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- 07Sep
Brasil encara 'hermanos' em busca de prestígio e vaga nas quartas
por ESPN.com.br com Agência EFE
A seleção brasileira enfrenta nesta terça-feira a Argentina em duelo que vale não só uma vaga nas quartas de final do torneio, disputado neste ano na Turquia, como um considerável aumento no grau de prestígio do time nacional.
A geração que tenta aproveitar a competição para colocar o Brasil pela primeira vez em um lugar de destaque no cenário internacional desde a era Oscar deu mostras neste mesmo Mundial de que é capaz de derrotar os 'hermanos', antigos fregueses que, a partir do fim dos anos 90, não só tomaram dos brasileiros a hegemonia do basquete na América do Sul como se sagraram campeões olímpicos (em 2004).
Envelhecida, sem Manu Ginóbili (poupado) e Andrés Nocioni (contundido), mas com o pivô Luis Scola em grande fase, a atual seleção argentina não vem conseguindo convencer como nas últimas competições. Foi derrotada na última partida da primeira fase pela Sérvia e antes teve trabalho para bater Alemanha, Austrália e a fraca equipe da Jordânia.
O Brasil, por sua vez, também foi derrotado em sua campanha - duas vezes -, mas a vitória sobre a Croácia em seu último jogo pelo grupo B deu confiança extra aos jogadores. Além disso, os brasileiros venderam caro o triunfo aos Estados Unidos na terceira rodada, perdendo por apenas dois pontos.
Devido à ausência de Nenê, que não foi ao Mundial por causa de uma contusão, talvez a grande arma do Brasil para deter Scola (principalmente) e cia esteja no banco de reservas. O técnico da seleção, Ruben Magnano, conhece muito bem quem estará do outro lado da quadra. O treinador argentino os comandou na conquista do ouro olímpico em Atenas e na campanha que culminou com o vice-campeonato mundial em 2002.
"Rubén Magnano nos conhece perfeitamente, mas nós também conhecemos os brasileiros. Nos enfrentamos quase todos os anos em muitas ocasiões em duelos entre nossas equipes na NBA ou na Europa e por nossas seleções. Além disso, uma das obrigações do basquete moderno é conhecer os rivais", disse Luis Scola à Agência Efe.
Se por um lado a Argentina lamenta as ausências de Ginóbili e Nocioni, terá como consolo, contra o Brasil, a volta de Fabricio Oberto, que se recuperou de uma gastroenterite. Pior para Magnano, que terá que enfrentar um dos jogadores que considera como um de seus grandes amigos.
"Preferia não enfrentar a Argentina por tudo o que vivi com eles, mas agora sou o técnico do Brasil e estou certo de que vamos ganhar. Se não fosse assim, já teria feito as malas e ido para casa", afirmou o treinador.
Um dos duelos mais interessantes entre os jogadores deverá acontecer no garrafão, entre Scola e Tiago Splitter. Companheiros de equipe por cinco anos no basquete espanhol, os dois, agora na NBA (por Houston Rockets e San Antonio Spurs, respectivamente), prometem uma disputa acirrada embaixo das cestas.
A geração que tenta aproveitar a competição para colocar o Brasil pela primeira vez em um lugar de destaque no cenário internacional desde a era Oscar deu mostras neste mesmo Mundial de que é capaz de derrotar os 'hermanos', antigos fregueses que, a partir do fim dos anos 90, não só tomaram dos brasileiros a hegemonia do basquete na América do Sul como se sagraram campeões olímpicos (em 2004).
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Envelhecida, sem Manu Ginóbili (poupado) e Andrés Nocioni (contundido), mas com o pivô Luis Scola em grande fase, a atual seleção argentina não vem conseguindo convencer como nas últimas competições. Foi derrotada na última partida da primeira fase pela Sérvia e antes teve trabalho para bater Alemanha, Austrália e a fraca equipe da Jordânia.
O Brasil, por sua vez, também foi derrotado em sua campanha - duas vezes -, mas a vitória sobre a Croácia em seu último jogo pelo grupo B deu confiança extra aos jogadores. Além disso, os brasileiros venderam caro o triunfo aos Estados Unidos na terceira rodada, perdendo por apenas dois pontos.
Devido à ausência de Nenê, que não foi ao Mundial por causa de uma contusão, talvez a grande arma do Brasil para deter Scola (principalmente) e cia esteja no banco de reservas. O técnico da seleção, Ruben Magnano, conhece muito bem quem estará do outro lado da quadra. O treinador argentino os comandou na conquista do ouro olímpico em Atenas e na campanha que culminou com o vice-campeonato mundial em 2002.
"Rubén Magnano nos conhece perfeitamente, mas nós também conhecemos os brasileiros. Nos enfrentamos quase todos os anos em muitas ocasiões em duelos entre nossas equipes na NBA ou na Europa e por nossas seleções. Além disso, uma das obrigações do basquete moderno é conhecer os rivais", disse Luis Scola à Agência Efe.
Se por um lado a Argentina lamenta as ausências de Ginóbili e Nocioni, terá como consolo, contra o Brasil, a volta de Fabricio Oberto, que se recuperou de uma gastroenterite. Pior para Magnano, que terá que enfrentar um dos jogadores que considera como um de seus grandes amigos.
"Preferia não enfrentar a Argentina por tudo o que vivi com eles, mas agora sou o técnico do Brasil e estou certo de que vamos ganhar. Se não fosse assim, já teria feito as malas e ido para casa", afirmou o treinador.
Um dos duelos mais interessantes entre os jogadores deverá acontecer no garrafão, entre Scola e Tiago Splitter. Companheiros de equipe por cinco anos no basquete espanhol, os dois, agora na NBA (por Houston Rockets e San Antonio Spurs, respectivamente), prometem uma disputa acirrada embaixo das cestas.
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