciativa e torço para obtenha sucesso.
O site do programa é www.galonaveia.com.br
O lançamento foi feita na última quinta-feira, para aproveitar a reinauguração do estádio Independência, onde o Galo passará a mandar seus jogos até a reabertura do Mineirão. O nome é sugestivo e bem interessante: Galo na veia e tem metas ambiciosas para fidelizar o torcedor atleticano.

O programa traz uma série de benefícios para os associados: Além de lugar garantido em todas as partidas que o Atlético foi mandante o torcedor terá descontos nas compras de produtos oficiais do clube, com acúmulo de pontos que podem ser revertidos em outros prêmios, como visita a Cidade do Galo, viagens com a equipe e até uma conversa com o presidente Kalil.
Os associados terão que desembolsar R$ 200,00 por mês e no seu lançamento a expectativa é de alcançar rapidamente 5.400 associados, gerando uma receita bruta de R$ 1 milhão por mês. Após a reabertura do Mineirão a expectativa é que o número de associados aumente gradativamente.
Pessoalmente não gosto de programas de fidelidade que dão garantias de lugar no estádio, pois chega um determinado momento que relação custo/benéfico deste programa para o clube fica em desvantagem. Prefiro programas que criam facilidades na compra dos ingressos e com mensalidades menores.
Porém, como o projeto começa com 5.400 o Galo poderá utilizar estes primeiros associados para fazer testes e alterar o projeto. Acredito que, com o crescimento do número de associados, o programa naturalmente passe a oferecer planos nos mais variados valores e com benefícios diferentes de forma a atender toda parcela de torcedor.
Para um plano inicial gostei da iniciativa e torço para obtenha sucesso.
O site do programa é www.galonaveia.com.br
Siga Fernando A Fleury no twitter @f_fleury ou em outras redes.
Verdade que muitos preferiam ver uma final entre Barcelona e Real Madrid. Do ponto de vista futebolística, provavelmente, seria o mais interessante, mas mercadologicamente falando ter o Bayern jogando em sua casa é sensacional e tem tudo para dar um grande impulso aos patrocinadores do clube alemão.
O primeiro diferencial está no fato do Bayern jogar em seu estádio. Será a primeira vez após 28 anos que uma equipe terá a oportunidade de jogar a final no seu estádio, e apenas a quarta em toda a história. A última vez foi em 1984, quando a Roma, de Falcão e Cerezo, jogou na capital italiana contra o Liverpool. As outras duas vezes foram com o Milão, em 1965, no Giuseppe Meazza contra o Benfica e com o Real Madrid, em 1957, contra a Fiorentina.
O fato raro de se jogar uma final de UCL em seu próprio estádio irá gerar uma quantidade incomum de exposição a seus parceiros comerciais, em especial ao do estádio: Allianz Arena.
A final do ano passado, entre ManU e Barça foi a mais assistida e mais bem avaliada da história da competição. A estimativa apontou que a audiência da final da UCL foi de 178 milhões de pessoas e foi o evento esportivo, único, mais assistido da história, superando até o famoso SuperBowl.
A exposição nas mídias sociais também deve ser enorme. Na final do ano passado o Barcelona foi mencionado no twitter 575.104 vezes contra 251.829 vezes do Manchester United. A expectativa é que a final deste ano supere, e muito, estes números principalmente porque diversos patrocinadores devem usar o microblog para ativar ações de marketing. Além disso, a semifinal entre Chelsea e Barça estabeleceu um novo recorde de twtters por segundo: 13.584 tuitadas. O Recorde anterior, na esfera esportiva, era do SuperBowl, com 12.233 twitters por segundo, na final entre NY Giantes e NE Patriots.
O Bayern é um dos clubes que mais arrecado dinheiro com patrocinadores no mundo. Na última temporada as receitas comerciais foram de US$ 258 milhões, sendo sendo US$ 119 milhões de patrocínio e publicidade e US$ 64 milhões de merchandising.
A Adidas, que tem participação minoritária no clube alemão, bem como um contrato de fornecimento de uniforme de cerca de US$ 32 milhões/ano tem tudo para ser a grande vencedora entre os patrocinadores.
