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Na TV
Ari Aguiar
- 19h50
- 15May
Um episódio curioso acontece com o ginásio Staples Center, a sede de nada menos que três times envolvidos na fase decisiva de seus campeonatos – Lakers e Clippers na NBA, Kings no hóquei. A situação vai provocar um congestionamento de jogos decisivos na arena californiana: entre basquete e hóquei, o Staples Center vai receber seis partidas entre quinta e domingo.
Kings na quinta, Lakers na sexta, Clippers e Lakers no sábado, Kings e Clippers no domingo. Por causa disso, muito trabalho para a equipe de manutenção do ginásio, que é responsável por toda a transformação do Staples Center. Os vídeos abaixo mostram como funciona esse processo.
A maratona dos Staples Center poderia ter sido evitada se os times de basquete de Los Angeles tivessem caprichado um pouco mais. Tanto Clippers quanto Lakers chegaram a abrir 3-1 em seus duelos contra Denver e Memphis, respectivamente. Se tivessem conseguido liquidar a fatura mais cedo, as semifinais de Conferência da NBA poderiam ter começado antes e os problemas de agenda – que vão obrigar as duas equipes a atuar em dias consecutivos – provavelmente não aconteceriam. Claro que boa parte da culpa também deve ser atribuída ao locaute da NBA, que espremeu a tabela de 66 jogos em um calendário bem curto.
Maratona do Staples Center à parte, é bom o fã de esporte se preparar para o que vem por aí nos próximos dias tanto na NBA quanto na NHL:
Terça (15) – 20h00 – NBA – MIAMI HEAT X INDIANA PACERS, JOGO 2, ESPN/ESPNHD
Quinta (17) – 22h00 – NHL – LOS ANGELES KINGS X PHOENIX COYOTES, JOGO 3, ESPN/ESPNHD
Sexta (18) - 23h30 – NBA – LOS ANGELES LAKERS X OKLAHOMA CITY THUNDER, JOGO 3, ESPN/ESPNHD
Sábado (19) – 23h30 – NBA - LOS ANGELES LAKERS X OKLAHOMA CITY THUNDER, JOGO 4, ESPN/ESPNHD
Domingo (20) – 16h00 – NHL – LOS ANGELES KINGS X PHOENIX COYOTES, JOGO 4, ESPN
Segunda (21) – 21h00 – NHL – NEW JERSEY DEVILS X NEW YORK RANGERS, JOGO 4, ESPN/ESPNHD
Terça (22) – 22h30 – NBA – SAN ANTONIO SPURS X LOS ANGELES CLIPPERS, JOGO 5, ESPN/ESPNHD (se necessário)
Quarta (23) – 21h00 – NHL – NEW JERSEY DEVILS X NEW YORK RANGERS, JOGO 5, ESPNHD (se necessário)
Quinta (24) – 20h30 – NBA – INDIANA PACERS X MIAMI HEAT, JOGO 6, ESPN/ESPNHD (se necessário)
Sexta (25) – 23h30 – NBA – LOS ANGELES CLIPPERS X SAN ANTONIO SPURS, JOGO 6, ESPN/ESPNHD (se necessário)
Sábado (26) – 21h00 – PHOENIX COYOTES X LOS ANGELES KINGS, JOGO 7, ESPN/ESPNHD (se necessário)
Dois lembretes: haveria uma rodada dupla da NBA nesta sexta, mas como houve a transmissão de oito jogos na fase anterior dos playoffs, ao invés de sete, nesta etapa serão exibidos seis jogos. E as escolhas da NHL da semana que vem podem sofrer alterações dependendo do que acontecer nas partidas desta semana.
- 17h30
- 18Apr
Rafi Torres foi suspenso por tempo indeterminado.
Marian Hossa saiu do hospital nesta quarta-feira pela manhã e vai ficar em observação em casa
Eu ainda acho estranho quem vem me dizer que não gosta do hockey porque existem brigas no meio das partidas.
