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Uefa sub-17 na HD: Final, Alemanha x Holanda
André Plihal
- 16h50
- 02Mar
Hernán Barcos chegou ao Palmeiras anônimo para a grande maioria verde. A vice artilharia da Copa Sul Americana, e imagens de um ou outro gol marcado pela LDU eram as únicas referências.
Lembro-me que ouvi, não recordo agora em qual emissora de rádio, um jornalista equatoriano destacando suas características: Faro de gol apurado com técnica razoável.
Willian José chegou ao São Paulo anônimo para a grande maioria tricolor. Meia dúzia de gols pelo Grêmio Prudente no Brasileiro de 2010, e bons momentos no Sul Americano sub-20 eram as únicas referências.
O argentino de estilo démodê começou arrebentando. Marcou na estreia contra o Ituano, jogando bem, contra o Guaratinguetá, duas vezes no São Paulo(um belo gol), e uma contra o Linense(golaço). Cinco tentos em seis jogos.
De Pedro de Lara e Zé Ramalho, passou a ser comparado ao ídolo Evair.
Willian fez apenas um gol no seu primeiro ano no São Paulo. Curiosamente no seu primeiro toque na bola, no Paulista passado, contra o Bragantino. Por algumas vezes esteve muito próximo de ser negociado, "bateu na trave" de cair pra série B com o Atlético/PR. Quase foi emprestado ao Furacão.
A contusão de Luís Fabiano, a não concretização da vinda de Nilmar, e o apoio de Emerson Leão deram ao tímido alagoano uma última chance no clube.
Aproveitada da melhor maneira possível. Nove gols em oito jogos. E a surpreendente personalidade de correr pra pegar a bola no pênalti diante do Palmeiras.
Há quem pense que Fabuloso corre risco de perder o lugar. Adianto que não faço parte deste grupo.
A comparação de Barcos com Evair e a possibilidade de WL botar LF no banco são igualmente despropositadas.
Barcos está na frente de Willian, mostrou mais bola apesar de ter atuado menos e feito menos gols. É um jogador bem mais experiente, pronto. Willian José ainda tem bastante pra desenvolver, a tendência é que evolua.
Mesmo com essas diferenças, considero precipitada qualquer análise definitiva sobre cada um.
Barcos pode não ser tão bom quanto parece, e pode ser melhor do que parece.
Willian José idem.
Certo - e ótimo para verdes e tricolores - é que o Palmeiras depois de muito tempo tem um 9 cumpridor, e o São Paulo um fabuloso reserva.
Obs: Contagem de gols do Barcos já devidamente revisada.Obrigado pela ajuda, o blogueiro que vos fala é péssimo de matemática.
Lembro-me que ouvi, não recordo agora em qual emissora de rádio, um jornalista equatoriano destacando suas características: Faro de gol apurado com técnica razoável.
Willian José chegou ao São Paulo anônimo para a grande maioria tricolor. Meia dúzia de gols pelo Grêmio Prudente no Brasileiro de 2010, e bons momentos no Sul Americano sub-20 eram as únicas referências.
O argentino de estilo démodê começou arrebentando. Marcou na estreia contra o Ituano, jogando bem, contra o Guaratinguetá, duas vezes no São Paulo(um belo gol), e uma contra o Linense(golaço). Cinco tentos em seis jogos.
De Pedro de Lara e Zé Ramalho, passou a ser comparado ao ídolo Evair.
Willian fez apenas um gol no seu primeiro ano no São Paulo. Curiosamente no seu primeiro toque na bola, no Paulista passado, contra o Bragantino. Por algumas vezes esteve muito próximo de ser negociado, "bateu na trave" de cair pra série B com o Atlético/PR. Quase foi emprestado ao Furacão.
A contusão de Luís Fabiano, a não concretização da vinda de Nilmar, e o apoio de Emerson Leão deram ao tímido alagoano uma última chance no clube.
Aproveitada da melhor maneira possível. Nove gols em oito jogos. E a surpreendente personalidade de correr pra pegar a bola no pênalti diante do Palmeiras.
