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Uefa sub-17 na HD: Final, Alemanha x Holanda
Denis Gavazzi
Milan e Barcelona se enfrentam nesta quarta-feira e a equipe dos canais ESPN está nos preparativos finais para a cobertura direto de Milão, onde o comentarista Paulo Calçade mostra um pouco dos bastidores e da equipe envolvida no evento.
A partida está marcada para às 15:45, horário de Brasília e você acompanha tudo na ESPN e ESPNHD.
A partida está marcada para às 15:45, horário de Brasília e você acompanha tudo na ESPN e ESPNHD.
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Paulo Calçade mostra os preparativos da equipe dos canais ESPN para Milan e Barcelona
A eleição feita pelo jornal português 'Record' ouviu 80 treinadores das três divisões do futebol de Portugal e Diego Maradona ganhou com larga vantagem. O 'pibe' levou 35 votos enquanto Lionel Messi arrematou 14. A terceira posição ficou com o craque português da Copa de 66, Eusébio.
Pelé e Cristiano Ronaldo dividem a quarta colocação com 7 votos.

Jornal Record de sábado passado
Além de Pelé, outros dois brasileiros foram citados e receberam um voto cada: Garrincha e Sócrates.
Entre os times mais importantes de Portugal os votos foram os seguintes:
PORTO (Vítor Pereira) - Maradona
BENFICA (Jorge Jesus) - Cruyff
SPORTING (Ricardo Sá Pinto) - Zidane
Engraçado quando saímos do nosso mundo e olhamos para outras opiniões, culturas. Em Portugal aparecem Eusébio e Cristiano Ronaldo que eu acredito jamais figurariam numa votação parecida se feita no Brasil. Na Argentina o torcedor não admite outro nome fora o de Maradona. Imagino que na Inglaterra teríamos outros nomes, talvez na Itália entrasse o Bufon ou Baggio.
Gostou da escolha dos treinadores portugueses?
Pelé e Cristiano Ronaldo dividem a quarta colocação com 7 votos.

Jornal Record de sábado passado
Além de Pelé, outros dois brasileiros foram citados e receberam um voto cada: Garrincha e Sócrates.
Entre os times mais importantes de Portugal os votos foram os seguintes:
PORTO (Vítor Pereira) - Maradona
BENFICA (Jorge Jesus) - Cruyff
SPORTING (Ricardo Sá Pinto) - Zidane
Engraçado quando saímos do nosso mundo e olhamos para outras opiniões, culturas. Em Portugal aparecem Eusébio e Cristiano Ronaldo que eu acredito jamais figurariam numa votação parecida se feita no Brasil. Na Argentina o torcedor não admite outro nome fora o de Maradona. Imagino que na Inglaterra teríamos outros nomes, talvez na Itália entrasse o Bufon ou Baggio.
Gostou da escolha dos treinadores portugueses?
- 17h11
- 12Mar
Quinta-feira passada, dia 08 de março, um dia depois de marcar cinco gols contra o Bayer Leverkusen, Lionel Messi treinava com os companheiros de Barcelona no CT do clube. Sem nenhum estardalhaço, sem entrevista coletiva ou participação em programa de auditório e olha que aqui tratamos apenas do melhor jogador do mundo. Nada mais natural do que celebrar, aparecer em capas de revistas, muitas namoradas e diversas baladas.
Não, Messi não estava com a bunda na janela exposta para fotógrafos e da forma mais simples de ser, pegou a bola do jogo como um troféu e provavelmente a colocou num lugar especial de sua casa. Neste caso o importante é a carreira profissional, o jogador goleia a celebridade.
No Brasil temos exemplos opostos ao do craque argentino. Vivemos de atletas supervalorizados, tratados como bibelôs, cheios de mimos e facilidades. A vida de cada um deles é repleta de confete e seus passos são seguidos como de astros de cinema, parecem BBB´s. Estes rapazes não têm limites e como são produtos rentáveis recebem o afago e a certeza de que são tudo o que pensam ou pelo menos acham que são.
Alguém terá que botar o dedo nesta ferida ou teremos uma geração perdida. Aceitar o biquinho de garotos mimados não vai ajudar em nada nosso futebol.
Em tempo: Este mundo plugado e cercado de glamour também existe no país em que Messi joga, a diferença é que Messi não faz parte deste mundo.
Não, Messi não estava com a bunda na janela exposta para fotógrafos e da forma mais simples de ser, pegou a bola do jogo como um troféu e provavelmente a colocou num lugar especial de sua casa. Neste caso o importante é a carreira profissional, o jogador goleia a celebridade.
No Brasil temos exemplos opostos ao do craque argentino. Vivemos de atletas supervalorizados, tratados como bibelôs, cheios de mimos e facilidades. A vida de cada um deles é repleta de confete e seus passos são seguidos como de astros de cinema, parecem BBB´s. Estes rapazes não têm limites e como são produtos rentáveis recebem o afago e a certeza de que são tudo o que pensam ou pelo menos acham que são.
