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Fabio Azevedo
- 15h49
- 17Apr
Em primeiro lugar, a diretoria errou feio, mais uma vez, ao escolher peças erradas para posições estratégicas. A perda do comando técnico foi apenas uma gota d´agua em um processo que começou em 2010.
A fritura do Zico foi só uma demonstração da política podre que os emergentes políticos levam do gabinete para dentro do clube. Acostumados com os acordos na política, eles acham que uma instituição pode passar por isso também.
O grande erro é esquecer que clube é feito por ídolos e história. Rasgá-la ou andar para os herois é, no mínimo, um desrespeito.
Zico se foi, assim como Vanderlei Luxemburgo, que também teve poderes de decisão, mas que pararam na página 5 do Flamengo.
A chegada do Joel Santana foi a escolha paternalista e simplista para buscar resposta imediata. Resposta que não veio. A eliminação na Libertadores não pode ir só para a conta do treinador. Ele teve culpa, mas não foi só ele.
Quando Joel chegou, o elenco já estava montado e o banco de reservas do Flamengo é de chorar.
Desafio qualquer torcedor a indicar qual mudança seria capaz de surtir efeito e mudar o rumo da história na Libertadores.
E se o time for eliminado na Taça Rio, de novo pelo Vasco, o que acontece com Joel e sua turma?
A porta dos fundos lhe será ofertada, como fizeram com todos os outros profissionais citados aqui e que não tiveram o respeito e o respaldo para trabalhar.
De quem é a culpa?
Nem minha, nem sua.
Com certeza, de quem tem a caneta e o poder de decisão nas mãos.
- 15h43
- 10Apr
Dizer que a arbitragem é ruim no Brasil é chover no molhado. Agora, que uma súmula, documento de um árbitro sofre, grosseiramente, uma adulteração, aí já é piada de mau gosto. Claro que estou sendo educado com você, leitor. Gostaria de pegar mais pesado, mas você não merece ler o que estas figuras ridículas fazem com o nosso futebol.
Achei exagerada a reclamação dos jogadores do Vasco, assim como do presidente do clube. A volta ao passado em nada ajuda ao time. Ouvindo a entrevista do presidente da Comissão de Arbitragem no último domingo, na Rádio Tupi, tive a certeza de que o futebol carioca está muito mal entregue.
O desrespeito do Jorge Rabello com o diretor do Vasco, Daniel Freitas, foi lamentável. Ele disse não conhecer o diretor e muito menos sabe se ele é porteiro, cantor ou se tem outro cargo no CR Vasco da Gama.
Isso mostra que o seu Rabello se acha acima das pessoas e tem a arrogância como forma de conduta.
Na mesma entrevista, ele revelou que teve acesso às informações da súmula e que ela viria carregada.
Pergunta: é correto alguém ter acesso antes da divulgação da mesma, sem ser um dos integrantes da partida (árbitros)?
Realmente, o seu Rabello tinha acertado e a súmula veio pesada, mas recheada de controvérsias. Primeiro, o árbitro escreveu que foi agredido, depois ele indicou uma letra V ao lado do nome de cinco jogadores do Vasco, caracterizando uma expulsão pós-jogo (algo que a lei permite).
No entanto, o comandado do seu Rabello foi desmentido pelo chefe. O presidente da Comissão veio a público e garantiu que os cinco jogadores do Vasco não foram expulsos. Logo, não teriam que cumprir suspensão automática no domingo.
Então, o que era o V? Virou o X da questão!
Para solucionar, como em um passe de mágica, alguém, que o seu Rabello deve saber quem é, pois tem acesso a tudo da arbitragem, apagou com corretivo, de forma grosseira, o tal V da discórdia.
Tudo resolvido, seu Rabello? E agora, como fica a moral do árbitro Wagner dos Santos Rosa? Afinal de contas, ele expulsou ou não? Se não, por que incluiu o V na súmula?