Há quem pense que Fabuloso corre risco de perder o lugar. Adianto que não faço parte deste grupo.
A comparação de Barcos com Evair e a possibilidade de WL botar LF no banco são igualmente despropositadas.
Barcos está na frente de Willian, mostrou mais bola apesar de ter atuado menos e feito menos gols. É um jogador bem mais experiente, pronto. Willian José ainda tem bastante pra desenvolver, a tendência é que evolua.
Mesmo com essas diferenças, considero precipitada qualquer análise definitiva sobre cada um.
Barcos pode não ser tão bom quanto parece, e pode ser melhor do que parece.
Willian José idem.
Certo - e ótimo para verdes e tricolores - é que o Palmeiras depois de muito tempo tem um 9 cumpridor, e o São Paulo um fabuloso reserva.
Obs: Contagem de gols do Barcos já devidamente revisada.Obrigado pela ajuda, o blogueiro que vos fala é péssimo de matemática.
- 17h00
- 03Feb
Acabou a vida mansa! Neste sábado (4 de fevereiro), o Loucos por Futebol está de volta recheado de histórias.
João Máximo homenageia um dos maiores craques brasileiros: Zizinho, que foi ídolo até do Rei Pelé.
Na Crônica de Roberto Porto, as aventuras e desventuras dos clubes cariocas na Copa Libertadores. Este ano, três times do Rio disputam a taça de campeão da América, um recorde.
E ainda: um bate papo com Ronaldo Luiz, o zagueiro que evitou o gol que poderia tirar o primeiro título mundial do São Paulo, em 1992.
No estúdio, o repórter dos canais ESPN André Plihal lembra as grandes coberturas internacionais das quais participou.
Loucos por Futebol – sábado (04/01) às 22h30.
Reprises: consulte a programação no site.
João Máximo homenageia um dos maiores craques brasileiros: Zizinho, que foi ídolo até do Rei Pelé.
Na Crônica de Roberto Porto, as aventuras e desventuras dos clubes cariocas na Copa Libertadores. Este ano, três times do Rio disputam a taça de campeão da América, um recorde.
Loucos por Futebol com a presença do josnalista André Plihal
Conheça Maurício Ritto, um artista gráfico que transformou em profissão a paixão por camisas de futebol. E ainda: um bate papo com Ronaldo Luiz, o zagueiro que evitou o gol que poderia tirar o primeiro título mundial do São Paulo, em 1992.
No estúdio, o repórter dos canais ESPN André Plihal lembra as grandes coberturas internacionais das quais participou.
André Plihal no Loucos por Futebol
As férias terminaram, mas o bom humor continua. Então, não perca!Loucos por Futebol – sábado (04/01) às 22h30.
Reprises: consulte a programação no site.
Loucos por Futebol neste sábado, às 22h30
- 15h55
- 04Oct
A realização de uma Olimpíada vai muito além da prática esportiva e a conquista de medalhas.
Ela modifica vidas e cidades.
Uma mudança que pode durar para sempre.
Assim foi com Barcelona, costumeiramente apontada como uma das cidades que mais sofreram alterações devido aos Jogos Olímpicos.
André Plihal conversou com especialistas que analisam a Barcelona pré e pós 1992.
Clique no player abaixo e assista a matéria completa.![]()
O Legado Olímpico de Barcelona - 1992
- 20h10
- 30Sep
O futebol brasileiro tem muito a aprender e também a ensinar.
Nem tudo o que é feito por aqui é a porcaria que parece.
Quando o assunto é organização, entretanto, percebemos o tamanho das nossas deficiências. E como desperdiçamos tempo e dinheiro no Brasil.
A história é antiga, é preciso tratar o espetáculo como produto e, assim, respeitar todos os agentes envolvidos em um evento esportivo: do torcedor ao jogador.
Não custa aprender com os bons exemplos, como o da UEFA Champions League, que permanecerá nos canais ESPN até o final da temporada 2015, conforme contrato renovado recentemente.