Alguém terá que botar o dedo nesta ferida ou teremos uma geração perdida. Aceitar o biquinho de garotos mimados não vai ajudar em nada nosso futebol.
Em tempo: Este mundo plugado e cercado de glamour também existe no país em que Messi joga, a diferença é que Messi não faz parte deste mundo.
- 17h00
- 12Feb
Antes do jogo o favoritismo para o clássico de maior rivalidade do estado apontava para o São Paulo, um tricolor renovado, líder e ainda com a goleada do ano passado entalada na garganta. Para isso, o técnico Leão precisou escalar o São Paulo sem Luis Fabiano e Piris, enquanto Tite resolveu poupar Émerson, Alex e Liédson.
A forte chuva que castigou o Pacaembu na primeira etapa não foi suficiente para acalmar os nervos dos sãopaulinos que não conseguiram jogar nos 45 minutos iniciais. Não teve passe certo, o meio-campo não segurou a bola proporcionando contra-ataques e a formação com Casemiro ao lado de Wellington na marcação não funcionou.
João Filipe foi quem pagou o pato e levou um baile do lado esquerdo do timão que trabalhou direito com Fábio Santos e Jorge Henrique. Os dois fizeram o improvisado João de gato-sapato. O tricolor deu sorte de não tomar uma goleada no primeiro tempo e Jadson poderia ter empatado o jogo se não tivesse acertado o pênalti no Hospital das Clínicas.
No segundo tempo o São Paulo voltou com o mesmo defeito. Casemiro e Wellington sem marcar e todas as bolas nas costas de João Filipe. Quando Émerson Leão resolveu mudar a cara do time colocando dois velocistas mais o Maicon para compor o meio-campo ao lado de Cícero e Wellington, João Filipe fez a maior imbecilidade do jogo e num descontrole absurdo deu uma chinela em Jorge Henrique. Cartão vermelho.
Jorge Henrique foi o melhor do Corinthians, o cara da vitória no Pacaembu.
Mesmo com um a menos, o São Paulo conseguiu melhorar de produção e segurou o maior ímpeto do timão que poderia ter ampliado com Ralf que não soube chutar no gol e perdeu sozinho na área.
O que ficou evidente foi o nervosismo do São Paulo por enfrentar o Corinthians, parece que os jogadores entram em campo com um fardo nas costas e as pernas não respondem direito. O São Paulo fez a pior partida do ano justamente contra o maior rival e Émerson Leão terá que ter paciência e muita psicologia na montagem deste novo São Paulo.
Do outro lado, o Corinthians se mostrou uma equipe madura e com a cabeça no lugar para enfrentar adversários complicados. A vitória deste domingo comprova que Tite tem mais que um time na mão, tem um elenco. Com tranquilidade o timão pode chegar longe na libertadores, só não deve entrar na pilha de que a Libertadores é um objetivo inatingível, pilha que os sãopaulinos parecem ter hoje em relação ao Corinthians.
PS1 – Cortez foi o melhor jogador do São Paulo e quando Édson Silva era titular o time sofreu menos com as bolas cruzadas na área.
PS2 – A semana de exilio de Adriano parece ter tido efeito. Vi imagens do imperador que visivelmente está mais magro. Em forma é uma boa para o time nesta Libertadores.
A forte chuva que castigou o Pacaembu na primeira etapa não foi suficiente para acalmar os nervos dos sãopaulinos que não conseguiram jogar nos 45 minutos iniciais. Não teve passe certo, o meio-campo não segurou a bola proporcionando contra-ataques e a formação com Casemiro ao lado de Wellington na marcação não funcionou.
João Filipe foi quem pagou o pato e levou um baile do lado esquerdo do timão que trabalhou direito com Fábio Santos e Jorge Henrique. Os dois fizeram o improvisado João de gato-sapato. O tricolor deu sorte de não tomar uma goleada no primeiro tempo e Jadson poderia ter empatado o jogo se não tivesse acertado o pênalti no Hospital das Clínicas.
No segundo tempo o São Paulo voltou com o mesmo defeito. Casemiro e Wellington sem marcar e todas as bolas nas costas de João Filipe. Quando Émerson Leão resolveu mudar a cara do time colocando dois velocistas mais o Maicon para compor o meio-campo ao lado de Cícero e Wellington, João Filipe fez a maior imbecilidade do jogo e num descontrole absurdo deu uma chinela em Jorge Henrique. Cartão vermelho.
Jorge Henrique foi o melhor do Corinthians, o cara da vitória no Pacaembu.
Mesmo com um a menos, o São Paulo conseguiu melhorar de produção e segurou o maior ímpeto do timão que poderia ter ampliado com Ralf que não soube chutar no gol e perdeu sozinho na área.