Bom, eu nem vou entrar nesse mérito, pois iria arrumar um converseiro danado e meu objetivo não é esse.
O resumo da história é que mais um grande jogar se machucou. Marian Hossa faz parte da primeira linha dos Hawks e é um excelente jogador. Vai fazer falta pro Chicago no decorrer dos playoffs.
Vamos agora voltar a análise do check.
No momento da transmissão, eu disse que queria ver o lance umas trinta vezes. Bom, eu vi umas 200 já. Ainda acho que o Torres não foi com maldade. Foi pra dar um hit duro e saiu pior que a encomenda.
Mas existem alguns fatos que condenam o jogador de Phoenix. O seu histórico não é dos melhores e não tem puck na jogada. Enfim, foi um late hit e ele ainda sai do gelo, pulando, o que gera mais força ainda contra o queixo do Marian Hossa.
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Será que esse seria o famoso crime culposo, quando não se tem a intenção de fazer o que fez? Eu já tentei chegar a milhões de conclusões. Fiquei vendo o lance e refletindo a respeito e a única coisa que vem a cabeça é: coitado do Hossa. Como ele poderia estar olhando pra cima naquela hora.
Acho que a punição que será anunciada sexta-feira será dura para servir de exemplo para a liga. Uma forma de dizer. “Não vamos mais tolerar esse tipo de lance”
Acho também que a liga está certíssima. As punições afastam as lesões. Mudar as regras de icing, two line pass, ou o que seja que tire a velocidade do jogo, não acaba com os lances duros com a mesma eficiência que as punições. Desde que o mundo é mundo, o ser humano vive com medo das consequências. Quem não tem se arrisca bastante.
Vida que segue, Torres suspenso, Hossa fora dos playoffs, mas bom que esta em casa e bem.
Agora não me venham com a conversa que por ter briga o hockey é violento ok.
- 18h25
- 05Mar
E agora são dez.
Eu ainda estou em cima do muro a respeito do que aconteceu na mudança dos playoffs da Major League Baseball. Para quem pega o bonde andando, a MLB expandiu pela terceira vez os seus playoffs e a primeira desde 1994, quando foram instituídos os wild-cards. Agora, ao invés de oito times, dez se classificam para a pós-temporada.
Eu achava extremamente injusto só os campeões das ligas irem para World Series, como era feito bem antigamente. Com o novo formato (agora antigo) de oito times ao todo, ainda era injusto na opinião de muitos. Só pensar em termos de porcentagem, na NBA e na NHL 53% dos times se classificam, no baseball 26% dos times se classificavam. Agora são 33%, ainda menos do que nas duas.
Eu achava difícil, mas não injusto. Os melhores iam e os piores ficavam. Era simples assim. Sempre garantia de boas brigas pelas divisões e pelos wild-cards. Agora, isso pode até acontecer e eu acho que vai, mas pode ser que os times se acomodem. Sei lá, ainda estou em cima do muro. Já já me decido.
Crédito da imagem: Reuters
O que mudou também foi o formato do Wild Card. No baseball, tudo pode acontecer em um jogo. No novo modelo, os campeões de divisão (seis no total) vão aos playoffs, e de cada liga vão sair dois wild-cards (quatro no total). Esses dois times vindo de wild-cards jogaram um jogo apenas. Daí vai sair o quarto time de cada liga.
A grande questão para mim é esse jogo único. Tudo bem a associação de jogadores querer aumentar o número de times nos playoffs, mas deveria se fazer, no mínimo, um mini playoff. Melhor de três jogos, ou cinco, que seja. Mas não um jogo só.
No baseball um jogo só não define nada. Num dia bom o Houston Astros pode vencer o Philadelphia Phillies. Isso já não seria possível numa série de sete jogos ou ao menos seria mais difícil. Isso só para citar um exemplo.
Imagine que durante a temporada regular os times jogam três ou quatro e no mínimo dois jogos. Enfim, uma questão para refletir. Vai ser apenas o primeiro ano. Vale a experiência, Teremos um jogo de muita emoção com certeza. Isso vai ser sensacional, não vai ser justo, mas vai ser sensacional.