A organização da competição é muito profissional, é como se a Copa do Mundo fosse disputada todos os anos, em vários países, e sem as bobagens impostas pela Fifa. Funciona.
Observar os detalhes do maior torneio de clubes do planeta é um exercício especial.
Para quem se interessa por futebol, jornalismo esportivo e gestão, o programa “Diz que fui por aí”, de André Plihal, sobre a partida entre Barcelona e Milan, é imperdível.
A cada partida da Champions, a entidade europeia reformula toda a identidade visual dos estádios designados para os confrontos, facilitando o trabalho de todos aqueles que participam do show.
A dimensão dos detalhes impressiona, difícil encontrar uma falha.
domingo, 02/10, à meia-noite (sábado para domingo)
segunda-feira, 03/10, às 16h30
sábado, 08/10, à meia-noite (de sexta para sábado)
segunda-feira, 10/10, às 14h
quinta-feira, 13/10, às 9h30.
Nem tudo o que é feito por aqui é a porcaria que parece.
Quando o assunto é organização, entretanto, percebemos o tamanho das nossas deficiências. E como desperdiçamos tempo e dinheiro no Brasil.
A história é antiga, é preciso tratar o espetáculo como produto e, assim, respeitar todos os agentes envolvidos em um evento esportivo: do torcedor ao jogador.
Não custa aprender com os bons exemplos, como o da UEFA Champions League, que permanecerá nos canais ESPN até o final da temporada 2015, conforme contrato renovado recentemente.
A organização da competição é muito profissional, é como se a Copa do Mundo fosse disputada todos os anos, em vários países, e sem as bobagens impostas pela Fifa. Funciona.
Observar os detalhes do maior torneio de clubes do planeta é um exercício especial.
Para quem se interessa por futebol, jornalismo esportivo e gestão, o programa “Diz que fui por aí”, de André Plihal, sobre a partida entre Barcelona e Milan, é imperdível.
A cada partida da Champions, a entidade europeia reformula toda a identidade visual dos estádios designados para os confrontos, facilitando o trabalho de todos aqueles que participam do show.
A dimensão dos detalhes impressiona, difícil encontrar uma falha.
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Clique no player e assista ao vídeo!
A primeira exibição do “Diz que fui por aí” vai ao ar nesta sexta-feira, às 21h, na ESPN Brasil. Você também pode conferir as reprises:domingo, 02/10, à meia-noite (sábado para domingo)
segunda-feira, 03/10, às 16h30
sábado, 08/10, à meia-noite (de sexta para sábado)
segunda-feira, 10/10, às 14h
quinta-feira, 13/10, às 9h30.
- 13h10
- 08Sep
Difícil falar sobre Rogério Ceni depois de tudo que foi dito sobre ele nesses últimos dias. E no meu caso, se for escrever sobre Rogério, sei que algumas pessoas irão esperar o que ainda não ouviram ou leram do goleiro milenar.
De fato, o conheço bastante. E o cara insiste em me surpreender.
Como, em que estado de espírito, em que nível de concentração você imagina que estará uma pessoa que é o centro das atenções, num evento que reúne mais de 60 mil pessoas ?
A pessoa com certeza vai estar nervosa, e totalmente ligada no que está fazendo.
Rogério parecia tranquilo. Sou capaz de apostar que estava mesmo. Mas não foi isso que me chamou a atenção.
Conversando com Ceni três horas depois do jogo 1000, pude constatar que ele acompanhou TUDO que aconteceu fora de campo: as reações e alterações de humor da torcida, o tipo de torcedor que vai ao estádio numa tarde de feriado, o número de crianças, o público pagante, o não pagante, a renda...
Ninguém contou pra ele. Rogério tem a capacidade de viver o jogo e a arquibancada. Não conheço outro atleta que faça isso. Entender taticamente o seu time, as brechas do adversário, “atuar” muitas vezes como técnico, orientar, defender as bolas, cobrar faltas, e ao mesmo tempo saber de TUDO que se passa naquele ambiente gigantesco.
Desculpe se lhe decepcionei. De repente você esperava por um texto mais elaborado, relembrando momentos marcantes da carreira do mais importante jogador da história do São Paulo. De repente algo mais pro lado da homenagem.