O que ficou evidente foi o nervosismo do São Paulo por enfrentar o Corinthians, parece que os jogadores entram em campo com um fardo nas costas e as pernas não respondem direito. O São Paulo fez a pior partida do ano justamente contra o maior rival e Émerson Leão terá que ter paciência e muita psicologia na montagem deste novo São Paulo.
Do outro lado, o Corinthians se mostrou uma equipe madura e com a cabeça no lugar para enfrentar adversários complicados. A vitória deste domingo comprova que Tite tem mais que um time na mão, tem um elenco. Com tranquilidade o timão pode chegar longe na libertadores, só não deve entrar na pilha de que a Libertadores é um objetivo inatingível, pilha que os sãopaulinos parecem ter hoje em relação ao Corinthians.
PS1 – Cortez foi o melhor jogador do São Paulo e quando Édson Silva era titular o time sofreu menos com as bolas cruzadas na área.
PS2 – A semana de exilio de Adriano parece ter tido efeito. Vi imagens do imperador que visivelmente está mais magro. Em forma é uma boa para o time nesta Libertadores.
- 12h06
- 09Feb
foto do site http://romario.org
Romário é peixe, sim, mas fora d´água em Brasília. Revoltado com o ritmo lento dos trabalhos na Capital Federal, publicou este post (clique) no seu site particular e depois disparou via twitter através do perfil @RomarioOnze. Acompanhe a ótima sequencia da última noite.
“Eae, galera! Geral acordado?? Hoje eu tô feliz e puto também...”
“Tem coisas que só acontecem na política. E hoje, mais do que nunca, tenho certeza disso. A PEC 207 que tramita na casa há quatro anos...”
“...não foi votada porque os parlamentares alegaram falta de tempo hábil para concluir se ela é positiva ou negativa para o povo.”
“Têm quatro anos que essa PEC tramita na casa e não tiveram tempo de decidir se é boa ou ruim?”
“Pediram para que a votação aconteça depois do carnaval.”
“Será que o que não conseguiram resolver em quatro anos, vão conseguir resolver em duas semanas?”
“Tem absurdo que só acontece na política brasileira, principalmente na minha casa, na Câmara Federal.”
“Acredito que seja por falta de objetividade e de sensatez que algumas coisas lamentáveis acontecem no nosso País.”
“A PEC 300 também não foi votada. Têm greves acontecendo, pessoas morrendo e lojas sendo saqueadas. Nós políticos somos culpados mesmo!”
“Claro que nada tem que ser levado para o lado da violência e muito menos da baderna, mas temos que resolver o problema dos policiais.”
“Profissionais que tem família e dão a vida para garantir a nossa vida. Já está claro, e inclusive aceito pelo próprio sindicato...”
“...que o salário não será equiparado aos policias de Brasília, mas com todo respeito, um policial carioca não pode ganhar menos de R$ 1mil.”
“E os policiais de outros estados também não podem ganhar menos do que tem direito. Antecipadamente, digo que vou votar a favor dos policias.”
“Têm 3 semanas que venho em Brasília para trabalhar e nada acontece. E olha que estamos em ano de eleição.”
“Espero que alguma coisa realmente boa seja feita pelo nosso povo.”
“E Espero que na minha próxima vinda a Brasília tenha alguma porra pra fazer. Ou será que o ano só vai começar depois do carnaval?”
“Vou parar por aqui pra não dar mais porrada. Boa noite! Valeu!”
- 00h00
- 09Feb
Amigos e corredores,
Sim, começo dividindo o joio do trigo. Não, não posso neste momento me incluir na categoria de corredor. Enganador é melhor (risos).
Ano passado perdi totalmente o condicionamento por causa da falta de treinamento e umas dormidas a mais que o necessário, a chamada preguiça.
Mas tudo bem vai... Começar de novo, vai ser difícil, mas vamos buscar animação lá no fundo da alma, porque o corpo tá numa leseira...
Hoje estive no CERET. Por causa do calor está bem complicado fazer exercício físico mas deu para começar uma nova rotina. Impressionante a quantidade de gente que queimava calorias às 21h e uma lua. Nestes dias de muito calor e baixa umidade do ar é preciso tomar alguns cuidados.
Avenida Sumaré
Crédito da imagem: Denis Gavazzi
Crédito da imagem: Denis Gavazzi
A foto deste post foi tirada na manhã desta quarta-feira. São Paulo amanheceu com o céu totalmente azul. Dia lindo, ótimo se você estiver num sítio, praia ou no meu querido Juventus. Sair para trabalhar num dia como esse em São Paulo é muito chato, por causa do trânsito e calor, e pode ser perigoso.
O jardim central da avenida Sumaré é muito usado por corredores. Praticantes fazem o percurso entre o Parque Antártica e a avenida Henrique Schaumann (cerca de 2500 metros) por todo o dia. Mas o movimento é mais intenso no começo da noite, lá pelas 19h. É ai que mora o perigo.