Definitivamente, pessoas como o seu Rabello e outros, que ainda insistem em ficar beirando o futebol, só servem para emporcalhar o Esporte!
A súmula foi adulterada e isso deveria ser caso de polícia!

Crédito da imagem: Reprodução
Súmula do clássico divulgada na segunda-feira, com as expulsões dos cinco cruzmaltinos
Crédito da imagem: Reprodução
- 17h47
- 09Apr
O clássico Vasco x Flamengo foi recheado de polêmicas e gols, mas contou com uma imagem que demonstrou a grandeza de um ser humano. Além da bola, Ronaldinho Gaúcho mostrou que a sua infância não está tão lá atrás. Confira a reportagem do jogo.
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- 15h33
- 02Apr
O Barcelona é o time da moda, aquele que dá gosto ver jogar e que serve de exemplo. Alguns tentam imitá-lo (o que não é demérito algum), mas é difícil um treinador ter tantas peças de alto nível à disposição no mesmo elenco.
No Brasil, poucos técnicos têm a chance de ter em mãos um elenco de qualidade. Da série A, Fluminense, Inter e Santos são os times que podem se dar ao luxo de poupar as estrelas que mesmo assim seguem ganhando.
Agora, a pergunta que faço: em que condições? Os números jogam a favor dos treinadores (confira abaixo).
O Fluminense tem um elenco milionário, um banco de reservas de dar inveja em, pelo menos, 10, 12 times da série A, mas fez poucas partidas inesquecíveis ou a altura do investimento feito para 2012.
Mas, por que o Tricolor não decola e torna-se o adversário temido pelos adversários, como o Barcelona, por exemplo?
O Santos tem um craque e ele é o cara responsável pelo pesadelos dos defensores, mas se ele sair? O time perde força, só que segue vencendo. Qual o segredo?
E o Inter? Eliminado nas quartas de final da Taça Piratini pelo Grêmio e em segundo na Libertadores, no grupo 1. Damião, D´Alessandro, Dátolo e cia são temidos ou não?
Claro que não conseguiremos ter um time com tantos craques como o Barcelona, mas somos capazes de produzir mais do que vem sendo feito pelos nossos campos. De quem é a culpa? Calendário? Gramados? Jogadores ou técnicos, muitas vezes preocupados com o emprego?
Não dá para viver de uma grande exibição na final da Taça GB ou contra o Boca (caso do Fluminense). Acho pouco para o mercado que oferece tantos talentos.
Está ficando chato não ter grandes jogos no Brasil. Até quando?
CAMPANHAS 2012 (até 02/04)
Fluminense
Taça GB (fase inicial (7J, 4V, 1E e 2D), semifinal (eliminou o Botafogo nos pênaltis) e campeão (venceu o Vasco, com grande atuação).
Taça Rio (fase inicial – 6J, 2V, 1E e 3D – 3º lugar)
Libertadores (primeiro classificado na Libertadores e único com 100% de aproveitamento – 4J, 4V)
Santos
Paulistão (3º lugar – 11V, 3E e 3D)
Libertadores (1º lugar – 4J, 3V, 1D)
Inter-RS
Gauchão (eliminado nas 4as da Taça Piratini e líder do grupo A da Taça Farroupilha – 5V e 1E)
Libertadores (2º lugar – 2V, 1E e 1D)
- 15h19
- 29Mar
Mesmo que tarde, a chance de dizer adeus a um grande jogador é uma possibilidade de retribuir, com carinho, tudo que ele fez pelo torcedor. Claro que o jogador erra. Afinal de contas, ele é um ser humano. O atacante perde gol, o goleiro leva um frango, zagueiro fura, mas isso faz parte do futebol.
O que fica para a história é a história que este ou aquele jogador escreve. Mesmo que por linhas tortas, como muitos fizeram e ainda fazem, alguns ficam eternizados e ganham destaque.