Caso tenha interesse, recomendo dois espetaculares: o do Antero Greco no Estadão de quarta-feira, e o do André Kfouri no Lance desta quinta.
Optei pela observação simples, que termina por explicar muito da personalidade de Rogério. Vai até além, talvez entre na genética.
Dizem que Pelé tinha visão periférica. Desconfio que Rogério Ceni tenha nascido com um radar na cabeça.
De fato, o conheço bastante. E o cara insiste em me surpreender.
Como, em que estado de espírito, em que nível de concentração você imagina que estará uma pessoa que é o centro das atenções, num evento que reúne mais de 60 mil pessoas ?
A pessoa com certeza vai estar nervosa, e totalmente ligada no que está fazendo.
Rogério parecia tranquilo. Sou capaz de apostar que estava mesmo. Mas não foi isso que me chamou a atenção.
Conversando com Ceni três horas depois do jogo 1000, pude constatar que ele acompanhou TUDO que aconteceu fora de campo: as reações e alterações de humor da torcida, o tipo de torcedor que vai ao estádio numa tarde de feriado, o número de crianças, o público pagante, o não pagante, a renda...
Ninguém contou pra ele. Rogério tem a capacidade de viver o jogo e a arquibancada. Não conheço outro atleta que faça isso. Entender taticamente o seu time, as brechas do adversário, “atuar” muitas vezes como técnico, orientar, defender as bolas, cobrar faltas, e ao mesmo tempo saber de TUDO que se passa naquele ambiente gigantesco.
Desculpe se lhe decepcionei. De repente você esperava por um texto mais elaborado, relembrando momentos marcantes da carreira do mais importante jogador da história do São Paulo. De repente algo mais pro lado da homenagem.
Caso tenha interesse, recomendo dois espetaculares: o do Antero Greco no Estadão de quarta-feira, e o do André Kfouri no Lance desta quinta.
Optei pela observação simples, que termina por explicar muito da personalidade de Rogério. Vai até além, talvez entre na genética.
Dizem que Pelé tinha visão periférica. Desconfio que Rogério Ceni tenha nascido com um radar na cabeça.
Estive com Luis Fabiano por uma hora na tarde desta quinta-feira. O motivo foi uma entrevista sobre futebol espanhol. Sobre o Campeonato Espanhol que mais uma vez transmitiremos. A greve dos jogadores não se estendendo, a competição começa em dez dias. E Luis, que disputou a Liga seis vezes pelo Sevilla, tem boas histórias da Andaluzia.
Bem melhores do que a que está vivendo em São Paulo.
O abatimento do atacante é visível, e entre nós, era mais que previsível. Duas semanas depois da plástica da qual foi submetido, pela não cicatrização do local da cirurgia anterior, LF carrega no joelho direito um imobilizador, e na mão um apoio. Uma pequena muleta.
O atacante vai diariamente ao CT do clube realizar fisioterapia. A partir de segunda-feira inicia fortalecimento muscular. Na outra segunda deve começar a correr. Na outra, tocar na bola.
Por razões óbvias, os envolvidos no caso (jogador, médicos, comissão técnica) não querem mais falar em datas, prazo. Luis Fabiano só vai estrear quando estiver 110%.
O jogador elogiou a postura do São Paulo. Disse que o clube lhe dá todo o respaldo possível. Internamente, funcionários não cansam de exaltar sua garra. Um deles, alguém bastante próximo, me disse estar impressionado com a forma positiva que LF lida com a sucessão de decepções.
Perguntei ao atacante se ele está acompanhando tudo que escrevem e falam a seu respeito. A resposta foi que não. “Para não me aborrecer, não vejo e não leio nada do noticiário.”
Os jogos do São Paulo, Luis não perde. Acha que com poucos ajustes, o time fica forte. Independentemente disso, vê o título como algo muito possível.
Quem sabe com a presença "marcante" de Fabuloso. “Vou calar algumas bocas” , garante o 9.