Correr em avenidas ou parques próximos a grandes concentrações de carros é muito prejudicial à saúde. O ar da cidade de São Paulo concentra gases que afetam o ser humano. Durante a atividade física, exige-se mais do pulmão, a capacidade respiratória é expandida e se inspira mais ar. Partículas de carbono muito pequenas chegam ao alvéolo pulmonar e causam inflamações, pois levam consigo uma série de elementos químicos emitidos que estão no ar.
Isso faz com que os atletas expostos aos poluentes do ar tenham mais chance de desenvolver bronquite crônica, sinusites, crises asmáticas e doenças cardiovasculares, além de problemas de pele e alergias. Mas é claro que, se você mora em uma cidade grande como São Paulo ou Rio de Janeiro, não precisa parar de dar a sua corridinha por causa disso. Afinal, esportes como caminhada, corrida e ciclismo são bons porque não poluem o ambiente!
O praticante de atividade física deve ficar atento a dias quentes como de hoje. Para evitar qualquer problema, é recomendado que as atividades sejam realizadas nas condições ideais de temperatura (entre 21ºC e 25ºC) e umidade (em torno de 50% a 80%). Correr em ambientes muito quentes pode acarretar vários problemas, que dependem do metabolismo de cada atleta. Os sintomas mais comuns são a cãibra, a desidratação e a exaustão, que acontece como uma resposta do sistema cardiorrespiratório ao calor excessivo causando fraqueza, mal-estar e até desmaios. As variações de temperatura também podem facilitar o aparecimento de outras lesões.
O dia está lindo? Vá para a piscina ou trabalhe, meu caso.
Quer correr? Vá bem cedinho ou espere o dia esfriar.
- 14h42
- 08Feb
Caro Adriano,
Não entre em desespero meu amigo, a coisa não é tão ruim quanto pode parecer.
Estive recentemente no CT do Corinthians, na rodovia Ayton Senna, e vi que as instalações são de primeira linha. Os campos de futebol não devem nada a qualquer campo europeu que você já frequentou e são bem melhores que a maioria dos gramados em que você já bateu uma bolinha.
Agora tem até hotel! Uma beleza.
A sala de ginastica e a piscina aquecida são ótimas, tão boas quanto às de um clube, parque aquático ou academia.
Nunca tive a oportunidade de comer no CT do timão, mas tenho certeza que a bóia é feita por nutricionistas e cozinheiras de primeiro time. Claro, não tem uma picanha fatiada ou um miolo de alcatra (minha carne preferida hoje, temperada com alho fica um tesão), tão pouco uma cervejinha no final da tarde – tá quente estes dias né? – mas para este momento de reflexão e volta à ativa é melhor passar longe disso tudo, feche os olhos.
Até aquele barulho infernal da estrada melhorou com a instalação dos tapumes, não acha?
Ficou bonito tudo gramado né?
Eu particularmente achei o CT do Timão muito bom, disparado dos melhores do Brasil.
Pensa bem: Não custa nada você ficar internado neste belo spa corintiano por um tempo para perder um pouco de peso e tentar voltar a ser um jogador profissional, não é?
É bem simples, siga à risca as orientações da equipe médica, não fuja da corridinha matutina, das alfaces do almoço (é difícil só alface né?), do período correto de sono.
Você vai ver que no final você será o maior beneficiado. Em forma, ídolo de uma torcida linda, ganhando uma baba por mês... Imagina?
Dá pra se consagrar nesta Libertadores... Imagine ser artilheiro e campeão num clube que sonha com este título?
E te garanto, se der tudo certo, a galera até para de pegar no teu pé.
Pense bem meu amigo.
1 Abraço
Não entre em desespero meu amigo, a coisa não é tão ruim quanto pode parecer.
Estive recentemente no CT do Corinthians, na rodovia Ayton Senna, e vi que as instalações são de primeira linha. Os campos de futebol não devem nada a qualquer campo europeu que você já frequentou e são bem melhores que a maioria dos gramados em que você já bateu uma bolinha.
Agora tem até hotel! Uma beleza.
A sala de ginastica e a piscina aquecida são ótimas, tão boas quanto às de um clube, parque aquático ou academia.
Nunca tive a oportunidade de comer no CT do timão, mas tenho certeza que a bóia é feita por nutricionistas e cozinheiras de primeiro time. Claro, não tem uma picanha fatiada ou um miolo de alcatra (minha carne preferida hoje, temperada com alho fica um tesão), tão pouco uma cervejinha no final da tarde – tá quente estes dias né? – mas para este momento de reflexão e volta à ativa é melhor passar longe disso tudo, feche os olhos.
Até aquele barulho infernal da estrada melhorou com a instalação dos tapumes, não acha?
Ficou bonito tudo gramado né?
Eu particularmente achei o CT do Timão muito bom, disparado dos melhores do Brasil.