- 19h35
- 11Feb
Eu não sou o maior expert no assunto, mas me apaixonei pelo hockey desde o primeiro dia. Passei a acompanhar, narrar e a gostar bastante. Então, resolvi divagar sobre o assunto aqui. Cabe a você concordar, discordar. Só não vale palavrão. De resto, divirtam-se.
Claro, também, que poderia escrever um milhão de linhas e não direi tudo que existe a respeito das brigas. Então, vai apenas uma pequena opinião e explicação.
As brigas existem desde o século 19, quando o hockey cresceu em popularidade. Do meu conhecimento, não existe nenhuma regra escrita especificamente para a briga, a não ser os cinco minutos de major penalty para os brigões. O que existe é o código de conduta dos brigões. Existem as regras não escritas.
Eu também acho estranho em um esporte, do nada, dois ou mais “jogadores” tirarem as luvas, jogarem os tacos no gelo e partirem para as vias de fato. Mas com um pouquinho de conhecimento e boa vontade a gente começa a entender.
Para começar, os jogadores são a favor.

Não são todos os atletas que brigam. Existe no hockey o “enforce”, que nada mais é do que responder com violência e agressividade a uma jogada mais dura e/ou desleal. Ninguém briga por nada. As brigas têm o seu motivo. Existem os brigões em cada time. Como teoricamente brigar machuca, os melhores dificilmente partem para a pancadaria.
Não quero aqui defender nem dizer se é certo ou errado. Quero que todos entendam que a briga faz parte do hockey. Ninguém é obrigado a concordar com a violência.
Mas aí vai outro fato. A violência gratuita também não é aceita pela NHL. Hits e checks ilegais são punidos severamente pela liga. Além de ficarem 3,4,5 jogos sem jogar, ficam também sem receber por esses jogos.
Enfim, são apenas alguns argumentos para que possamos entender um pouco melhor porque acontecem as brigas. Em resumo, elas não são aleatórias. Podem ser espontâneas ou premeditadas. Nem todos brigam. As brigas são também punidas.
Para completar: a ESPN e a ESPN HD transmitem dois jogos nessa semana. Segunda-feira, a partir das 22h30, tem San Jose x Washington e na quinta tem Chicago x New York Rangers. Comigo e o Thiago Simões. Com briga ou sem briga, estaremos lá.
- 22h55
- 09Feb
Enfim, lá estão técnicos da Major League Baseball, que fazem uma clínica para cerca de 40 garotos, que sonham em um dia jogar na MLB.
Enfim número 2. Conversei bastante com o Paulo Orlando. Pra quem não conhece, o Paulo vai ser o primeiro brasileiro a jogar na MLB. Ele assinou com o Kansas City Royals. Dia 19 ele embarca para o Arizona e vai fazer o Spring Training.
O papo foi bom e longo. Mas garanto que foi bom. Confira ai o bate papo completo com o Paulo Orlando, left fielder no KC Royals. Não por acaso, gravamos no campo esquerdo.
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- 14h58
- 31Jan
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Isso aconteceu no EPT (European Poker Tour) de Madrid. A jogada envolvendo o americano Yanaitz e o venezuelano Ivan Freitez, eventual vencedor do torneio.
Pra quem não entende, vai ai uma explicação. No poker o que vale é a palavra. Se você anuncia que vai dar raise, mas joga fichas apenas pra dar o call, como fez o Freitez, você tem que dar o raise. Vale o que você fala. Não interessa se logo depois você corrija e diga que é só call, que você cometeu um erro. São regras.
No exemplo contrario. Se você anuncia call, mas joga todas as suas fichas na mesa, não interessa, você deu call. O mesmo acontece se jogar apenas uma ficha em cima da mesa. Resumindo isso tudo: vale o que você FALA.