Prova de que confia demais na recuperação total, e que a distância dos noticiários é bem menor do que a que tenta passar.
Bem melhores do que a que está vivendo em São Paulo.
O abatimento do atacante é visível, e entre nós, era mais que previsível. Duas semanas depois da plástica da qual foi submetido, pela não cicatrização do local da cirurgia anterior, LF carrega no joelho direito um imobilizador, e na mão um apoio. Uma pequena muleta.
O atacante vai diariamente ao CT do clube realizar fisioterapia. A partir de segunda-feira inicia fortalecimento muscular. Na outra segunda deve começar a correr. Na outra, tocar na bola.
Por razões óbvias, os envolvidos no caso (jogador, médicos, comissão técnica) não querem mais falar em datas, prazo. Luis Fabiano só vai estrear quando estiver 110%.
O jogador elogiou a postura do São Paulo. Disse que o clube lhe dá todo o respaldo possível. Internamente, funcionários não cansam de exaltar sua garra. Um deles, alguém bastante próximo, me disse estar impressionado com a forma positiva que LF lida com a sucessão de decepções.
Perguntei ao atacante se ele está acompanhando tudo que escrevem e falam a seu respeito. A resposta foi que não. “Para não me aborrecer, não vejo e não leio nada do noticiário.”
Os jogos do São Paulo, Luis não perde. Acha que com poucos ajustes, o time fica forte. Independentemente disso, vê o título como algo muito possível.
Quem sabe com a presença "marcante" de Fabuloso. “Vou calar algumas bocas” , garante o 9.
Prova de que confia demais na recuperação total, e que a distância dos noticiários é bem menor do que a que tenta passar.
- 14h28
- 07Jul
Magnano não conseguiu convencer os brasileiros da NBA do quanto pode ser bacana jogar pela Seleção, mas ao por em dúvida se eles realmente sabem o que é uma Olimpíada, me deu a certeza que estamos diante de jogadores “apenas” profissionais.
Não cobro patriotismo, nem espírito olímpico. Não cobro nada. Só não entendo como um atleta simplesmente abre mão de participar do que existe de mais incrível, mágico, no mundo esportivo.
Estive nos últimos três Jogos Olímpicos, e se puder escolher, quero ir aos próximos dez. Nada se compara. E olha que eu não disputo medalha.
Os salários astronômicos pagos no basquete americano parecem ser mais atraentes que qualquer cor, peso ou metal de medalha.
Mas Jordan, Johnson, Bird, Pippen, Drexler, Ewin, Malone, OS MAIORES DA NBA, não curtiram de montão a Olimpíada de Barcelona? De quebra, e com show, levaram o Ouro.
É que estes caras são incomparáveis. Foram craques de verdade.
- 17h51
- 04Jul
Primeiro Toque:
A CBF tem uma relação melhor com o Barcelona do que com alguns clubes brasileiros. O presidente do Barça, Sandro Rossel, que já foi diretor da Nike na América Latina, será figura constante na Seleção Brasileira aqui na Argentina. Já está sendo. Talvez só perca para Andrés Sanchez. Aliás, Sanchez, Rossel e Ricardo Teixeira transpareceram grande amizade num jantar sábado à noite em Buenos Aires. Sei, porque - obviamente - por acaso, estava no mesmo restaurante. Corinthians, Barcelona e Seleção Brasileira. Quanto poder concentrado! Quem será que pagou a conta?
Segundo Toque:
Essas coberturas de estádio enganam pra caramba. O “Único” de La Plata é um exemplo clássico. Na reforma pela qual passou para a Copa América, ganhou uma tenda modernosa, e ares de arena européia. Sem a cobertura, o Único seria apenas mais um estádio sul americano meia-boca. Quiseram passar a imagem de melhor do continente. Cristina Kirchner tentou. O telhado faz efeito, mas não esconde uma casa cheia de falhas.