Se muitos questionavam o valor pago, em 2009, pela Deutsche Telekon, ao Bayern pelo patrocínio principal no uniforme, principalmente devido ao número reduzidos de fãs do clube alemão fora do país, também ganhará e muito com o espetáculo.
A Audi também deve aproveitar, e bem, essa final. A parceria com o Bayern rendeu uma participação de 9,5% no mercado de carros e possibilitou a extensão do patrocínio para outras áreas do time alemão, como o Basquete.
Será interessante acompanhar as ações que serão realizadas daqui até o dia 19 de Maio e nós estaremos de olho.
Enquanto isso, na América do Sul, vemos um torneio que acha charmoso ter arbitragem caseiras e policias com escudos para ajudar a cobrar escanteio, mas #segueojogo.
Ah.. para os curiosos de plantão. Nas três vezes que um time pode jogar em seu estádio em duas ocasiões saiu vitorioso: Milão venceu o Benfica por 1 a 0 e o Real Madrid bateu a Fiorentina por 2 a 0. Já na última vez que isso aconteceu, para a frustração da equipe romana, o título ficou nas mãos do Liverpool.
Verdade que muitos preferiam ver uma final entre Barcelona e Real Madrid. Do ponto de vista futebolística, provavelmente, seria o mais interessante, mas mercadologicamente falando ter o Bayern jogando em sua casa é sensacional e tem tudo para dar um grande impulso aos patrocinadores do clube alemão.
O primeiro diferencial está no fato do Bayern jogar em seu estádio. Será a primeira vez após 28 anos que uma equipe terá a oportunidade de jogar a final no seu estádio, e apenas a quarta em toda a história. A última vez foi em 1984, quando a Roma, de Falcão e Cerezo, jogou na capital italiana contra o Liverpool. As outras duas vezes foram com o Milão, em 1965, no Giuseppe Meazza contra o Benfica e com o Real Madrid, em 1957, contra a Fiorentina.
O fato raro de se jogar uma final de UCL em seu próprio estádio irá gerar uma quantidade incomum de exposição a seus parceiros comerciais, em especial ao do estádio: Allianz Arena.

A final do ano passado, entre ManU e Barça foi a mais assistida e mais bem avaliada da história da competição. A estimativa apontou que a audiência da final da UCL foi de 178 milhões de pessoas e foi o evento esportivo, único, mais assistido da história, superando até o famoso SuperBowl.
A exposição nas mídias sociais também deve ser enorme. Na final do ano passado o Barcelona foi mencionado no twitter 575.104 vezes contra 251.829 vezes do Manchester United. A expectativa é que a final deste ano supere, e muito, estes números principalmente porque diversos patrocinadores devem usar o microblog para ativar ações de marketing. Além disso, a semifinal entre Chelsea e Barça estabeleceu um novo recorde de twtters por segundo: 13.584 tuitadas. O Recorde anterior, na esfera esportiva, era do SuperBowl, com 12.233 twitters por segundo, na final entre NY Giantes e NE Patriots.
O Bayern é um dos clubes que mais arrecado dinheiro com patrocinadores no mundo. Na última temporada as receitas comerciais foram de US$ 258 milhões, sendo sendo US$ 119 milhões de patrocínio e publicidade e US$ 64 milhões de merchandising.
A Adidas, que tem participação minoritária no clube alemão, bem como um contrato de fornecimento de uniforme de cerca de US$ 32 milhões/ano tem tudo para ser a grande vencedora entre os patrocinadores.
Se muitos questionavam o valor pago, em 2009, pela Deutsche Telekon, ao Bayern pelo patrocínio principal no uniforme, principalmente devido ao número reduzidos de fãs do clube alemão fora do país, também ganhará e muito com o espetáculo.
A Audi também deve aproveitar, e bem, essa final. A parceria com o Bayern rendeu uma participação de 9,5% no mercado de carros e possibilitou a extensão do patrocínio para outras áreas do time alemão, como o Basquete.
Será interessante acompanhar as ações que serão realizadas daqui até o dia 19 de Maio e nós estaremos de olho.
Enquanto isso, na América do Sul, vemos um torneio que acha charmoso ter arbitragem caseiras e policias com escudos para ajudar a cobrar escanteio, mas #segueojogo.