Edmundo é um daqueles casos de amor e ódio que a bola produz. Amado pelas torcidas do Vasco e Palmeiras, odiado por muitas, ele viveu no fio da navalha boa parte da carreira. Em alguns casos, ele não sabia o risco que corria, mas foi em frente.
Chutou uma câmera, ficou preso em um quarto de hotel, agrediu adversários, mas deixou marcas importantes no mundo da bola. Quem não lembra dos 6 gols diante do União São João, em São Januário?
Ou os 29 gols no mesmo ano, em 97, quando ele passou a ser o recordista de gols em uma edição de Brasileirão? E as dancinhas provocativas após os gols contra o Flamengo? E a rebolada na frente do Gonçalves?
E aquele golaço, digno de placa, diante do Manchester, no bom e velho Maracanã?
Claro que algumas situações tiveram o revés, mas o Animal, como ficou conhecido, rugia mais forte a cada ameaça. Viu o time do Botafogo rebolar, dias depois, na comemoração do título. E daí?
Mesmo com tantas saídas, a idolatria da torcida do Vasco por Edmundo sempre foi clara. Tão clara que ele desconcentrou em São Januário quando atuou pelo Cruzeiro. Perdeu pênalti. Pelo Vasco também, mas quem disse que o torcedor o crucificou.
O título mais importante foi chutado para fora em uma cobrança de pênalti. E daí? A campanha de 97 fez com que ele entrasse numa seleta galeria: a dos ídolos.
Lá, não importa tanto o currículo, os títulos conquistados ou as conquistas que ficaram pelo caminho.
Lá, a paixão é capaz de elevar o jogador a esta condição e os braços do povo são o trampolim para este status.
Só um ídolo é capaz de arrastar uma multidão. Outros já fizeram isso.
Quarta, dia 28 de março, foi a vez de Edmundo!
- 17h02
- 23Mar
Muito nervoso, não sabia como abordar o Mestre, mas Chico Anysio me deixou à vontade e respondeu todos os assuntos propostos por mim. No fim, ainda se preocupou se eu, estudante, estava satisfeito com o resultado. Este foi o primeiro encontro.
Tive outras duas oportunidades e, em todas, ele me tratou da mesma forma. Sempre fui fã do Chico Anysio, mas passei a admirar o ser humano Chico Anysio, um homem que não deixou o sucesso falar mais alto.
Dono de mais de 200 personagens, Chico Anysio foi o maior ator da teledramaturgia brasileira. Nenhum ator criou e interpretou tantos tipos diferentes. Nunca mais alguém vai conseguir criar tantos personagens, pois parecerá cópia.
Chico Anysio esgotou as possibilidades. Ele fez um nordestino, homossexual, adolescente, o malandro carioca, drogado, alcoolatra, aquele que usa o crachá para se dar bem, entre tantos outros tipos encontrados na nossa sociedade.
Uma das grandes virtudes do Mestre era enxergar, no dia a dia, que aquele cidadão comum poderia ser representado. Quem não conhece um Pantaleão, um verdadeiro contador de hstórias? Quem não conhece um Coalhada, aquele jogador que foi sem nunca ter sido?
Só que o Mestre não se contentou com só estes personagens. Ele abriu portas para outros talentos e cuidou dos eternos talentos. Muitos começaram com ele, mas ficaram pelo caminho, a mercê da sorte, do destino.
Na Escolhinha do Mestre, todos os Chicos eram Totais e viviam na mesma City.
O Rádio, a TV, o Jornal, o Cinema, o Teatro e a arte agradecem ao Mestre por ter nascido brasileiro.
O time de Deus ganha um reforço de peso e a obra do Mestre fica para nos ensinar a olhar para frente, sem esquecer do passado.
Só estamos aqui porque outros Mestres passaram por aqui.
Hoje, o Mestre dos Mestres está lá em cima!!
Obrigado, Mestre Chico Anysio!!!