Como o Freitez anunciou raise, e jogou as fichas pra dar o call, parecendo um mal entendido, o diretor foi chamado e alertou ao Yanaitz, que o venezuelano já havia feito isso antes e havia mostrado o NUTS (melhor mão possível naquela jogada).
O Alexandre Gomes, vencedor de bracelete na WSOP, estava na mesa e presenciou tudo ao vivo. Conversando com o Ale, ele me disse que o venezuelano é frequente no circuito, que joga muitos torneios e que, realmente, ele já havia feito isso mais de uma vez no torneio.
Freitez não cometeu um erro. Foi um crime premeditado. Ele sabia exatamente o que queria. Queria mais 250 mil fichas. Notem também, que faltavam 10 jogadores para o fim.
Isso é o típico antijogo. Freitez deveria ser punido, com uma ou duas rodadas fora da mesa. Não discuto aqui a qualidade de jogo do venezuelano, que acabou vencendo o torneio, mas sim a sua atitude. Não é uma atitude compatível com a maioria dos jogadores. Apesar de ser um esporte de blefes e tudo mais, o poker talvez seja um dos mais honestos existentes, quando se fala sobre respeito.
- 14h00
- 29Jan
Mas, eu tive a sorte de ver Djokovic x Nadal. E, dos que eu vi, o melhor de todos. A mais longa final, a mais emocionante, a mais espetacular. Não conseguia acreditar que no fim do jogo, os dois trocavam rallys de vinte bolas.
Achava incrível os que os dois faziam em quadra. Tamanho esgotamento e ao mesmo tempo uma excelência técnica. Algo extraordinário, que parecia ser surreal. Imaginei um filme naquela hora, mas acho que nenhum diretor seria criativo o suficiente.
Crédito da imagem: Reuters
Não torço pra ninguém. Torço mesmo é que esse jogo sirva de exemplo. Exemplo para alguns outros esportistas, em sua maioria jogadores mimados de futebol.
Djokovic e Nadal provaram que o esporte é mais que pontos e dinheiro. É superação. Coração, emoção, vontade de vencer. Os dois lutaram até o fim. Poderia ter ido para qualquer lado. Não importava mais.
Crédito da imagem: Reuters
Queria que os jogadores de futebol fossem obrigados a ver as cinco horas e quarenta minutos de partida. Quem sabe eles não aprendam o que realmente é ser um atleta, um profissional, um verdadeiro campeão.
Siga no twitter @ariaguiar
- 12h15
- 24Jan
Tim Thomas, goleiro, astro do Boston Bruins, que foi o MVP da Stanley Cup no ano passado, não compareceu na visita do Boston à Casa Branca.
Mesmo não indo, ele recebeu os elogios do Mr. President. Obama disse que foi uma Stanley vencida pelo ataque tanto quanto pela defesa. “Tim Thomas conseguiu dois shutouts e estabeleceu um novo recorde de número de defesas nas finais. Ele também se tornou o segundo americano a ser condecorado com o premio de MVP”.
Crédito da imagem: Reuters
O mais interessante dessa história toda, é que Thomas é o único americano remanescente do título do ano passado. O defensor Joe Corvo, que também é americano, não estava na campanha ano passado. Todos os outros jogadores são canadenses ou europeus. Não votam para presidente nem têm tanta ligação política assim com os Estados Unidos.
A atitude dividiu opiniões. Uns respeitam, outras não, mas muito se falou sobre a não ida de Thomas à Casa Branca.
Em minha opinião uma tempestade. Ele tem todo o direito de não querer visitar o presidente. O profissionalismo dele nada tem a ver com essa decisão. Ele é goleiro e é pago para defender. Quando virar relações públicas dos Bruins, ai ele terá outros compromissos.
Apesar de tentar permanecer fora da discussão política da história, Thomas mostra, certo ou errado, que tem consciência politica, que não concorda com alguns aspectos, como ele próprio diz em seu depoimento. Isso é ótimo para o esporte. Quem dera outros atletas fossem tão politizados quanto Thomas, diz que não é.