Lembre-se que você já foi Imperador
Pensa bem: Não custa nada você ficar internado neste belo spa corintiano por um tempo para perder um pouco de peso e tentar voltar a ser um jogador profissional, não é?
É bem simples, siga à risca as orientações da equipe médica, não fuja da corridinha matutina, das alfaces do almoço (é difícil só alface né?), do período correto de sono.
Você vai ver que no final você será o maior beneficiado. Em forma, ídolo de uma torcida linda, ganhando uma baba por mês... Imagina?
Dá pra se consagrar nesta Libertadores... Imagine ser artilheiro e campeão num clube que sonha com este título?
E te garanto, se der tudo certo, a galera até para de pegar no teu pé.
Pense bem meu amigo.
1 Abraço
- 14h35
- 07Feb
Amigos,
Sim. Eu acho o campeonato paulista, carioca, gaúcho, mineiro, potiguar, enfim, todos, chatos pra barbalho!
São jogos sem público, em começo de temporada e com atletas que não dão mais a devida importância ao torneio estadual, certo? Nem tanto.
Claro que as arquibancadas vazias, sobretudo no Rio e em Sampa, dão um ar de pobreza ao evento, mas isso eu posso por na conta do preço do ingresso, horário dos jogos, calor absurdo, TV ao vivo, etc, etc...
Quem sabe também seja por causa do excesso de jogos da temporada, sabe-se lá se o torcedor não está de saco cheio de tanto futebol.
Se você parar pra pensar sobre público, fica evidente que a maioria dos analistas olha apenas para o próprio umbigo. A grande mídia, com repercussão, está situada no eixo RJ-SP e como aqui tudo parece ruim, fica a ideia de que ninguém mais gosta dos torneios estaduais, que tudo é uma porcaria.
Mas vamos abrir os olhos e sair um pouco do nosso mundinho... Olhe para a alegria da torcida em jogos de Pernambuco, Bahia, Santa Catarina... A paixão continua.

Nos programas de TV e rádio passam um tempão discutindo e duvidando da qualidade dos torneios, mas experimente conversar com o torcedor na rua, nos bares. Veja a alegria e a empolgação de uma criança quando seu time entra em campo, a euforia da vitória, a satisfação por poder tirar um sarro do amigo adversário.
Na verdade, o que mudou foi o olhar do analista que, em sua maioria, vive em uma ‘elite’ e não consegue mais ver tanta graça em tudo.

O mundo está ficando chato pra barbalho!
Sim. Eu acho o campeonato paulista, carioca, gaúcho, mineiro, potiguar, enfim, todos, chatos pra barbalho!
São jogos sem público, em começo de temporada e com atletas que não dão mais a devida importância ao torneio estadual, certo? Nem tanto.
Claro que as arquibancadas vazias, sobretudo no Rio e em Sampa, dão um ar de pobreza ao evento, mas isso eu posso por na conta do preço do ingresso, horário dos jogos, calor absurdo, TV ao vivo, etc, etc...
Quem sabe também seja por causa do excesso de jogos da temporada, sabe-se lá se o torcedor não está de saco cheio de tanto futebol.
Se você parar pra pensar sobre público, fica evidente que a maioria dos analistas olha apenas para o próprio umbigo. A grande mídia, com repercussão, está situada no eixo RJ-SP e como aqui tudo parece ruim, fica a ideia de que ninguém mais gosta dos torneios estaduais, que tudo é uma porcaria.
Mas vamos abrir os olhos e sair um pouco do nosso mundinho... Olhe para a alegria da torcida em jogos de Pernambuco, Bahia, Santa Catarina... A paixão continua.

Nos programas de TV e rádio passam um tempão discutindo e duvidando da qualidade dos torneios, mas experimente conversar com o torcedor na rua, nos bares. Veja a alegria e a empolgação de uma criança quando seu time entra em campo, a euforia da vitória, a satisfação por poder tirar um sarro do amigo adversário.
Na verdade, o que mudou foi o olhar do analista que, em sua maioria, vive em uma ‘elite’ e não consegue mais ver tanta graça em tudo.

O mundo está ficando chato pra barbalho!
- 17h35
- 06Feb
Amigos,
Faz tempo que eu não compartilho ideias neste espaço e, pensando bem, isso é resultado direto de uma fase de total falta de tesão no futebol. Alguns assuntos me deixaram com certo nojo do esporte que mais agita o povo brasileiro.
De bate-pronto me lembro dos dias que antecederam a final do mundial de clubes da FIFA. O Santos mal chegou ao Japão e um dos assuntos que mais pipocou nos jornais foi a venda de parte dos direitos do Ganso, renovação do PH, valorização de contrato, etc, etc... O cara não joga (bem) desde antes da cirurgia e o assunto é grana.
Aliás, a falta de gana de alguns jogadores também me desanimou. Era olhar para o campo e ver garotinho tocando de lado, cheio de marra, senhores/garotos de si. Não dá para imaginar que tipo de cidadão um pequeno monstro desse pode virar. Mas isso é reflexo da superproteção e bajulação que clubes, procuradores e imprensa dão a estes ‘pseudo-craques’.