- 16h18
- 19Mar
Quando o Romário vem a público afirmar, em entrevista à revista Veja, que a Copa vai sair do papel, mas vamos erguer alguns puxadinhos, fazer umas maquiagens ali é um sinal vermelho aceso na nossa cara.
Ele, como representante do povo, tem a obrigação de acompanhar e denunciar a farra que se aproxima, contando todos os envolvidos. Obras emergenciais acontecem em todo grande evento, mas a Copa de 14 pode se tornar uma enxurrada de dinheiro meu, seu, nosso, do povo brasileiro.
Sempre fui contra gastar bilhões em estádios. Com estes bilhões, o Governo poderia atrair a iniciativa privada, com isenções fiscais, para construção de hospitais, escolas e pagamento de melhores salários aos profissionais essenciais (professores, médicos, enfermeiros, por exemplo).
Claro que você deve estar pensando: “Mas o dinheiro vem da iniciativa privada, via empréstimo do BNDES”. Boa parte, mas não a sua totalidade. É aí que entra o Governo Federal.
A mesma mão pesada capaz de entrar no seu bolso é capaz de ajudar, quando interessa, como na busca por votos. O eleitor não pode ser visto só de 4 em 4 anos. Ele precisa ser respeitado durante todo o ano.
A série “Areias movediças de Natal” mostrou um dos muitos absurdos feitos na realização da Copa. Pistas de pouso sem aeroporto, por exemplo, são uma clara demonstração de como o nosso dinheiro vem sendo tratado por estes crápulas do poder.
É revoltante pagar os impostos em dia, suar cada real e verificar que ele vai para o ralo quando o assunto é Copa, Olimpíada ou qualquer outro evento.
Vamos ficar atentos e anotar o nome de cada político que meter a mão no nosso dinheiro para expulsá-lo, via eleições, nos próximos anos.
- 13h58
- 08Mar
Hoje, o Boca Juniors passa muito longe daqueles grandes times que já teve, aqueles capazes de botar medo no adversário, mas a Bombonera ainda impõem respeito. Riquelme parece a última andorinha de um verão bem distante que já viveu os apaixonados torcedores.
Entrar na Bombonera remete a grandes momentos, lances geniais e conquistas memoráveis, mas que o atual time não vai conseguir repetir. E daí? O Fluminense não tem nada com esta história e foi lá mandar o recado que é um time forte na luta pelo título da Libertadores.
Deco gastou a bola, mandou no meio-campo, Diego Cavalieri garantiu o resultado com defesas sensacionais quando o Boca pressionou e Wellinton Nem cresceu muito a partir do lance do gol do Deco, originado com ele, em grande lance pela esquerda.
Fred foi muito importante sendo a referência no ataque e imponto respeito aos zagueiros do Boca. Diguinho jogou de forma séria e leal, assim como Digão. Os dois foram muito bem. Thiago Neves destoou um pouco da equipe.
Foi apenas uma vitória, o título não estava em disputa. Até lá, o caminho ainda é muito longo, mas Abel e seus comandados demonstraram que o elenco é forte e pode ir longe.
Será que ainda pensam em mandar o técnico do Fluminense embora? Será que os corneteiros ainda vão clamar pelo Renato Gaúcho?
Chegou a hora de pensar grande e deixar o Abel Braga trabalhar.
- 15h04
- 27Feb
A minha proposta é mostrar o que vi de certo e errado na decisão da Taça GB. Por que o Vasco não rodou? O que houve com o Tricolor, que mandou na partida?
Em primeiro lugar, a atuação do técnico Abel Braga foi muito superior a do Cristovão Borges. Tudo bem que o técnico do Flu tem muitas opções (e boas) nas mãos, mas saber usá-las da melhora forma é uma arte. Não atrapalhar é outra.
Abel encontrou uma linha ofensiva com Thiago Neves pela direita, Deco centralizado e Wellington Nem na esquerda que empurrou o Vasco. O lado direito com o Fagner e o Dedé sofreu no primeiro tempo.