Ah.. para os curiosos de plantão. Nas três vezes que um time pode jogar em seu estádio em duas ocasiões saiu vitorioso: Milão venceu o Benfica por 1 a 0 e o Real Madrid bateu a Fiorentina por 2 a 0. Já na última vez que isso aconteceu, para a frustração da equipe romana, o título ficou nas mãos do Liverpool.
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Fica cada vez mais evidente que as mídias sociais estão se transformando numa das principais plataformas para os times de futebol. Sua capacidade de alcance mundial quebra barreiras para que os times cheguem em fãs que antes eram impossíveis de serem alcançados.
A busca não é simplesmente por novos torcedores e sim por novos consumidores. Estratégias são pensadas de maneira global para atrair o mercado mundial. Claro que isso está anos luz a frente do cenário brasileiro. Aqui ainda temos um vasto caminho a ser percorrido, mas é importante os times nacionais ficarem atentos, pois seus rivais não são seus concorrentes diretos na luta pelo consumidor, mas os clubes estrangeiros são e eles entram na briga “armados até o dente”, mas isso será assunto para outro post. Neste aqui nosso foco é a estratégia utilizada pela Premier League, na comemoração de seu 20o, nas mídias sociais.
Como bem costuma dizer Eden Wiedemann (@RealEden), especialista em Mídias Sociais, as ações que buscam engajamento possuem muito mais chances de darem certo. E o foco do pessoal da Premier é exatamente esse: engajamento e provocar discussões (debates) em torno das promoções que estão e serão realizadas.
Como bem explica o Craig Edmondson, diretor de marketing da Premier League, “A campanha - The 20 Season - é projetada para criar engajamento e oportunidades de acionamento das ações promocionais através da Premier League e das plataformas digitais de terceiros, ajudando a aumentar a visualização global e para apoiar os objetivos [comercial] de parceiros e os dos clubes."
E porque falei tanto sobre a quebra de fronteiras por meios das Mídias Sociais? Simples, as ações da Premier League está focada no Reino Unido, mas também em mercados lucrativos, tais como: China e EUA (ninguém esquece a China, né?).
A Liga irá utilizar seus diversos parceiros de mídia para divulgar para divulgar seus vídeos promocionais e criar engajamento com os fãs..
Vamos ficar de olho e, quando liberados, post os vídeos por aqui...
Fica cada vez mais evidente que as mídias sociais estão se transformando numa das principais plataformas para os times de futebol. Sua capacidade de alcance mundial quebra barreiras para que os times cheguem em fãs que antes eram impossíveis de serem alcançados.
A busca não é simplesmente por novos torcedores e sim por novos consumidores. Estratégias são pensadas de maneira global para atrair o mercado mundial. Claro que isso está anos luz a frente do cenário brasileiro. Aqui ainda temos um vasto caminho a ser percorrido, mas é importante os times nacionais ficarem atentos, pois seus rivais não são seus concorrentes diretos na luta pelo consumidor, mas os clubes estrangeiros são e eles entram na briga “armados até o dente”, mas isso será assunto para outro post. Neste aqui nosso foco é a estratégia utilizada pela Premier League, na comemoração de seu 20o, nas mídias sociais.

Como bem costuma dizer Eden Wiedemann (@RealEden), especialista em Mídias Sociais, as ações que buscam engajamento possuem muito mais chances de darem certo. E o foco do pessoal da Premier é exatamente esse: engajamento e provocar discussões (debates) em torno das promoções que estão e serão realizadas.
Como bem explica o Craig Edmondson, diretor de marketing da Premier League, “A campanha - The 20 Season - é projetada para criar engajamento e oportunidades de acionamento das ações promocionais através da Premier League e das plataformas digitais de terceiros, ajudando a aumentar a visualização global e para apoiar os objetivos [comercial] de parceiros e os dos clubes."
E porque falei tanto sobre a quebra de fronteiras por meios das Mídias Sociais? Simples, as ações da Premier League está focada no Reino Unido, mas também em mercados lucrativos, tais como: China e EUA (ninguém esquece a China, né?).

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Vamos ficar de olho e, quando liberados, post os vídeos por aqui...
Fernando Fleury, Professor de Marketing - especializado em Marketing Esportivo, Editor-Executivo do site www.fanaticosporfutebol.com.br, blogueiro e fanático por esporte.