Alguém ai leu a entrevista que o empresário do Nilmar deu ao competente Ricardo Perrone do UOL? É nojento! Cliquem.
E o absurdo que virou o Flamengo nas últimas semanas? Que coisa feia fez a Presidenta Patricia Amorim desmentindo a demissão do ‘Luxa’. Ficou claro, para mim, que ela só fez isso porque alguns jornalistas bem informados deram o furo da demissão e ela, de birra, desmentiu todos na Rádio Tupi, deixou o técnico dormir ainda técnico e no dia seguinte o demitiu. Feio fechar com Joel antes de encerrar o ciclo com o VL. Aliás, Luxemburgo parece ter ficado muito ‘preocupado’ com mais uma multa que vai receber...
Por falar nisso, alguém ai se pergunta como podem falar de tanto dinheiro? 4 milhas pra um, dívida de 6 para outro. Que que é isso?! Outra, o Flamengo deve um monte para os jogadores e contrata um cara lá da Rússia a peso de ouro? Claro que é legitimo os jogadores do elenco ficarem putos. Deveriam fazer como os do Vasco que se manifestaram por falta de pagamento.
E andam dizendo que o Caio Jr (no Grêmio) corre risco agora que o Vanderlei está livre no mercado, brincadeira.
Eu sei que o futebol é a coisa mais importante entre as menos importantes, mas estão exagerando.
O Carnaval está ai e o ano ainda vai começar. Bola pra frente. Vou torcer para não desanimar mais uma vez, porque que os mimos da bola, vão continuar.
Faz tempo que eu não compartilho ideias neste espaço e, pensando bem, isso é resultado direto de uma fase de total falta de tesão no futebol. Alguns assuntos me deixaram com certo nojo do esporte que mais agita o povo brasileiro.
De bate-pronto me lembro dos dias que antecederam a final do mundial de clubes da FIFA. O Santos mal chegou ao Japão e um dos assuntos que mais pipocou nos jornais foi a venda de parte dos direitos do Ganso, renovação do PH, valorização de contrato, etc, etc... O cara não joga (bem) desde antes da cirurgia e o assunto é grana.
Aliás, a falta de gana de alguns jogadores também me desanimou. Era olhar para o campo e ver garotinho tocando de lado, cheio de marra, senhores/garotos de si. Não dá para imaginar que tipo de cidadão um pequeno monstro desse pode virar. Mas isso é reflexo da superproteção e bajulação que clubes, procuradores e imprensa dão a estes ‘pseudo-craques’.
Alguém ai leu a entrevista que o empresário do Nilmar deu ao competente Ricardo Perrone do UOL? É nojento! Cliquem.
E o absurdo que virou o Flamengo nas últimas semanas? Que coisa feia fez a Presidenta Patricia Amorim desmentindo a demissão do ‘Luxa’. Ficou claro, para mim, que ela só fez isso porque alguns jornalistas bem informados deram o furo da demissão e ela, de birra, desmentiu todos na Rádio Tupi, deixou o técnico dormir ainda técnico e no dia seguinte o demitiu. Feio fechar com Joel antes de encerrar o ciclo com o VL. Aliás, Luxemburgo parece ter ficado muito ‘preocupado’ com mais uma multa que vai receber...
Por falar nisso, alguém ai se pergunta como podem falar de tanto dinheiro? 4 milhas pra um, dívida de 6 para outro. Que que é isso?! Outra, o Flamengo deve um monte para os jogadores e contrata um cara lá da Rússia a peso de ouro? Claro que é legitimo os jogadores do elenco ficarem putos. Deveriam fazer como os do Vasco que se manifestaram por falta de pagamento.
E andam dizendo que o Caio Jr (no Grêmio) corre risco agora que o Vanderlei está livre no mercado, brincadeira.
Eu sei que o futebol é a coisa mais importante entre as menos importantes, mas estão exagerando.
O Carnaval está ai e o ano ainda vai começar. Bola pra frente. Vou torcer para não desanimar mais uma vez, porque que os mimos da bola, vão continuar.
- 12h06
- 20Dec
Rodando pelo Facebook cliquei num link sugerido pelo companheiro Lédio Carmona. Trata-se de um artigo publicado no jornal 'El Pais' escrito pelo treinador Francesc Ricart que também é pai de Emili Ricart, fisioterapeuta do Barcelona.
Deixei em espanhol mesmo, mas dá pra entender.
En junio de 1961, llegué a San José dos Campos con mi mujer y con Emili, mi hijo mayor, en busca de una vida mejor para nosotros. Era un viernes.