Terceiro Toque:
Ouvimos praticamente todos os jogadores brasileiros depois do papelão contra a Venezuela. Ninguém criticou o desempenho do time. A maioria elogiou. Daniel Alves disse que a Seleção está no caminho certo, pelos diversos aspectos positivos que apresentou. Imaginava que a referência de bom futebol do lateral fosse o Barcelona. De repente ele acha que o Barça pratica outro esporte.
A CBF tem uma relação melhor com o Barcelona do que com alguns clubes brasileiros. O presidente do Barça, Sandro Rossel, que já foi diretor da Nike na América Latina, será figura constante na Seleção Brasileira aqui na Argentina. Já está sendo. Talvez só perca para Andrés Sanchez. Aliás, Sanchez, Rossel e Ricardo Teixeira transpareceram grande amizade num jantar sábado à noite em Buenos Aires. Sei, porque - obviamente - por acaso, estava no mesmo restaurante. Corinthians, Barcelona e Seleção Brasileira. Quanto poder concentrado! Quem será que pagou a conta?
Segundo Toque:
Essas coberturas de estádio enganam pra caramba. O “Único” de La Plata é um exemplo clássico. Na reforma pela qual passou para a Copa América, ganhou uma tenda modernosa, e ares de arena européia. Sem a cobertura, o Único seria apenas mais um estádio sul americano meia-boca. Quiseram passar a imagem de melhor do continente. Cristina Kirchner tentou. O telhado faz efeito, mas não esconde uma casa cheia de falhas.
Terceiro Toque:
Ouvimos praticamente todos os jogadores brasileiros depois do papelão contra a Venezuela. Ninguém criticou o desempenho do time. A maioria elogiou. Daniel Alves disse que a Seleção está no caminho certo, pelos diversos aspectos positivos que apresentou. Imaginava que a referência de bom futebol do lateral fosse o Barcelona. De repente ele acha que o Barça pratica outro esporte.
A presença de Neymar em Los Cardales é muito forte. Aos 19 anos, ele tem o poder de deixar o novo e pouco atraente Brasil com cara de Seleção de verdade.
Neymar pertence a uma turma especial. Deve, num curto espaço de tempo, garantir uma vaguinha no ataque de Romário, Ronaldo, Ronaldinho.
Não. Não quero compará-lo com ninguém. E não porque não curto comparações. Sim, pelo motivo dele possuir um estilo muito próprio.
É ao mesmo tempo rápido, habilidoso, ousado, e goleador.
Pra completar, numa época em que a imagem conta muito, convenhamos que a de Neymar no mínimo chama muita atenção.
Não me recordo de alguém que “chegou-chegando” desse jeito.
Muricy Ramalho, seu técnico no clube, já declarou que o Júnior tem bola pra carregar o Brasil ao hexa.
Ser a estrela maior de um título mundial conquistado em casa, nenhum brasileiro conseguiu.
Neymar pode ser o primeiro. Aos 22 anos.
Neymar pertence a uma turma especial. Deve, num curto espaço de tempo, garantir uma vaguinha no ataque de Romário, Ronaldo, Ronaldinho.
Não. Não quero compará-lo com ninguém. E não porque não curto comparações. Sim, pelo motivo dele possuir um estilo muito próprio.
É ao mesmo tempo rápido, habilidoso, ousado, e goleador.
Pra completar, numa época em que a imagem conta muito, convenhamos que a de Neymar no mínimo chama muita atenção.
Não me recordo de alguém que “chegou-chegando” desse jeito.
Muricy Ramalho, seu técnico no clube, já declarou que o Júnior tem bola pra carregar o Brasil ao hexa.
Ser a estrela maior de um título mundial conquistado em casa, nenhum brasileiro conseguiu.
Neymar pode ser o primeiro. Aos 22 anos.
- 12h07
- 23Jun
O quê é mais importante ?
alternativa A : a decisão da Libertadores;
alternativa B : um jogo de repescagem do Campeonato Argentino;
No hotel em que estamos hospedados(o mesmo da Seleção Brasileira) , em Los Cardales, pertinho de Buenos Aires, a resposta foi B.
Dominávamos o telão do bar, acompanhando o movimento direto do Pacaembu. Até que, faltando cinco pras nove, um grupo de torcedores do River Plate invadiu o pedaço.