Crédito da imagem: Reuters
Declaração de Tim Thomas
"I believe the Federal government has grown out of control, threatening the Rights, Liberties, and Property of the People. This is being done at the Executive, Legislative, and Judicial level. This is in direct opposition to the Constitution and the Founding Fathers vision for the Federal government. Because I believe this, today I exercised my right as a Free Citizen, and did not visit the White House. This was not about politics or party, as in my opinion both parties are responsible for the situation we are in as a country. This was about a choice I had to make as an INDIVIDUAL. This is the only public statement I will be making on this topic. TT"
- 10h34
- 22Jan
Quem sou eu pra criticar a número um do mundo, afinal de contas são 67 semanas lá. Lógico que tem seu mérito e tudo isso.
Mas eu realmente queria ver a dinamarquesa acertar um slice. Variar um pouco o seu jogo. Arriscar uma bola curta. Mexer com o oponente das mais variadas formas, sem somente devolver tudo pro outro lado na expectativa de uma hora a adversária errar.
Mais cedo transmitimos o jogo do Tomic. O australiano de dezenove anos tem uma variedade tão grande de golpes, que chegam a confundi-lo. Assim que ele souber usá-los será perigoso aos Tops. É o contraste entre dois jovens tenistas.
Crédito da imagem: REUTERS/Tim Wimborne
Talvez seja o que falte pra ela ganhar um Grand Slam. Ela tem o físico, tem a pegada, mas não tem a criatividade do campeão.
Ser campeão e ser número um do mundo, principalmente no tênis feminino, são coisas diferentes. São tantas, como Jankovic, Safina e outras que ocuparam o posto mais alto do mundo e não venceram um Slam.
Claro que faz falta. Serena Williams é hoje número doze do ranking, mas é a maior campeã em atividade.
Enfim, queria ver a dinamarquesa se soltar mais. Quem sabe nos próximos anos né. Afinal de contas elá só tem 21 anos de idade. Vai aprender muitas coisas ainda.
Mas fica a hashtag #soltaoslicecaroline
Pois é, eu confesso que fui apresentado a este simpático senhor e seu bigode esta semana por Osvaldo Maraucci. Por isso, meu muito obrigado.
Acabei de fazer um post sobre o jogo do Murray contra o Michael Llodra e o quanto ele foi divertido.
Logo na sequencia, na mesma quadra, começou um jogo de “doublés legends”. Jogavam ali, Pat Cash, australiano, campeão de Wimbledon em 1987, com Goran Ivanisevic, croata, campeão de Wimbledon em 2001, contra Cedric Pioline, francês, que perdeu duas fnais de grand Slam para Pete Sampras, na Inglaterra e nos Estados Unidos, e ele, Mansour Bahrami.
O iraniano, que também tem nacionalidade francesa, nunca foi um jogador de destaque no circuito. Em termos de grand slam, só jogou o aberto da França, quando chegou a segunda rodada como resultado de maior destaque. Isso aconteceu em 1981. Nas duplas, chegou a final de Roland Garros em 1989 e perdeu.
Mas as pessoas vieram aqui para brilhar das mais diferentes formas. A de Mansour Bahrami não foi vencer e sim entreter. Com 55 anos de idade, viaja o mundo dando exibições, mostrando truques e, principalmente, se divertindo.
Bom, mais do que eu escrevendo sobre ele, melhor vermos um pouco:
Sei que o vídeo tem quase nove minutos. Vale a pena ver tudo, mas se tiver preguiça, veja boa parte. Vale a pena.
Precisamos trazê-lo ao Brasil.
Ari Aguiar entrou no Jornalismo para trabalhar com esporte. Formou-se em 2003, em Belo Horizonte. Começou no rádio em 2002, como narrador de futebol na rádio LBV em BH. Trabalhou de 2002 até 2007 com Tostão, em sua coluna publicada na Folha de S.Paulo. Desde de 2007 faz parte da equipe dos canais ESPN. "Sou, como todos, um fã de esporte também"