Dominaba el balón con el cuerpo, de la cabeza a los pies, y era como una gacela, hermoso y rotundo
"Tú tienes que ser del Corinthians", me dijeron nada más saber que me gustaba el fútbol. Era así de simple: los emigrantes españoles eran del Corinthians; los italianos, del Palmeiras; los portugueses, claro, de la Portuguesa... Así, el domingo me llevaron por vez primera a ver un partido de fútbol, un São Paulo-Santos. A mí, la verdad, me daba igual el Corinthians; yo lo que quería era ir al fútbol y ver jugar a Pelé.
A la media hora, el Santos de Pelé perdía por 3-0. En la segunda parte, aquel tipo con el número 10 marcó cuatro goles y su equipo ganó. No olvidaré jamás aquel partido. Procopio, el central que marcaba a Pelé, tampoco. No puedo explicar las cosas que le vi hacer a Pelé aquella tarde, ni lo que a partir de ese día disfruté tantas veces en Vila Belmira, normalmente en Pacaembú y también en Maracaná.
Yo vi jugar al Santos de Pelé y sé que jamás veré nada parecido, porque había que ver dónde jugaba aquel equipo, en campos secos, llenos de baches, para entender lo buenos que eran. La historia lo recuerda como el Santos de Pelé, pero era también de Gilmar, un portero que contagiaba calma; de Mauro, un central poderoso y elegante; de Dalmo, de Lima, de Zito, un jugador que me encantaba. Zito era clave en ese equipo, porque era el que lo dirigía. Cuando se lesionó, trataron de poner a Pelé en su sitio, pero no pudo hacer jugar al equipo como lo hacía Zito, el verdadero líder de aquel equipo. A su lado estaba Mengalivio y jugaba también Dorval, un interior rápido y preciso. Y jugaba, claro, Coutinho, un futbolista increíble; en España no sabemos lo bueno que era. Era casi tan bueno como Pelé. Un día les vi hacer tres paredes seguidas con la cabeza para terminar la jugada con un gol de Pelé. Le creció demasiado pronto la barriga, pero era buenísimo, tremendamente coordinado si se tiene en cuenta su fortaleza. El extremo izquierdo era Pepe. Pepe era demoledor, rapidísimo, y marcaba goles con una facilidad que no he visto nunca en un extremo.
Eran tan buenos que les llamaron el Bolshoi blanco, porque les contrataban para giras, como al ballet del mítico teatro de Moscú. Y en cierta forma, danzaban: nunca he visto tanta plasticidad en el juego y, por supuesto, en un futbolista. Pelé parecía antinatural, porque hacía cosas poco comunes, gracias a su magnífica elasticidad. Dominaba la pelota con el cuerpo, de la cabeza a los pies, y era como una gacela, hermoso y rotundo en los movimientos. ¡Qué cosas hacía! Saltaba y se quedaba parado en el aire, jugaba con la cabeza como si tuviera un pie y en el pecho, un colchón o un cañón, según el momento.
No miento si digo que ver jugar a aquel Santos, al que vi ganar dos Libertadores, cuatro Ligas y las dos Intercontinentales, es una de las grandes alegrías que me ha dado la vida. Íbamos en familia, con mi esposa, con mi hijo Emili, con mis vecinos, Milton e Ivonne Cateli, con los amigos... En autobús o en coche, y al llegar nos tomábamos un schop, una caña de cerveza, bien fresquita, antes de entrar. Había quien prefería el Rabo di Galo, una mezcla de schop con Palinha, una especie de coñac. De esos, no todos llegaban al campo... y la gente escuchaba el partido en el Tijolo, una radio portátil, porque los narradores eran tan buenos como los jugadores, no como ahora que hablan de todo menos del partido. Ir a ver al Santos de Pelé era maravilloso; Pelé era maravilloso.
Aquellos años en Brasil marcaron mi manera de entender el fútbol de forma definitiva. Aquí hablaban de Kubala y a mí -disculpen- me parecía que tenía movimientos propios de un elefante comparado con aquel Santos.
En 1966 volvimos a Barcelona, en barco. Durante la travesía escuchábamos los partidos, y queríamos que Brasil ganara el tri [tercer Mundial]. Ya en tierra, vi por la televisión el partido contra Portugal y vi a Colunha lesionar a Pelé.
Soy del Santos, que nadie lo dude, pero aunque sea difícil de entender, hoy quiero que pierda. Pensé que jamás desearía ver perder al Santos, porque llevo a ese equipo en el corazón, pero hay cosas que pueden más que aquellos años en Brasil y aquellos partidos en Vila Belmido viendo jugar al Santos de Pelé. El Barça, por ejemplo.
Deixei em espanhol mesmo, mas dá pra entender.
En junio de 1961, llegué a San José dos Campos con mi mujer y con Emili, mi hijo mayor, en busca de una vida mejor para nosotros. Era un viernes.