E mudou de canal.
Era justo. O time dos caras começaria em instantes a jogar a vida em Córdoba.
Vimos todo o primeiro tempo, e a reação dos “milionários” ao gol de pênalti do Belgrano era de quem fazia parte de um filme de terror.
Sendo uma das vítimas.
No intervalo, convenci o barman à colocar um pouco em Santos x Peñarol. Coisa rápida, menos de cinco minutos.
Fazendo as contas, nos conformamos em acompanhar somente a etapa final da Libertadores, continuando ligados no drama do River.
Bota drama nisso! 2 a 0 Belgrano. Campo invadido por hinchas raivosos. Jogo interrompido.
Atrasa em Córdoba, vai demorar mais pra voltar ao Pacaembu. Tínhamos que tomar uma decisão.
Outra TV foi encontrada. Ao invés do bar, uma sala de convivência. Ali, testemunhamos a alegria santista.
A dez metros de distância, no bar, a tristeza ocupava o lugar de copos e garrafas. Copos e garrafas na verdade já estavam vazios.
Não havia motivo para brindes , e na relação de amor com o clube de futebol, ao contrário das brigas de casal, ninguém bebe pra esquecer.
Simplesmente porque não existe forma de esquecer.
Não tenho simpatia alguma pelo River Plate, mas em solidariedade aos sujeitos que duas horas antes tomaram o controle remoto das nossas mãos, vou torcer pela permanência do gigante na primeira divisão.
Tenho enormes chances de ir pro buraco com eles, mas a pequena possibilidade de vibrar com um milagre faz valer o risco.
Pode apostar que a festa será maior que a de campeão da Libertadores.
alternativa A : a decisão da Libertadores;
alternativa B : um jogo de repescagem do Campeonato Argentino;
No hotel em que estamos hospedados(o mesmo da Seleção Brasileira) , em Los Cardales, pertinho de Buenos Aires, a resposta foi B.
Dominávamos o telão do bar, acompanhando o movimento direto do Pacaembu. Até que, faltando cinco pras nove, um grupo de torcedores do River Plate invadiu o pedaço.
E mudou de canal.
Era justo. O time dos caras começaria em instantes a jogar a vida em Córdoba.
Vimos todo o primeiro tempo, e a reação dos “milionários” ao gol de pênalti do Belgrano era de quem fazia parte de um filme de terror.
Sendo uma das vítimas.
No intervalo, convenci o barman à colocar um pouco em Santos x Peñarol. Coisa rápida, menos de cinco minutos.
Fazendo as contas, nos conformamos em acompanhar somente a etapa final da Libertadores, continuando ligados no drama do River.
Bota drama nisso! 2 a 0 Belgrano. Campo invadido por hinchas raivosos. Jogo interrompido.
Atrasa em Córdoba, vai demorar mais pra voltar ao Pacaembu. Tínhamos que tomar uma decisão.
Outra TV foi encontrada. Ao invés do bar, uma sala de convivência. Ali, testemunhamos a alegria santista.
A dez metros de distância, no bar, a tristeza ocupava o lugar de copos e garrafas. Copos e garrafas na verdade já estavam vazios.
Não havia motivo para brindes , e na relação de amor com o clube de futebol, ao contrário das brigas de casal, ninguém bebe pra esquecer.
Simplesmente porque não existe forma de esquecer.
Não tenho simpatia alguma pelo River Plate, mas em solidariedade aos sujeitos que duas horas antes tomaram o controle remoto das nossas mãos, vou torcer pela permanência do gigante na primeira divisão.
Tenho enormes chances de ir pro buraco com eles, mas a pequena possibilidade de vibrar com um milagre faz valer o risco.
Pode apostar que a festa será maior que a de campeão da Libertadores.
Na ESPN Brasil desde agosto de 1998, esteve em cada Copa do Mundo, cada Olimpíada, Pan-Americano, em diversos jogos dos campeonatos nacionais, da Libertadores, Copa dos Campeões da Europa, entre outras grandes coberturas
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