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- 08h09
- 04Jul
Uma Seleção que ainda não impressionou nem por cima, nem por baixo
por Marcus Alves, da revista ESPN
“Quando ganhamos, estamos felizes. Quando não ganhamos, estamos tristes”, afirmou o lateral-direito ao fim dos 90 minutos.
Não é exagero dizer, o próprio Rafinha naturalmente ficou triste com o empate em 0 a 0 na estreia da Copa América. Não só pelo resultado em si, mas por ver o seu trabalho desaproveitado. Rafael Vieira dos Santos é auxiliar de Mano Menezes, acompanha o treinador desde o Grêmio, esteve junto no Corinthians e, na Seleção, dá continuidade a um trabalho que, julgam, ajuda a explicar o mundo de Mano. Quase sempre, claro, visto de cima.
“Ele assiste a tudo que acontece e me passa as informações”, revela o técnico. Para o amistoso contra a Romênia, por exemplo, foi montado um banco de imagens baseado nos últimos cinco jogos da seleção europeia. O mesmo trabalho foi empreendido para a partida contra a Venezuela. Estava pronto, à disposição de Mano e seus atletas há vários dias. Um vídeo de 12 minutos que mostrava como os adversários da estreia iriam se comportar na defesa e no ataque.
“É uma seleção que vem evoluindo taticamente nos últimos anos. A gente espera a dificuldade de sempre por conta de uma marcação forte, com muitos jogadores atrás da linha da bola”, comentava Rafinha ao jornal “Diário de SP”, antes do jogo.

Nas palavras do próprio Mano, a Seleção não foi aquilo que se esperava. Não teve apoio a Alexandre Pato no ataque, passagem pelas laterais – exceção feita às investidas iniciais de Daniel Alves –, foi lenta na saída de bola, viu Ganso ser engolido no meio-campo, em sua volta aos gramados. O treinador deveria se preocupar, terá pela frente na próxima rodada o Paraguai, um rival muito mais forte e entrosado. Mas não se preocupa. Porque sabe que a atuação de sua equipe não foi assim tão desastrosa, como de fato não foi, e que Rafinha, o seu fiel escudeiro, irá trazer as observações sobre os movimentos de cada um dos jogadores em campo. "Me baseando sempre na visão de jogo que o treinador tem”, complementa. Uma visão conservadora para alguns, mas que, nesse início de trabalho, apregoa mais a busca pelo resultado do que o jogo bonito. Esse pode ficar para depois. O Brasil sempre começa mal, não se pode cravar uma sentença tão rapidamente, adverte o jornal “Clarín” nesta segunda-feira. “É uma história que pode terminar mais uma vez em volta olímpica”, finaliza.
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por Blog da Revista ESPN
/blogdarevistaespn- 10h36
- 27Jul
Francisco Silmar Silveira B Jr
uma sugestão revista de agosto ou setembro colocar as tebelas dos campionatos Ingles espanhou e intaliano
- 18h22
- 04Jul
edgar
Com o jogadorzinho ridículo Robinho como titular o 0 x 0 foi uma vitória pra nós brasileiros.
- 12h34
- 04Jul
Guilherme Scalzilli
Uma delícia ver os comentaristas desdobrando-se para justificar a bolinha murcha da seleção amarela. Desculpem, mas é impossível torcer pelo time de Ricardo Teixeira e da rede Globo. Às vezes descubro simpatias isoladas na seleção, como agora Júlio César, Lúcio, Ganso e... bom, um ou outro que me escapa. Até Mano Menezes cai em desgraça comigo ao engolir essas estrelinhas-de-empresário que os patrões da CBF impõem aos técnicos iniciantes. Ou alguém acredita que Elano começou no banco por opção tática? Arre. Ninguém merece ver moleques bilionários de topete moicano (ou o que diabo signifique aquilo) passando o pé em cima da bola, rebolando, espalhando cotoveladas, jogando-se ao perdê-la. Para este humilde torcedor, é indiferente se eles riem, choram ou desaparecem pelo hiperespaço. http://guilhermescalzilli.blogspot.com/
- 11h10
- 04Jul
Alexandre Rodrigues Alves
Acho meio injusto se cobrar do Ganso,pois ele ficou 2 meses sem jogar e só tinha jogado contra o Peñarol antes do jogo de ontem; penso que o Pato ficou muito isolado; oFred entrou para ajudar, mas está em péssima fase. Não acho Lucas Leiva e André Santos jogadores para serem titulares absolutos da Seleção. Penso que é a realidade hoje do futebol, não temos mais "supercraques" (definição do Tostão) e hj todo mundo joga futebol, ou seja, nossa alardeada superioridade não é tão grande assim.
- 11h25
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Além das bancas, a Revista ESPN também está na blogosfera. O time está escalado! Em pé: Bia Gomes, Luís Augusto Símon, Caio Maia, Leonardo Mendes Júnior e Ubiratan Leal. Agachados: Marcus Alves, Dado Abreu, Luciano Arnold, Vanessa Ruiz e Nayana Fernandes. Essa turma vai trazer o dia a dia da redação, bastidores das matérias e muito mais...