Dominaba el balón con el cuerpo, de la cabeza a los pies, y era como una gacela, hermoso y rotundo
"Tú tienes que ser del Corinthians", me dijeron nada más saber que me gustaba el fútbol. Era así de simple: los emigrantes españoles eran del Corinthians; los italianos, del Palmeiras; los portugueses, claro, de la Portuguesa... Así, el domingo me llevaron por vez primera a ver un partido de fútbol, un São Paulo-Santos. A mí, la verdad, me daba igual el Corinthians; yo lo que quería era ir al fútbol y ver jugar a Pelé.
A la media hora, el Santos de Pelé perdía por 3-0. En la segunda parte, aquel tipo con el número 10 marcó cuatro goles y su equipo ganó. No olvidaré jamás aquel partido. Procopio, el central que marcaba a Pelé, tampoco. No puedo explicar las cosas que le vi hacer a Pelé aquella tarde, ni lo que a partir de ese día disfruté tantas veces en Vila Belmira, normalmente en Pacaembú y también en Maracaná.
Yo vi jugar al Santos de Pelé y sé que jamás veré nada parecido, porque había que ver dónde jugaba aquel equipo, en campos secos, llenos de baches, para entender lo buenos que eran. La historia lo recuerda como el Santos de Pelé, pero era también de Gilmar, un portero que contagiaba calma; de Mauro, un central poderoso y elegante; de Dalmo, de Lima, de Zito, un jugador que me encantaba. Zito era clave en ese equipo, porque era el que lo dirigía. Cuando se lesionó, trataron de poner a Pelé en su sitio, pero no pudo hacer jugar al equipo como lo hacía Zito, el verdadero líder de aquel equipo. A su lado estaba Mengalivio y jugaba también Dorval, un interior rápido y preciso. Y jugaba, claro, Coutinho, un futbolista increíble; en España no sabemos lo bueno que era. Era casi tan bueno como Pelé. Un día les vi hacer tres paredes seguidas con la cabeza para terminar la jugada con un gol de Pelé. Le creció demasiado pronto la barriga, pero era buenísimo, tremendamente coordinado si se tiene en cuenta su fortaleza. El extremo izquierdo era Pepe. Pepe era demoledor, rapidísimo, y marcaba goles con una facilidad que no he visto nunca en un extremo.
Eran tan buenos que les llamaron el Bolshoi blanco, porque les contrataban para giras, como al ballet del mítico teatro de Moscú. Y en cierta forma, danzaban: nunca he visto tanta plasticidad en el juego y, por supuesto, en un futbolista. Pelé parecía antinatural, porque hacía cosas poco comunes, gracias a su magnífica elasticidad. Dominaba la pelota con el cuerpo, de la cabeza a los pies, y era como una gacela, hermoso y rotundo en los movimientos. ¡Qué cosas hacía! Saltaba y se quedaba parado en el aire, jugaba con la cabeza como si tuviera un pie y en el pecho, un colchón o un cañón, según el momento.
No miento si digo que ver jugar a aquel Santos, al que vi ganar dos Libertadores, cuatro Ligas y las dos Intercontinentales, es una de las grandes alegrías que me ha dado la vida. Íbamos en familia, con mi esposa, con mi hijo Emili, con mis vecinos, Milton e Ivonne Cateli, con los amigos... En autobús o en coche, y al llegar nos tomábamos un schop, una caña de cerveza, bien fresquita, antes de entrar. Había quien prefería el Rabo di Galo, una mezcla de schop con Palinha, una especie de coñac. De esos, no todos llegaban al campo... y la gente escuchaba el partido en el Tijolo, una radio portátil, porque los narradores eran tan buenos como los jugadores, no como ahora que hablan de todo menos del partido. Ir a ver al Santos de Pelé era maravilloso; Pelé era maravilloso.
Aquellos años en Brasil marcaron mi manera de entender el fútbol de forma definitiva. Aquí hablaban de Kubala y a mí -disculpen- me parecía que tenía movimientos propios de un elefante comparado con aquel Santos.
En 1966 volvimos a Barcelona, en barco. Durante la travesía escuchábamos los partidos, y queríamos que Brasil ganara el tri [tercer Mundial]. Ya en tierra, vi por la televisión el partido contra Portugal y vi a Colunha lesionar a Pelé.
Soy del Santos, que nadie lo dude, pero aunque sea difícil de entender, hoy quiero que pierda. Pensé que jamás desearía ver perder al Santos, porque llevo a ese equipo en el corazón, pero hay cosas que pueden más que aquellos años en Brasil y aquellos partidos en Vila Belmido viendo jugar al Santos de Pelé. El Barça, por ejemplo.
Denis Gavazzi é jornalista e está na ESPN Brasil desde 1995. Trabalhou em diversos programas, como Sportscenter, Futebol no Mundo e Bate-Bola, e hoje trabalha na coordenação de produção dos canais ESPN. Esteve em 4 Copas do Mundo (França, Coréia/Japão, Alemanha e África do Sul) e em 3 Olimpíadas (Sidney, Atenas e Pequim).