As trocas constantes de passes à frente da área deram o tom da falta de poder de marcação do Vasco na final. Felipe Bastos errou tudo que tentou e quase não foi visto na proteção aos zagueiros.
Nílton ficou perdido com tanto trabalho e ainda se enrolou quando tentou ser mais do que pode ser. Rodolfo, mais uma vez, foi mal no combate direto. Sobrecarregado, Dedé teve que se transformar em campo para suprir estas carências.
Nem mesmo as falhas da zaga do Fluminense no primeiro tempo foram suficientes para fazer o Vasco sair na frente decisão. Se Abel conseguiu encontrar a melhor formação, Cristovao foi previsível e não soube encontrar uma saída para o time.
Lançar o Felipe no intervalo na vaga do Felipe Bastos, recuar o Juninho Pernambucano para segundo homem e trazer o Diego Souza para o meio-campo seria uma saída, mas ele não fez.
Abel seguiu empurrando o adversário para o campo de defesa e liquidou a partida num contra-ataque em que Nílton falhou ao tentar adivinhar o lado para o qual Thiago Neves sairia. Resultado: o meia cortou para o lado diferente e deixou Fred na cara do gol.
Tirando os 10, 12 minutos finais, o Vasco nunca foi tão efetivo na busca do gol. Teve um lance isolado do Diego Souza, mas foi só isso. Pouco para um time que vinha com 100% de aproveitamento no Estadual.
O elenco do Fluminense é um dos melhores do Brasil e vai sempre fazer a diferença. Só que nesta final, o comandante foi mais importante. Abel contou com uma tarde feliz de quase todas as peças, algo que ainda não tinha acontecido na Taça GB.
Já Cristovão Borges ficou parado à beira do campo enquanto o Fluminense passeava no Engenhão. Não é exagero afirmar que 3 a 1 ficou barato. Se fosse 4, 5 ou 6 para o Fluminense o resultado seria mais de acordo com o rendimento apresentado.
- 15h51
- 24Feb
O Vasco venceu os oito jogos que disputou até agora. O Fluminense venceu quatro, empatou um e perdeu duas partidas. Foram 21 pontos vascaínos, na fase inicial, contra 13, dos tricolores. Os ataques empataram (16 gols cada). Nas defesas, a do Vasco levou a melhor (3 contra 7).
O Vasco garantiu a classificação para as semis com duas rodadas de antecedência, enquanto o Fluminense só conseguiu a vaga na última rodada e ainda teve que torcer contra o Boavista.
Veio a semifinal e o time comandado pelo Cristovão Borges foi mais eficiente e venceu o Flamengo. Mesmo sendo melhor que o Botafogo, o Fluminense ficou no empate e arrancou para a final nos pênaltis.
Até agora, Cristovão vive dias mais tranquilos do que o Abel Braga, que vem sendo, injustamente, pressionado dentro do clube pelos corneteiros de plantão.
Lógico que quando a bola rola estes números ficam de fora, mas o retrospecto serve para apontar quem é o favorito.
Se fizesse um quem é quem, pelos nomes, o Fluminense levaria vantagem, mas o aproveitamento e o rendimento neste Estadual apontam em outra direção.
Seja como for a sua aposta, eu tenho a minha. Domingo vai ser um jogão e os dois melhores times chegaram à decisão.
Quem leva? Aí é exercício de adivinhação, mas apontar um favorito não é desrespeitar o clube rival. Se até o Abel Braga disse que o Vasco é o melhor time....
Fabio Azevedo formou em jornalismo em 99. Fez pós-graduação em Docência do Ensino Superior, em 2007. Hoje, atua como professor universitário nas Faculdades CCAA e FACHA, todas no RJ. Começou a carreira na Rádio Tupi, trabalhou no Jornal dos Sports, Sistema Globo de Rádio, Fluminense F.C., TV Bandeirantes e na ESPN desde 2011
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